La presencia del teatro simbólico en el proscenio textual brasileño
en escena, O rato no muro, de Hilda Hilst
DOI:
https://doi.org/10.34019/1982-0836.2026.v30.52339Palabras clave:
Teatro simbólico, Dramaturgia brasileña, Crítica feminista, Espacio escénicoResumen
O rato no muro (1967), obra dramática producida por Hilda Hilst, constituye el corpus de análisis de este artículo. El objetivo es examinar cómo la escritora articula elementos simbólicos y formales para representar una sociedad marcada por el autoritarismo. La reflexión, de orientación hermenéutica, establece diálogo con la crítica feminista y con los postulados de Jean-Pierre Ryngaert (1996), Patrice Pavis (2015), Anne Ubersfeld (2005), Peter Szondi (2001) y Raymond Williams (2002) acerca del drama moderno. En efecto, esta investigación se centrará en la configuración de las didascalias y en la constitución del espacio escénico diegético (el convento y el muro) como mecanismos de confinamiento que revelan la “estructura de sentimiento” del período dictatorial brasileño. Los resultados demuestran que el drama hilstiano trasciende el panfletarismo político al articular, por medio de la fragmentación de los personajes y de metáforas insólitas, una crítica a la opresión social y a los aprisionamientos de la subjetividad humana.
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