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  • Call For Papers - Dossiê: As telas da pandemia da Covid-19: desafios do Jornalismo e do Audiovisual

    2021-06-16

    Lumina v.15, n.3 (2021)

    Dossiê: As telas da pandemia da Covid-19: desafios do Jornalismo e do Audiovisual

    Editoras Convidadas: Iluska Coutinho (UFJF), Cristiane Finger (PUC/RS) e Edna Mello (UNIFESP)

    Desde março de 2020 as telas, que já ocupavam centralidade na sociedade brasileira, têm sido suporte não apenas para informação cotidiana e entretenimento, mas também para acesso à educação e sociabilidade. Se o Brasil (é) ditado pela TV, o jornalismo foi desafiado a atuar frente às transformações decorrentes da pandemia da Covid-19. Outros gêneros e profissionais do audiovisual também experimentaram mudanças diversas nos modos de atuar e comunicar.
    Mais de um ano após a confirmação do primeiro caso de Covid-19, o distanciamento social ainda é uma medida de defesa da saúde e da vida no país, e a presença das telas como modo de (com)viver é uma realidade. A proposta do dossiê é refletir acerca do protagonismo assumido pelo jornalismo e pelos outros produtos audiovisuais consumidos, mas também cada vez mais produzidos por meio de telas, e que assumiram protagonismo na contemporaneidade.
    As redações dos telejornais adotaram novos procedimentos em suas rotinas produtivas, adaptando-se às exigências da necessidade de informar a sociedade e preservar a saúde de seus profissionais, criando formas diversas de produzir e distribuir conteúdos jornalísticos. Também outros universos do audiovisual, como a produção de telenovelas e seriados, foi atravessada por mudanças nos modos de ser e estar em função da Covid-19.

    Convidamos pesquisadoras e pesquisadores a enviarem para o Dossiê textos com análises sobre diferentes materialidades audiovisuais que abordem esse contexto de mudanças e/ou que reflitam sobre permanência ou transitoriedade em um horizonte futuro e desejado, pós pandemia.

    Datas Importantes:

    ·     Deadline para o envio de artigos: 15/08/2021

    ·     Publicação: 30/12/2021

    Normas de envio: https://bit.ly/3xZg2ym

     unnamed.png Dúvidas: revista.lumina@ufjf.edu.br

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  • Call for Papers - Dossiê: História, Memória, Comunicação – entre crises e críticas

    2021-03-17

    Lumina v.15, n.2 (2021) - Encerrado 

    Dossiê: História, Memória, Comunicação – entre crises e críticas

    Editores Convidados: Ana Regina Rêgo ( UFPI), Marialva Barbosa ( UFRJ) e Igor Sacramento ( Fiocruz e UFRJ)

    Compreendendo a História como uma “narrativa sobre um morto”, que em si, se coloca como uma presença de uma ausência, ou ainda, como uma heterologia  (logos do outro) de uma alteridade ausente (CERTEAU, 2011, p.181), nos deparamos com as possibilidades de reinserção do passado a partir de novas interpretações no presente, que pode eliminar as distâncias entre as portas temporais, tornando pensável e interpretável a experiência.

    Todavia, pensar a História e sua relação intrínseca com a Memória, uma relação entre mãe (Mnemosyne, a deusa da Memória) e filha ( Clio,  a musa da História) pressupõe trazer à tona as interferências que ambas ocasionam, nos modos de aquisição da experiência como propõe Koselleck (2015) de modo a despertar uma consciência histórica a partir de uma aproximação entre presente e passado, possibilitando  projeções de futuros possíveis.

    Nesse contexto, há que se ter em mente as intervenções dos processos de crise e de críticas. A etimologia grega da palavra krisis nos leva ao devir de escolher, distinguir, vinculado a um discernimento, a um julgamento, a uma dúvida. E a positivação da crise que seria a crítica se vincula efetivamente a um juízo, a um julgamento, a uma quebra, à proposições de rupturas. A crítica enquanto positivação de uma crise é ação, força motora que impele em relação a um movimento. Na simbiose indissociável entre a crise e a crítica, podem surgir dimensões de suspensão temporal ou mesmo de ruptura, que pode se situar como totalizantes ou parciais, mas que em si, desestabilizam a normalidade do cotidiano.

