UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA MARCAÇÃO DE GÊNERO ENTRE A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E A LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA

  • Suammy Priscila Rodrigues Leite Cordeiro IFMT
  • Joana Rita da Silva Conde e Sousa Instituto Politécnico de Coimbra
  • Marcos Roberto Santos Universidade do Estado do Amazonas
Palavras-chave: Gênero, Comparação, Morfologia, LGP, Libras

Resumo

O povo surdo em todo o mundo possui como língua natural a língua gesto-visual, que se diferenciam linguisticamente de um país para o outro em seus componentes lexicais, fonológicos, morfológicos, sintáticos, semânticos e pragmáticos. Assim, esta pesquisa tem como objetivo realizar uma análise morfológica sobre a marcação de gênero entre a Língua Gestual Portuguesa (LGP) e a Língua Brasileira de Sinais (Libras), para detectar diferenças e similaridades em seus usos. Para a realização dessa pesquisa foi feito levantamento bibliográfico nos referenciais teórico-analíticos baseados em estudos de especialistas em linguística da Libras como Quadros e Karnopp (2004), Ferreira (2010), entre outros, e na LGP Amaral et al. (1994) e Correia (2017). Esta investigação é de natureza qualitativa e tem como método de coleta de dados a pesquisa bibliográfica em três fontes: o Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Libras, Volumes 1 e 2 (2013) e o Gestuário Digital de Língua Gestual Portuguesa (2008) e Moderna Gramática Portuguesa (2009). A etapa final da pesquisa configurou-se na análise de conteúdo. O resultado dessa pesquisa comprovou a diferença entre as línguas estudadas, e foi delineado uma tabela comparativa que elucida os tipos de marcações de gênero em LGP e Libras, tendo por bases os estudos da LP.

Biografia do Autor

Suammy Priscila Rodrigues Leite Cordeiro, IFMT

Professora efetiva do IFMT, docente de Libras e coordenadora das políticas de diversidade e inclusão.

Doutoranda pela Universidade de Lisboa em educação, mestre em linguística pela UFMT, Graduação em pedagogia. 

Publicado
2019-04-30
Seção
Artigos