Sobre a luta pelo direito do Outro de ser diferente
DOI:
https://doi.org/10.34019/2236-6296.2019.v22.29602Resumen
El artículo tiene como objetivo discutir los procesos de semejanza impuestos en los períodos Colonial y Imperial de Brasil por el racismo de los esclavistas a los diferentes pueblos africanos que fueron traídos aquí para suministrar la mano de obra necesaria para grandes plantaciones y minería de oro y diamantes. Como en las teologías negras y feministas, el artículo se desarrolla a partir de la narrativa de la experiencia ecuménica personal del autor en el proceso de tomar conciencia de su negritud, para luego reflexionar sobre los procesos ecuménicos de confrontación con el racismo arraigado en la sociedad brasileña a lo largo de su historia. El artículo busca enfatizar que el racismo tiene dimensiones que escapan y trascienden la lucha contra la explotación económica y la represión política de los agraviados racialmente. En el proceso de sujeción impuesto sobre ellos, las iglesias jugarán un papel clave en la destrucción de su cultura. El miedo, la ignorancia, la intolerancia y la violencia son los elementos que nutren el racismo en sus diferentes expresiones, especialmente en el campo religioso. La superación del racismo implica necesariamente en la afirmación de lo diferente, en su derecho a ser diferente. Por lo tanto, la cuestión de la libertad religiosa es de fundamental importancia para la práctica ecuménica interreligiosa en Brasil hoy en día, enseñándonos que los diferentes pueden coexistir sin dejar de ser lo que son, construyéndose mutuamente en el encuentro de los diferentes. Todos tienen el desafío de afirmar sus diferencias sin negarse unos a otros: ser incluye el no ser, sin dejar de ser.
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