    As crises e as críticas ao irromperem as estruturas temporais podem abrir perspectivas díspares para o horizonte, de modo que, o que antes estava se desenhando, se apague e novas perspectivas surjam. Crises políticas podem levar os povos à liberdade ou a escravidão. Em Koselleck (2009), a crise nasce da dissociação e perda do vínculo com o passado, que, por sua vez, convoca distintos vínculos com o futuro. A crítica enquanto força motora capaz de transformar presentes históricos em horizontes possíveis provoca mutações no presente, esse tempo que ao mesmo tempo que separa e, é, portanto, a efemeridade do instante, também une e se torna conjuntura e estruturas temporais.

    Na comunicação, assim como, na filosofia, as crises e as críticas estão relacionadas com a disputa pela verdade que se dão entre os diversos regimes de verdade (FOUCAULT, 2002) constituídos temporalmente e contextualmente.

    De modo sintético, propomos pensar a história da Comunicação pelo viés da historicidade (HEIDEGGER, 2015) objetivando ultrapassar uma história determinista, aumentando as chances de desvelar as faces dos fenômenos da comunicação que, em suas diversas perspectivas, podem estar silenciadas de modo intencional ou não.

    Convidamos pesquisadoras e pesquisadores a refletir sobre a história e sua relação com a memória no campo da comunicação, considerando a simbiose entre crise e crítica e os processos interpretativos em nosso campo

    Palavras-chave: História; Memória; Comunicação; Crise; Crítica

    Datas Importantes:

    ·       Deadline para o envio de artigos: 15/06/2021

    ·       unnamed.png Dúvidas: revista.lumina@ufjf.edu.br

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  • Call for Papers - Dossiê: Apropriação, Inapropriação, Desapropriação

    2019-11-13

    CHAMADA ENCERRADA

    Lumina v.14, n.2 (2020) 

    Dossiê: Apropriação, Inapropriação, Desapropriação

    Editores Convidados: Jane de Almeida (Universidade Presbiteriana Mackenzie) e Greg Cohen (Universidade da Califórnia em Los Angeles)

    English Version

    Em uma entrevista de 2014, a artista Lisa Oppenheim descreveu sua prática com termos que evocam um dever estratégico. Ela afirma que em um mundo repleto de imagens, o objetivo da arte é "destilar, editar e processar", em vez de simplesmente "adicionar mais ao barulho."

    Oppenheim está se referindo à arte da apropriação, um termo que, por si só, pouco faz para iluminar a diversidade de mídias e práticas ou as conseqüências de longo alcance de tais práticas em nosso momento atual, saturado pela mídia. O que é revelador, no entanto, são as múltiplas equivalências evocadas pela formulação de Oppenheim: apropriar é destilar, filtrar ou refinar; editar, montar , ou ainda resumir; processar, classificar ou traduzir…. Se o mundo é de fato uma comoção de imagens, objetos e dados produzidos em quantidades cada vez mais vastas por uma máquina cultural incessante, é aqui, no meio do clamor que o artista deve começar a derivar sua arte.

