Tourist toponymy of Parnaíba (Brazil)

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.18062528

Keywords:

Heritage Interpretation, Tourist Territory, Tourist Place, Travel Itinerary, Local Community

Abstract

Visiting places, whether home or passing through, has different motivations. One of them is the name of the places. These carry an origin and a history, which toponymy seeks to understand. There are official and alternative toponyms that are not always known by the community or tourists. The objective of the research was to identify toponyms of neighbourhoods and attractions in Parnaíba (Brazil) and to assess the perceptions of the community and tourists regarding their potential for tourism. The methodology considered: bibliographic review, documentary research, fieldwork in neighbourhoods and tourist attractions in the city and interviews with residents and tourists. The results suggest strong potential for cultural tourism through the material and immaterial heritage carried by the toponyms of these places. There is a strong sense of belonging among residents in their neighbourhood, but little recognition of its tourist potential; in turn, tourists do not know the origin and history of the names of the places they visit, but they are interested. Both believe in the importance of preserving this memory and disseminating it, to protect places and people. The conclusions move towards the confluence of toponymy and tourism, whose scientific research has catalyzed the interdisciplinary of tourism geography, for the vocation of cultural tourism and urban tourism in the city, diversifying and adding to nautical and sun and beach tourism in the Delta of Parnaíba.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Ricardo Fonseca, Universidade Federal do Delta do Parnaíba / Professor Adjunto IV

Bachelor of Tourism, Degree in Geography, Specialist in Environmental Management, Master and Doctor in Natural Sciences

Iago Murilo Vasconcelos Fernandes, Universidade Federal do Delta do Parnaíba

Estudante de Bacharelado em Turismo

Karolainy dos Santos Bezerra, Universidade Federal do Delta do Parnaíba

Bacharela em Turismo

Kauana Costa Araújo, Universidade Federal do Delta do Parnaíba

Estudante de Bacharelado em Turismo

References

Albano, C., & Murta, S. M. (2002). Interpretar o Patrimônio: um exercício do olhar. Belo. Horizonte, Editora UFMG.

Aldrigui, M. (2017). Turismo urbano: um olhar para o quase invisível. Revista do Centro de Pesquisa e Formação, 4, 131-143. https://www.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/10-TURISMO-URBANO-UM-OLHAR-PARA-O-QUASE-INVISIVEL.pdf

Almanak da Parnaíba. (1924-1994). Recuperado de http://www.mundosdotrabalhopi.com.br/p/almanaques-da-parnaiba_2.html.

Amorim, F. O., & Cavalcante Jr., I. G. (2019). Parnaíba: ver, sentir, dizer. Teresina: Ed. da UFPI.

Anjos, M. A. L. dos. (2012). Marcas toponímicas em solo piauiense: seguindo as trilhas das águas (Tese de doutorado). Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/LETR-8Y4Q5E/1/1383d.pdf

Antono, M. N., & Kayati, A. N. (2023). Artificial Tourism Toponymy in Bangkalan. In A. Ambarwati et al. (eds.). Annals… 3rd International Conference on Language, Literature, and Cultural Education (ICON-LLCE 2023), Advances in Social Science, Education and Humanities Research, pp. 132-143.

Ashworth, G. (1989). Urban tourism: An imbalance in attention. In C. Cooper (Ed.), Progress in Tourism, Recreation and Hospitality Management (pp. 33-54). London: Bellhaven.

Augé, M. [1992]. Não lugares: introdução a uma antropologia da sobremodernidade. Lisboa: 90 Graus.

Babbie, E. (2003). Metodologia survey. Belo Horizonte: Ed. UFMG.

Bardin, L. [1977] (2006). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70. Barros, S. A. L. (2004). A escala do bairro e o conceito de lugar urbano: o caso de Apipucos e Poço da Panela no Recife. Revista PosFAU, 56-74. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-2762.v0i15p56-74

Bastiani, C., Andrade, K. S., & Pereira, C. M. R. B. (2018). Toponímia e Geografia: diálogos possíveis no contexto da teoria da interdisciplinaridade. Revista Caminhos de Geografia, 19(65), 109-124. https://doi.org/10.14393/RCG196509

Beni, M. C. (1998). Análise estrutural do turismo. São Paulo: SENAC. Bezerra, L. M. (2019). As avenidas da minha cidade: observações a respeito das nomenclaturas. Research, Society and Development, 8(8), 1-18. https://doi.org/10.33448/rsd-v8i8.1215

Brasil, F. de A. A. (1965). Beira Rio, Beira Vida. Teresina: FUNDAP.

