Preto velho, memória, juventude umbandista

  • Sônia Regina Corrêa Lages

Resumo

Este ensaio oferece uma reflexão sobre a importância das entidades do preto e da preta velha para a
juventude umbandista considerando a intolerância religiosa e as tradições n a modernidade. Eles são
os representantes da memória histórica da escravização no Brasil e símbolos da diáspora negra no
campo religioso afro brasileiro da umbanda. O racismo alcança este campo religioso na forma de
preconceito, discriminação e violência, o que produz desdobramentos na identidade religiosa e
subjetividade dos jovens umbandistas. Aquelas entidades, em seus diferentes sentid os, podem
oferecer aos jovens instrumental simbólico que os fortaleça nas lutas pelo reconhecimento positivo
de suas identidades religiosas.

Publicado
2020-02-11
Seção
Religiões Africanas e Afrodiaspóricas