Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista.
  • A revista aceita artigos de doutores/as e doutorandos/as. Mestres e mestrandos/as podem submeter artigos desde que em co-autoria com doutores.
  • O arquivo está conforme as diretrizes indicadas no template.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
  • Em caso de submissão a uma seção com avaliação pelos pares (ex.: artigos), o autor/a deve assegurar que a avaliação pelos pares cega foram seguidas.
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF (desde que não ultrapasse 2MB), e conforme o modelo padrão aqui disponível (https://bit.ly/3GRcFyL)
  • Não serão aceitas submissões de docentes ou discentes do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGCOM-UFJF). Em casos de alunos/as egressos/as, as submissões serão aceitas apenas se o vínculo de matrícula tiver terminado há pelo menos dois anos.
  • Caso o trabalho submetido tenha sido publicado em anais de congresso o autor/a deverá informar em "Comentários ao editor". No caso de autoplágio, o máximo permitido é de 50%, neste caso o trabalho é devolvido ao autor/a juntamente com os relatórios que indicam o resultado.
  • Paralelamente à avaliação inicial, o artigo passa por revisão do software antiplágio iThenticate. A partir dos relatórios gerados, a equipe editorial da Revista Lumina confere as informações. No caso de autoplágio, o máximo permitido é de 50%. Neste caso o trabalho é devolvido ao autor juntamente com os relatórios que indicam o resultado.  Os trabalhos publicados em outros periódicos não serão aceitos, mesmo que apresentem menos de 50% de similaridade.
  • A Comissão Editorial reserva-se o direito de não publicar artigos de mesma autoria (como autor[a] ou co-autor[a]) em interstícios inferiores a quatro edições, a menos que sejam parte de dossiês da revista.
  • No momento da submissão os arquivos serão enviados sem autoria.

Diretrizes para Autores

  • Os textos de artigos devem ser originais e inéditos, com contribuições para a reflexão e avanços no campo da Comunicação, priorizando relações entre noções teórico-conceituais e resultados empíricos de pesquisa; 
  • A comissão editorial reserva-se o direito de não publicar artigos de mesma autoria (como autor/a ou co-autor/a) em interstícios inferiores a 16 meses (quatro edições);
  • O periódico Lumina dá preferência à publicação de artigos em que pelo menos um/a dos/as autores/as tenha titulação mínima de doutor/a;
  • Os textos podem ser submetidos em português, inglês ou espanhol;
  • As submissões de trabalhos deverão ser realizadas  pelo Open Journal Systems (OJS), via plataforma da Lumina, abrigada no Portal de Periódicos da UFJF, mediante login por parte do autor. Ao efetuar o registro, o usuário deve guardar os dados de acesso para que possa acompanhar o processo editorial.  
  • Na categoria Artigo, o texto deverá estar dentro dos limites de tamanho: entre o mínimo de 5.000 palavras e o máximo de 6.500 palavras incluindo títulos, resumos, palavras-chave e referências.

           6.1 Imagens (fotos, desenhos, esquemas, mapas, tabelas e gráficos) deverão ser numeradas de forma contínua e ter                   fonte referenciada, além de Título (em cima) e Fonte (embaixo);  no caso de gráficos precisam ter legenda. A iconografia             e a infografia são de responsabilidade dos/as autores/as, devendo cumprir os requisitos dos direitos de autor e da                       propriedade intelectual.

           6.2 - Sem prejuízo da sua inclusão no documento em doc., os arquivos originais dos quadros e figuras devem ser sempre             enviados em separado (como arquivo suplementar), em formato JPEG. 

           7. Os textos devem ser acompanhados de cinco palavras‐chave logo abaixo dos resumos, antecedidas da expressão                         “Palavras-chave” em negrito, separadas entre si por ponto e vírgula, e finalizadas com ponto, além de um resumo em                    português, de um abstract em inglês e de um resumen em espanhol. O resumo, abstract e resumen deverão ter um                    limite mínimo de 180 palavras e máximo de 250 palavras.

  1. As citações textuais ao longo do texto, com até três linhas, deverão ser colocadas entre aspas e as referências bibliográficas integradas no texto, de acordo com o sistema “sobrenome, data, página”, seguindo as normas da ABNT (Ex.: Tribe, 1990, p. 46). 
  2. É obrigatório que qualquer material proveniente da internet – seja texto, vídeo, música, post em rede social, podcast etc. – seja citado conforme as normas da ABNT no corpo do texto e, da mesma forma, incluídos nas referências, não inserindo nenhum link em notas;
  3. Resenhas - O texto deverá estar dentro dos limites de tamanho: entre o mínimo de 2.000 palavras e o máximo de 2.500 palavras incluindo as notas e as referências. Serão aceitas resenhas de livros publicados no Brasil há dois anos, no máximo, e, no exterior, há cinco anos;
  4. Entrevistas - O texto deverá estar dentro dos limites de tamanho: entre o mínimo de 4.500 palavras e o máximo de 6.000 palavras incluindo título, resumo, notas e referências;
  5. Os títulos devem ser apresentados em português e inglês, respectivamente, e não devem ultrapassar o limite máximo de 90 caracteres com espaços cada.
  6. As referências devem ser apresentadas por ordem alfabética no final do artigo, conforme exemplos apontados no modelo/template de submissão, seguindo as normas da ABNT, conforme detalhado no manual da Lumina.  
  7. Todas as submissões devem ser feitas "sem autoria", removendo propriedades e informações pessoais do documento. Se houver citação ao próprio autor (trabalhos anteriores), substituir o nome/sobrenome por "AUTOR" e colocá-lo no início das referências, para garantir a anonimização.
  8. Paralelamente à avaliação, o artigo passa por uma revisão no software antiplágio iThenticate. O programa indica o endereço, o nome do artigo plagiado, a porcentagem de similaridade e os termos comuns. A partir dos relatórios gerados pelo software, a equipe editorial da Revista Lumina confere as informações. No caso de autoplágio, o máximo permitido é de 50%. Neste caso o trabalho é devolvido ao autor com os relatórios que indicam o resultado. 