Caiazzo, L., Coates, R., & Azaryahu, M. (Eds.) (2020). Naming, identity and tourism. Cambridge: Cambridge Scholars Publishing.

Callai, H. C. (2002). Estudar o lugar para compreender o mundo. In A. C. Castrogiovanni, H. C. Callai, & N. A. Kaercher (Eds.), Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano (2ª ed., pp. 83-133). Porto Alegre: Mediação.

Calvino, I. [1972] (1990). As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras.

Carlos, A. F. A. (1996). O lugar no/do mundo. In J. Soares (Ed.), Estudos de Geografia e Sociedade (pp. 41-58). São Paulo: Hucitec.

Castro, C. A. R. (2012). Ciudades del turismo, imaginarios y topónimos. In A. Gómez (Ed.), Turismo y Transformaciones Urbanas (pp. 121-135). Madrid: UPM.

Certeau, M. de. (1994). A invenção do cotidiano 1: artes de fazer. Petrópolis, RJ: Vozes.

Claval, P. (1995). A geografia cultural. Florianópolis: Ed. da UFSC.

Dick, M. V. P. do A. (1990). A motivação toponímica e a realidade brasileira. São Paulo: Arquivo do Estado.

______. (1975). O problema das taxionomias toponímicas: uma contribuição metodológica. São Paulo: Revista Língua e Literatura.

______. (1992). Toponímia e antroponímia no Brasil: coletânea de estudos. São Paulo: Serviço de Artes Gráficas/FFLCH/USP.

Diedrich, M. H., & Machado, N. T. G. (2020). Toponímia: cultura e patrimônio do Rio Grande do Sul. Caderno Prudentino de Geografia, 1(42), 98-117. https://revista.fct.unesp.br/index.php/cpg/article/view/6915/5478

Doro, M. P. M. (2011). A onomástica no discurso publicitário turístico das estâncias hidrominerais: Águas de São Pedro, um estudo (Tese de doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-29062011-144418/publico/2010_MariadaPenhaMarinovicDoro.pdf

Dubois, J., Giacomo, M., Guespin, L., Marcellesi, C., Marcellesi, J.-B., & Mevel, J.-P. (2006). Dicionário de linguística. São Paulo: Editora Cultrix.

Edwards, D., Griffin, T., & Hayllar, B. (2008). Urban tourism research: developing an agenda. Annals of Tourism Research, 35(4), 1032-1052. https://doi.org/10.1016/j.annals.2008.09.002

Ferreira, I. S. Q. (2019). Meu bairro é meu patrimônio: educação patrimonial no conjunto histórico e paisagístico de Parnaíba - Piauí. Dissertação (Mestrado em Artes, Patrimônio e Museologia) - Parnaíba, Universidade Federal do Delta do Parnaíba.

Florida, R. (2008). Who's your city: How the Creative Economy is making where to live the most important decision of your life. New York: Basic Books.

Fonseca Filho, R. E., & Cunha, J. M. A. da. (2024). Topônimos da Parnaíba: possibilidades para um Turismo Urbano. Arkeos Perspectivas em Diálogo, 58, 568-595.

Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra.

Frois-Braga, H. (2011). Belleville Tour: um roteiro palimpséstico por Paris. Anais Brasileiros de Estudos Turísticos, 1(1), 65–68. Recuperado de https://periodicos.ufjf.br/index.php/abet/article/view/2977

Gastal, S. (2005). Turismo, imagens e imaginários. São Paulo: Aleph.

Gauchon, C. (2021). The Toponymy of Tourism and Leisure: General Framework and Lessons from France. In S. L. T. Gin & F. P. Cacciafoco (Eds.), Toponyms as a Gateway to Society: An Abui Case Study (pp. 1-18). Old World: Journal of Ancient Africa and Eurasia.