    Convocar as palavras de uma artista de “apropriação” , nascida em 1975 é também reconhecer a mudança de época e os contextos alterados nos quais esses artistas e cineastas atualmente operam, tão divergentes das condições que deram origem à Geração de Imagens das décadas de 1970 e 1980. Para aqueles artistas anteriores, o ato de se apropriar era principalmente de negação ("o artista está morto"; "não há originalidade") e desmistificação ("a obra de arte é apenas uma mercadoria, o espectador da arte é apenas um consumidor") . Se os artistas de apropriação mais ávidos e inovadores de hoje internalizaram essas obsessões, seus trabalhos também devem enfrentar novos conjuntos de questões e contingências: qual é o status da evidência na era da polarização política e da "pós-verdade"? Qual é a natureza da autenticidade e autenticação em um mundo presumivelmente "pós-histórico"? Onde as leis, discursos e estética da propriedade convergem com os da arte na matriz da apropriação e expropriação? A aura da obra de arte ressurgiu, como uma fênix, das brasas da reprodução mecânica na era das mídias sociais e da manipulação digital? A “febre do arquivo” das últimas décadas evoluiu para uma epidemia de conhecimento reciclado e excesso especulativo, ou a reciclagem e a especulação apontam o caminho para uma linha radical de fuga do pântano da informação?

    Para este dossiê especial sobre "Apropriação, Desapropriação, Inapropriação", os editores convidados da Revista Lumina buscam intervenções de estudiosos, teóricos, artistas e ativistas que desejam se engajar na construção de novas histórias e novas genealogias da arte da apropriação atual. São bem-vindos artigos acadêmicos, ensaios e quase-ficções especulativas, experimentos de pensamento visual e manifestos provocativos que buscam reformular os debates sobre “autenticidade”, “evidência”, “direitos autorais”, “propriedade intelectual”, “arquivo” e as estéticas e políticas de apropriação na produção cultural e comunicação contemporâneas. Os colaboradores podem ser provenientes de um espectro diversificado de disciplinas, incluindo, entre outras, a comunicação, a história da arte, os estudos de mídia, estudos de cultura visual, estudos de cinema, estudos pós-coloniais, estudos jurídicos, história da ciência e tecnologia, estudos jurídicos, design, arquitetura e artes plásticas.

    Palavras-chave: arquivo; propriedade; direito autoral; apropriação; comunicação; expropriação; evidência; autenticidade; autenticação; pós-verdade; pós-história.

    Datas Importantes:

    ·       Deadline para o envio de artigos: 31/03/2020

    ·       Envio de parecer: até 29/08/2020

    ·       unnamed.png Dúvidas: revista.lumina@ufjf.edu.br

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  • Call for Papers - Dossiê: Comunicação Política, Eleições 2018 e Campanha Permanente

    2019-07-10

     

    CHAMADA ENCERRADA

    Revista Lumina, v. 13, n. 3 (2019)

    Dossiê: Comunicação Política, Eleições 2018 e Campanha Permanente

    Editores Convidados:  Dr. Luiz Ademir de Oliveira (UFSJ/UFJF), Dr. Paulo Roberto Figueira Leal (UFJF) e Dra. Vera Chaia (PUC/SP)

    As eleições de 2018 (e as consequências políticas e institucionais que dela emergem) constituem um objeto duplamente privilegiado para os pesquisadores de Comunicação Política. Por um lado, apontam para uma nova configuração nas relações entre os campos da comunicação e da política: a emergência das redes sociais digitais como palco privilegiado da campanha de Jair Bolsonaro, que dispunha de exíguo tempo de Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE), sinaliza a constituição de uma ambiência comunicacional distinta daquela que foi hegemônica nas eleições presidenciais brasileiras anteriores. Fenômenos como os da personalização da política, do incremento da polarização ideológica e da lógica de campanha permanente são potencializados neste cenário.

    Por outro lado, o processo eleitoral desenvolveu-se num contexto de aprofundamento da crise das instituições representativas tradicionais - e daí emerge a necessidade de reflexão sobre as variáveis comunicacionais que se relacionam com esse processo. É necessário que se discuta que papel foi desempenhado pelas mídias tradicionais e pelas redes sociais na consolidação de uma percepção antipolítica acolhida e disseminada por numerosos segmentos da sociedade. Igualmente, é relevante que se aponte como se articularam comunicacionalmente novas forças políticas não institucionalizadas partidariamente (por exemplo, novos movimentos de direita), bem como se debatam os efeitos eleitorais que decorreram da conversação política travada em aplicativos como o whatsapp, por exemplo.

