Monsters of our own and others. Demons and hybrid creatures in patristic and literary discourse.
Demonios y creaturas hibridas en el discurso literário patristico y monástico
DOI:
https://doi.org/10.34019/2236-6296.2025.v28.47986Keywords:
Monk, Monster, Hybridity, Ethiopian, Identity.Abstract
This article examines the monstrous and demonic visions found in literary works and narratives produced by monks of the Egyptian desert during the formative period of the Western monastic movement. Drawing on Macumber’s (2021) notion of hybridity as an index of alterity or threat—yet also as a category linked to the individual monk’s body as a heterotopia (Foucault, 1994), a space wherein both individual and collective identities are negotiated—we seek to advance the analyses developed by Brakke (2001; 2006) and Pinheiro (2024) concerning the complex identity dynamics that bound these monks to the monstrous and demonic apparitions that assailed them. Our inquiry thus focuses on the monks’ perceptions of such phenomena—understood not invariably as threatening or negative—and their corresponding reactions, with particular emphasis on the transformative processes these encounters catalyzed in their ongoing pursuit of identity formation and reaffirmation.
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