Gil, A. C. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social (6ª ed.). São Paulo: Atlas.

Harvey, D. (1992). A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola.

Hayllar, B., Griffin, T., Edwards, D., & Aldrigui, M. (2011). Turismo em cidades: espaços urbanos, lugares turísticos. In A. Ribeiro (Ed.), Espaços Turísticos Urbanos (pp. 101-121). São Paulo: Elsevier.

IBGE. (2024). Cidades: Parnaíba. Recuperado de https://cidades.ibge.gov.br

IPHAN. (2008). Cidades do Piauí testemunhas da ocupação do interior do Brasil durante o século XVIII: Conjunto Histórico e Paisagístico de Parnaíba. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. http://portal.iphan.gov.br/files/volume_parnaiba/pi_conjundo_historico_e_paisagistico_de_parnaiba.pdf

Isquierdo, A. N. (Org.) (2023). Toponímia urbana no Brasil: estudos. Campo Grande: Ed. UFMS.

Leite, J. E. R. (2010). Fundamentos de Linguística. Recuperaddo de: https://grad.letras.ufmg.br/arquivos/monitoria/LEITE_2010.pdf

Lemmi, E., & Tangheroni, M. S. (2011). The importance of place names in the Sustainable Tourist Development of the inland areas of Tuscany: toponyms along the Via Francigena. Actes… XXIV Congrés Internacional d’ICOS sobre Ciències Onomàstiques. Secció 8 - Els noms en la vida quotidiana, pp. 1869-1879.

Light, D. (2014). Tourism and toponymy: commodifying and consuming place names. Tourism Geographies, 16(1), 141-156. http://dx.doi.org/10.1080/14616688.2013.868031

Lima, A. D. R., & Fonseca Filho, R. E. (2026). Arte urbana de Parnaíba (PI) enquanto turismo urbano. Revista Turismo & Cidades, 8, 44-69. https://doi.org/10.18764/2674-6972v8n15e25362

Lima, R. S. [1987] (2024). Vareiros do Rio Parnaíba & outras histórias. 2a ed. Parnaíba, PI: Instituto Amostragem.

MTur (2006). Marcos conceituais. Brasília: Ministério do Turismo.

______. (2007a). Roteiros Brasil. Brasília: Ministério do Turismo.

______. (2007b). Roteirização turística. Brasília: Ministério do Turismo. https://regionalizacao.turismo.gov.br/images/roteiros_brasil/roteirizacao_turistica.pdf

______. (2018). Glossário do turismo: compilação de termos publicados por Ministério do Turismo e Embratur nos últimos 15 anos. Recuperado de https://www.mtur.gov.br/.

______. (2024). Polo Costa do Delta: Mapa do turismo brasileiro. Recuperado de https://www.mapa.turismo.gov.br/mapa/init.html.

Nwaha, S. (2020). The toponyms and their meanings among the Basa’a people: Towards a preservation of cultural and ancestral heritage. International Journal of Development Research, 10(7), 37649-37653. https://doi.org/10.37118/ijdr.19324.07.2020

Nora, P. (1984). Les lieux de mémoire – I: La République. Paris: Gallimard.

OMT. (2001). Introdução ao turismo. São Paulo: Roca/ Organização Mundial de Turismo.

ONU. (2015). Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Recuperado de https://brasil.un.org/pt-br/sdgs.

Passos, C. (1982). Cada rua sua história. Parnaíba, PI: Editora do Autor.

PMP. (2017). Guia turístico de Parnaíba. Parnaíba (PI), Prefeitura Municipal de Parnaíba.

