RETHINKING CHILD RIGHTS THROUGH POST-CHILD ETHICS

  • Stuart C. Aitken Department of Geography San Diego State University
Palavras-chave: Juventude, cidadania emocional cotidiana, ética sustentável pós-humana

Resumo

Direitos infantis universais não funcionam. Há uma
trajetória clara de agendas baseadas em direitos, desde o
Iluminismo, que deixam os jovens sem espaço e fora do
lugar. Com este artigo, concentro-me explicitamente na vida precária da juventude: sua situação dentro de
cenários de transformação política e econômica que
enfraquecem as instituições sociais tradicionais de cuidado
e cidadania. Como a vida dos jovens são feitas ou desfeitas
enquanto sofrimento e capacidade de suportar, por meio
da despossessão e do apagamento? Empiricamente, eu
discuto o cerceamento dos direitos dos jovens em face
da transformação do socialismo de Estado, em primeiro
lugar, para um Estado neoliberal aparentemente livre e
aberto no segundo. Que tipo de possibilidades políticas
baseadas em direitos estão disponíveis para os jovens de
hoje e como a cidadania emocional cotidiana medeia esses
eventos? A noção de cidadania emocional cotidiana é capaz
de retrabalhar contextos de direitos e sujeitos? Sugiro uma
possível resposta a essa pergunta por meio do que Rosi
Braidotti chama de ética sustentável pós-humana
Publicado
2018-12-27
Seção
Artigos