Dossiê - “A visualização da música”: performances, produções e recirculações con

Dossiê - “A visualização da música”: performances, produções e recirculações contemporâneas

 2025-06-16

A revista Lumina convida os autores a enviarem artigos para o dossiê “A visualização da música”. A submissão fica aberta até o dia 04/08, e publicação do dossiê será realizada no dia 30/12/2025.

Editores convidados

Jhonatan Mata (PPGCom UFJF- Brasil)

Nilson Assunção (UFJF- Brasil)

Heloísa de A. Duarte Valente (Universidade Paulista - UNIP, Brasil)

José Luís Fernández (UBA-UNTREF-UNLZ)

 

A recente- e ainda pulsante- aclamação mundial do filme “Ainda estou aqui” (2024) sinaliza questões que ultrapassam o legítimo frisson por  seus mais de 90 prêmios e indicações, incluindo a primeira estatueta do Oscar para o Brasil, na categoria  filme Internacional.  No drama biográfico dirigido por Walter Salles, a função do som- e da música em particular- é basilar. E oscila entre as instâncias do acusmático e da performance (Zumthor, 2014), sobretudo  quando as canções dialogam diretamente com as falas dos personagens.E nos instiga, na proposição desse novo dossiê da Revista Lumina, a pensar nos deslocamentos da música de um cenário de autossuficiência calcado em sua pura dimensão acústica para outro- de complementaridade e mesmo equivalência com as imagens. Levando em consideração que a ideia de “música pura” é bastante recente na cultura humana e tributária da intervenção de Beethoven e seu modelo de sonata na despedida do século XVIII, essa edição especial prioriza propostas de trabalho que reconheçam o oposto: a força das palavras, dos gestos, dos acompanhamentos visuais (cenários, coreografia,artes gráficas), da performance teatral, das referências narrativas ou figurativas nas relações entre audiovisualidades e música.

Dentre as muitas possibilidades de estudos, destacamos os novos ângulos que o cinema e a televisão têm para encarar a “questão musical”, as faixas musicais que deram origem a obras audiovisuais, de Veludo Azul (David Linch,1986) à Saudosa Maloca (Pedro Serrano, 2024), a popularização e diversificação de cine/videobiografias musicais, a relevância das trilhas para a “visualização” de formatos como séries, novelas e documentários.  Numa perspectiva da arquitetura, sugerimos também artigos que tratem da relação da música com o espaço para o qual foi (ou não) concebida e que contraponham a noções de música portátil em seus diálogos com a música concebida para momentos e lugares específicos. Interessam-nos, ainda, as reconfigurações do videoclipe na era do streaming (GARRET, 2020), em suas dimensões estéticas (SOARES, 2013), de consumo, circulação e participação do público. No âmbito das artes e do design gráfico, publicações impressas e desenvolvimento de encartes para mídias físicas- com destaque para o vinil, são exemplos de objetos de estudos que revigoram uma indústria impulsionada por fatores como o apelo nostálgico e experiências ritualísticas de materialidade e fetichismo com a música.

 

Temas de interesse

  • A visualização da música em sentido amplo: reconfigurações estéticas, éticas e de narrativas considerando os diversos suportes, mídias e telas.
  • Novos gêneros e formatos audiovisuais/sonoros e as relações entre imagem e som nesses espaços.
  • Memes, fandoms e influencers: ativismo musical e plataformização da música a partir de múltiplas telas.                                                                                                                                                    
  • Tensões e diálogos entre audiovisualidades e música no âmbito da inteligência artificial.
  • Difusão e consumo de música e audiovisual num cenário de autocomunicação de massa.
  • Proposições teórico-metodológicas acerca do tema em pauta.
  • Estudos interdisciplinares envolvendo marketing, cenografia, artes cênicas, visuais e plásticas, design, arquitetura e suas conexões com imagem e som.
  • Coberturas audiovisuais de eventos e megaeventos musicais.
  • A “questão musical” e suas abordagens no cinema e na televisão.
  • Confluências e distinções entre áudio e música no streaming.
  • O videoclipe contemporâneo: discursos e narrativas que privilegiam a visualização da música.
  • Questões políticas e sociais envolvendo áudio/música e vídeo.
  • Produções amadoras e profissionais num cenário de convergência e recirculações de imagem e som (redes sociais, engajamento, participação e fluência midiática).
  • Relações entre jornalismo e música a partir da imagem.

 

Datas Importantes
Lançamento e chamada - de 17/06 a 04/08

Envio para pareceristas: desde os primeiros recebimentos até 07/08

retorno pareceristas: até 27/09

Revisão: 27/09 a 15/12

Publicação: 30/12/2025

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