______. (2018). Plano Diretor de Parnaíba. Revisão. Parnaíba (PI), Prefeitura Municipal de Parnaíba.

Rêgo, J. M. A. N. (2010). Dos sertões aos mares: história do comércio e dos comerciantes de Parnaíba (1700-1950) (Tese de doutorado). Universidade Federal Fluminense, Niterói. https://www.historia.uff.br/stricto/td/1279.pdf

Relph, Z. C. (1979). As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, 7(4), 1-25. https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/ageteo/article/view/14763

Rezende, R. M. (2020). O nome do lugar e o lugar do nome: Toponímia e memória em terras goianas (Tese de doutorado). Universidade Estadual Paulista, Araraquara. https://repositorio.unesp.br/bitstreams/bbf98f07-ce6f-4a43-9e80-af8686cd56ff/download

Rios, D. A., & Oliveira, M. A. S. A. (2022). Tourism in Urban Intervention Processes: the Case of Little Africa (RJ). Anais Brasileiros de Estudos Turísticos, 12(1). https://doi.org/10.5281/zenodo.6872521

Rosa, G. (1956). Grande Sertão: Veredas. São Paulo: José Olympio.

Sant’Anna, E. S., & Fratucci, A. C. (2024). O papel do apego de residentes ao lugar no design de experiências turísticas no espaço rural. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, 18, e-2953. https://doi.org/10.7784/rbtur.v18.2953

Santos, B. de S. (2022). Descolonizar: abrindo a história do presente. Belo Horizonte: Autêntica Editora; São Paulo: Boitempo.

Santos, B. de S., & Meneses, M. P. (Eds.). (2010). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez. https://ebp.org.br/epistemologias-do-sul/

Santos, C. N. F. dos. (1988). A cidade como um jogo de cartas. Niterói, RJ: Universidade Federal Fluminense: EDUFF; São Paulo: Projeto Editores.

Santos, L. E. N. (2020). Toponímia e Lugar: os significados múltiplos dos logradouros públicos no município de Grajaú, MA. Caderno de Geografia, 30(62), 612-626. https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2020v30n62p612

Santos, M., & Silveira, M. L. (2001). O Brasil: Território e sociedade no início do século 21. Rio de Janeiro: Record.

Seabra, M. C. T. C. (2016). Variação e mudança linguística de topônimos. In D. S. S. Costa & D. R. Bençal (Eds.), Nos caminhos do léxico (pp. 1-20). Campo Grande: UFMS.

Seabra, M. C. T. C., & Cambraia, C. N. (2022). A batalha dos topônimos: reversão toponímica nos primórdios da cidade de Belo Horizonte. Revista Humanidades e Inovação, 9(21), 84-100.

Sebrae. (n.d.). Entendendo o atrativo turístico. Recuperado de https://www.sebrae.com.br/.

Solís, G. (1997). La gente pasa, los nombres quedan... Introducción en la toponimia. Lima: G. Herrera Editores.

Sousa, A. M. (2010). Toponímia e ensino: propostas para a aplicação no nível básico. Recuperado de http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/LinguaPortuguesa/toponimia_e_ensino_propostas_.pdf

Sousa, E. L. de. (2012). Pelas fronteiras do medo: resistência ao processo de implantação do turismo na Ilha do Medo – Maranhão, Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, 5(3), 356-382. https://doi.org/10.7784/rbtur.v5i3.463

Tondinelli, P. G. (2013). Viagem pelo Sertão Rosiano: estudo toponímico de Grande Sertão: Veredas. Anais do SILEL, 3(1), 1-10. https://www.ileel.ufu.br/anaisdosilel/wp-content/uploads/2014/04/silel2013_216.pdf

Tuan, Y.-F. (1983). Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. São Paulo: Difel.

UNGEGN. (2023). United Nations Group of Experts on Geographical Names. Recuperado de https://unstats.un.org/unsd/ungegn/.

UN-Tourism. Tourism Definitions. Paris: United Nations - Tourism. Recuperado de https://www.e-unwto.org/doi/book/10.18111/9789284420858

World Cloud Generator. (2024). Nuvens de palavras. Recuperado de https://www.wordclouds.com/.

Yázigi, E. (2001). A alma do lugar: turismo, planejamento e cotidiano em litorais e montanhas. Revista Brasileira de Ecoturismo, 15(4), 690-705.

Yin, R. K. (2005). Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman.

Published

2026-04-17

How to Cite

Fonseca , R. ., Fernandes, I. M. V., Bezerra, K. dos S., & Araújo, K. C. (2026). Tourist toponymy of Parnaíba (Brazil). Anais Brasileiros De Estudos Turísticos, 16(1), 1–13. https://doi.org/10.5281/zenodo.18062528