FREIRE, RENZULLI E AS OFICINAS INTERATIVAS PARA ALUNOS SUPERDOTADOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22195/2447-524620202532923

Resumo

Oficina Interativa (OI) é uma metodologia ativa de aprendizagem construída a partir do diálogo com as concepções trazidas pela Teoria de Superdotação de Renzulli e a Educação Problematizadora de Freire. O processo de criação da OI, enquanto estratégia de formação de professores para inclusão e oferta de atividades suplementares para alunos superdotados, evidencia que os autores defendem as atividades contextualizadas com o educando, o professor como orientador do aprendizado e proponente de práticas educativas dialógicas e reflexivas que contribuam para o desenvolvimento de capital social e econômico. Em 18 OI’s executadas, a interação e o trabalho colaborativo são a tônica para a apropriação de saberes e reconhecimento de valores humanos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Sonia Regina Alves Nogueira, Universidade Federal Fluminense

Doutora em Física (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas); Professora Associada no Departamento de Físico-Química (GFQ) do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense.  Coordenadora de área do PIBID UFF Interdisciplinar (02/2014-02/2018) e do LIFE/CAPES-UFF (2012-2017). Coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão DIECI UFF - Desenvolvimento e Inovação no Ensino de Ciências. Membro pesquisadora do OIIIIPE - Observatório Internacional de Inclusão, Interculturalidade e Inovação Pedagógica. sranogueiradesa@gmail.com

Fernanda Serpa Cardoso, Universidade Federal Fluminense

Doutora em Ciências e Biotecnologia (UFF); professora do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense, no Departamento de Biologia Celular e Molecular; Docente do Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão; Membro do Comitê Científico do ConBrASD. Coordenadora da Escola de Inclusão da UFF. Vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão DIECI UFF - Desenvolvimento e Inovação no Ensino de Ciências. fernandalabiomol@yahoo.com.br

Alice Akemi Yamasaki, Universidade Federal Fluminense

Doutora (2007) e Mestre (1998) em Educação (Universidade de São Paulo); professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, no Departamento Sociedade, Educação e Conhecimento (SSE). Docente na graduação e na pós-graduação lato sensu na FEUFF. É docente colaboradora no Curso Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão CMPDI, da Universidade Federal Fluminense e membro do grupo de pesquisa e extensão DIECI UFF - Desenvolvimento e Inovação no Ensino de Ciências e do OIIIIPE - Observatório Internacional de Inclusão, Interculturalidade e Inovação Pedagógica. aayamasaki@id.uff.br

Ana Luiza Bastos

Doutora em Biologia (Biociências Nucleares) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004), com experiência na área de Morfologia, atuando principalmente nos seguintes temas: fetos, pênis humano, matriz extracelular, alcoolismo fetal e malformações. Professora do Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense, no Departamento de Morfologia, Membro do grupo de pesquisa e extensão DIECI UFF - Desenvolvimento e Inovação no Ensino de Ciências. aluizabastos@gmail.com

Downloads

Publicado

2020-12-21

Edição

Seção

Artigos