    Questões como essas reforçam a necessidade de se discutir a ambiência comunicacional contemporânea para a compreensão da realidade política. Esta demanda se espraia para além do processo eleitoral e produz uma agenda de reflexão sobre as práticas e políticas comunicacionais dos governos, bem como suas relações com a sociedade e com a imprensa. No nível federal brasileiro, já nos seus primeiros meses, o governo Bolsonaro vem vivenciando os dilemas de compatibilizar a comunicação governamental com os moldes adotados na campa nha eleitoral - com todas as contradições e os efeitos não intencionados que a isso se associam. Como essas práticas comunicacionais afetam a governabilidade? De que modo as variáveis comunicacionais e políticas se articulam neste cenário? As perguntas configuram, portanto, uma possível agenda de pesquisa em Comunicação Política que correlacione o cenário eleitoral e a construção da governabilidade à interface com a sociedade midiatizada que caracteriza a contemporaneidade.

    Os artigos enviados podem atender a um ou mais dos tópicos abaixo:

    1. A nova ambiência midiática como variável-chave para a compreensão da disputa eleitoral de 2018 e/ou da configuração de padrões de governabilidade
    2. Eleições 2018: estratégias e discursos
    3. Instituições, Comunicação Governamental e Campanha Permanente
    4. Cobertura noticiosa da disputa eleitoral e/ou de governos
    5. Relação das mídias massivas com novos dispositivos digitais e suas consequências eleitorais, políticas ou ideológicas
    6. A atuação da grande mídia e dos grupos sociais na definição de agendas públicas
    7. Conversação política nas redes e (re)configuração de cenário político

    Datas Importantes:

    ·       Deadline para o envio de artigos: 30/09/2019

    ·       Envio de parecer: até 22/12/2019

    ·       unnamed.png Dúvidas: revista.lumina@ufjf.edu.br

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  • Call for papers - Dossiê: Comunicação, a Condição da Vítima e Políticas de Sofrimento (Encerrado)

    2018-04-01

    Revista Lumina, v. 12, n. 2 (2018)

    Dossiê: Comunicação, a Condição da Vítima e Políticas de Sofrimento

    Editores Convidados: Wedencley Alves Santana (UFJF) e Marta Pinheiro (UFRJ)

    A afirmação da vítima, como nova figura central das sociedades contemporâneas, tem sido objeto de muitos estudos, redes de pesquisas e comentários. Hoje, o nome da vítima é reivindicado em situações tais como: violência de gênero, catástrofes naturais e tecnológicas, doenças e sofrimentos físicos e mentais, negligências médicas e erros judiciais, perseguições políticas, etc. A figura da vítima prolifera em todo o mundo (FASSIN, 2010), sem que possamos, para compreender este movimento na História, ignorar o papel central desempenhado pelos dispositivos comunicacionais (sejam mídias tradicionais ou em rede, sejam estratégias outras de publicização das posições em disputa em torno do tema).

    Enfim, a vítima deixa de ser considerada passiva. Hoje, ela é voz ativa ao reivindicar seu direito de ser reconhecida como tal, capaz de definir e dignificar sua dor. Ela faz mobilizações amplas de suas reivindicações individuais: comissões da verdade, de reconciliação, de associações de vítimas, redes biossociais construídas por elas próprias (em torno de males, doenças ou sofrimento comum) ou por familiares e solidários – formas de legitimação moral e política das demandas sociais, como condição para a consolidação dos direitos civis, sociais e políticos da cidadania.

    Por outro lado, autores também apontam para a tendência de assimilação da vítima e seu sofrimento a uma lógica humanitária pouco politizada que ressalta mais a “vulnerabilidade humana” do que as condições históricas que engendraram o sofrimento. Uma política de “compaixão”, desempenhada por observadores mantidos à distância.

