A pandemia de COVID-19 e a Atenção Primária à Saúde

Autores

Palavras-chave:

Infecção por coronavírus, Atenção Primária à Saúde, Epidemiologia, Sistemas de saúde

Resumo

A COVID-19 tem pressionado os sistemas de saúde em todo o mundo, aumentando a demanda de forma rápida, pelo volume de infectados e pela complexidade exigida para o tratamento dos casos graves. As primeiras intervenções foram, em escala mundial, direcionadas a equipar os hospitais com novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para doentes graves.1 Afinal, uma das grandes preocupações no enfrentamento desta pandemia tem sido a disponibilidade de estrutura hospitalar capaz de atender os casos que requerem cuidados mais complexos. No entanto, logo ficou claro que todos os níveis da Rede de Atenção à Saúde são importantes para o enfrentamento da pandemia, pois uma APS forte, coesa, capaz de executar ações de prevenção, promoção de saúde, tratamento e reabilitação garante maior sucesso nas ações em todos os níveis.2 Assim, a Atenção Primária à Saúde (APS) pode contribuir decisivamente para minimizar a incidência e a mortalidade pela COVID-19.

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Biografia do Autor

Silvia Lanziotti Azevedo da Silva, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Fisioterapeuta Graduada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Mestre e doutora em Ciência da Reabilitação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialista em Gerontologia (FES-JF) e Gestão em Redes de Atenção à Saúde (EAD/ENSP/Fiocruz). Pós-doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva no Núcleo de Estudos em Saúde Pública e Envelhecimento do Instituto de Pesquisas René Rachou/Fiocruz MG (NESPE/Fiocruz-MG). Professora Adjunta do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Docente permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG).

 

Estela Márcia Saraiva Campos, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado do Rio de Janeiro (1979), mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002) e doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2007). Atualmente é professora Associada II daa Universidade Federal de Juiz de Fora - MG. Compõe o corpo docente do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da UFJF e do Mestrado Profissional em Saúde da Família - ABRASCO - PROFSAUDE/UFJF Coordenadora Adjunta do Núcleo de Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde - NATES/UFJF.

Letícia de Castro Martins Ferreira, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Doutora em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF (2019). Mestre em Ciências em Engenharia Biomédica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ (2000). Especialista em Saúde da Família, pela Universidade Federal de Juiz de Fora UFJF, 2001. Título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade, Associação Médica Brasileira, 2004. Formada em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF em 1996. Atualmente atuando como professora adjunta da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Mário Círio Nogueira, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Professor Adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Doutor em Saúde Brasileira pela UFJF (2018). Especialista em Medicina de Família e Comunidade (2004) e em Homeopatia (2010) pela Associação Médica Brasileira (AMB). Cursou a Especialização em Homeopatia pelo Instituto Hahnemanniano do Brasil - IHB (2006) e a Residência em Medicina Geral e Comunitária pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ (1998). Graduado em Medicina pela UFJF (1996). 

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Publicado

2021-06-23

Edição

Seção

Editorial