A PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS E AS CONTRADIÇÕES METABÓLICAS DO CAPITAL

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Resumo

O objetivo do artigo é caracterizar a conjuntura histórica em que surgiu a pandemia do novo coronavírus e seus vínculos orgânicos com as contradições metabólicas do capital. O novo metabolismo demográfico indica que o século XXI será o século do envelhecimento das populações humanas, ampliando-se aquilo que denominamos “gerontariado”, a nova camada social do proletariado na era do capitalismo global em sua fase de crise estrutural. O gerontariado é constituído pelo contingente de trabalhadores “mais velhos” e idosos” altamente escolarizados, incluindo neles, a fração do precariado “mais velho”. Portanto, tendo em vista a emergência histórica que vivemos, torna-se importante levar em consideração, não apenas as “contradições fundamentais” do modo de produção capitalista, que tem no movimento tendencial de queda da taxa de lucro o seu fundamento essencial; mas expor àquilo que denominamos “contradições metabólicas do capital” a partir da “falha metabólica” entre o capital e a natureza.

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Biografia do Autor

Giovanni Alves, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Professor de sociologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus de Marília e coordenador-geral da RET (Rede de Estudos do Trabalho). É autor de vários livros na área de trabalho e globalização. Site: www.giovannialves.org. E-mail: giovanni.alves@uol.com.br

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Publicado

2022-01-07