    Surge, portanto, a necessidade de problematizar a noção de vítima e discutir as políticas do sofrimento, tendo em vista o lugar da comunicação neste processo. Os artigos enviados podem atender a um dos tópicos abaixo:

    1. Discursos e narrativas na mídia sobre a saúde e doença, e o sofrimento mental

    2.  Vítimas e mobilizações sociais 

    3. Vítimas e intervenção nos espaços públicos

    4. Vulnerabilidade social e vítimas de desastres 

    5. Relações entre memória, testemunho e subjetividades

    6. Poéticas e escritas do sofrimento 

    7. As novas normatizações do sofrimento

    As diretrizes para o envio de artigos se encontram em https://lumina.ufjf.emnuvens.com.br/lumina/about/submissions#onlineSubmissions, e as datas importantes se estruturam da seguinte forma:

    • Deadline para o envio de artigos: 01/06
    • Envio de parecer: até 31/07
    • Publicação do volume: Agosto de 2018

    Dúvidas: revista.lumina@ufjf.edu.br


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  • Call for papers - Dossiê: Entretenimento Digital: Meios e Processos do Lúdico na Cultura Contemporânea

    2017-02-13
    Revista Lumina, v. 11, n. 1 (2017)Dossiê: Entretenimento Digital: Meios e Processos do Lúdico na Cultura ContemporâneaEditores Convidados: Thiago Falcão (Universidade Anhembi Morumbi / Universidade Federal do Maranhão) e Letícia Perani (Universidade Federal de Juiz de Fora) As últimas duas décadas serviram de arena para uma transformação crucial na experiência dos mais distintos fenômenos sociais: da política ao lazer, a cultura digital transcendeu o status subcultural para se afirmar como uma das transformações mais relevantes na história social recente da humanidade. Mesmo o exercício de vislumbrar um contexto social desprovido dos dispositivos dos quais dependemos hoje, se prova um esforço considerável ante a proverbial onipresença das tecnologias digitais.  Esta mudança infraestrutural certamente transformou a forma como nos divertimos. Se o exemplo mais natural, aqui, é o video game - autêntico rebento da revolução digital - uma breve reflexão revela que o papel ocupado pelas tecnologias digitais é central no entretenimento contemporâneo. Efeitos especiais que trazem franquias à vida em filmes, séries de TV e parques temáticos; dispositivos de mediação para ambientes urbanos, que "aumentam" a realidade; suportes sociais para a conversação e convívio de indivíduos com os mesmos interesses: estes são apenas exemplos de como meios que se utilizam de tecnologias digitais incorporam materialidades e dão vazão a processos sociocomunicacionais complexos que nos convocam à reflexão.  Neste dossiê da Revista Lumina (Qualis B1), buscamos nos debruçar sobre esta confluência entre tecnologia digital e diversão, lazer. O objetivo central desta edição é discutir de que forma os estudos do campo da Comunicação revelam as relações e estruturas através das quais a sociedade contemporânea se relaciona com a noção de entretenimento, e como esta se imbrica às nuances do digital. Algumas das temáticas de interesse deste dossiê estão listadas abaixo, não sendo limitadas às presentes na lista.  - Poéticas e Políticas do Entretenimento Digital- Narrativas e Materialidades nos Video Games- Cultura e Comportamento dos Fãs na Cultura Digital- Experiência Estética no Entretenimento Digital - Design e Materialidades no Entretenimento Digital- Social TV e Efeitos na Audiência- Práticas de Sociabilidade no Entretenimento Digital - Transformações do Lúdico nos Meios Digitais  As diretrizes para o envio de artigos se encontram em https://lumina.ufjf.emnuvens.com.br/lumina/about/submissions#onlineSubmissions, e as datas importantes se estruturam da seguinte forma:   Deadline para o Envio de Artigos: 31/03Rodada de Avaliações: 20/04Publicação do Volume: Maio de 2017   Saiba mais sobre Call for papers - Dossiê: Entretenimento Digital: Meios e Processos do Lúdico na Cultura Contemporânea