Vol. 9 Núm. 2 (2025): Dossier: Transición Energética Justa, Resistencias Populares y Responsabilización de Empresas Transnacionales
Artículos regulares

Entre las energías renovables y las comunidades locales: consideraciones sobre la ciudadanía energética en el nordeste de Brasil

Kyvia Celine Chevalley
Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Hirdan Katarina de Medeiros Costa
Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo

Publicado 2026-05-13

Palabras clave

  • Transiión energética,
  • Ciudadanía energética,
  • Energías renovables,
  • Acumulación por desposesión,
  • Impactos socioambientales

Cómo citar

Chevalley, K. C., & Costa, H. K. de M. . (2026). Entre las energías renovables y las comunidades locales: consideraciones sobre la ciudadanía energética en el nordeste de Brasil. Homa Publica - Revista Internacional De Derechos Humanos Y Empresas, 9(2), e–158. Recuperado a partir de https://periodicos.ufjf.br/index.php/HOMA/article/view/51335

Resumen

El concepto de ciudadanía es cambiante y se adapta a nuevas perspectivas sobre el Estado, los derechos, los sistemas de gobierno y los desafíos comunes, como la actual crisis climática, basada en la alta dependencia energética mundial de los combustibles fósiles. En el contexto de la necesaria transición energética baja en carbono y la expansión de las energías renovables en Brasil, este estudio busca comprender qué es la ciudadanía energética y cómo se ejerce (o no) en la región Nordeste de Brasil, impactada por la llegada de las energías renovables eólica y solar. Para lograr este objetivo, se utiliza un enfoque cualitativo, realizado mediante investigación bibliográfica y documental, que se extiende a tres secciones de desarrollo. Como resultado, se observa que la ciudadanía energética abarca el acceso a la energía y la lucha contra la pobreza energética, pero no se limita a esto, ya que su ejercicio en el Nordeste no está garantizado a priori, lo que requiere la movilización política y cultural de los movimientos sociales organizados en la búsqueda de la civilidad, la garantía de derechos y la imposición de limitaciones a las acciones de las empresas del sector eólico y solar.

 

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