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Capa
Informações sobre os artistas responsáveis pela criação da arte da capa da Revista NAVA.
Dossiê: Perspectivas da pesquisa em Música no Brasil
Ementa:
Este dossiê temático propõe um exame abrangente do estado atual da pesquisa em Música no Brasil, com um leque temático que abrange tanto teorias e práticas consolidadas quanto novas perspectivas emergentes no campo, a fim de oferecer um panorama de discussões que reflita a diversidade de abordagens e o dinamismo das investigações musicais contemporâneas.
Serão admitidas submissões que abordem discussões de caráter amplo e aspectos específicos da área, nos moldes expostos a seguir, sem, contudo, se limitar a eles:
- Paradigmas, Conceitos e Teorias da Pesquisa em Música:
Reflexões sobre fundamentos teóricos que sustentaram ou sustentam a pesquisa em Música. - Práticas de Pesquisa na Área de Música:
Análises de metodologias de pesquisa adotadas na área da Música, considerando a diversidade de abordagens qualitativas, quantitativas e mistas, assim como sua trajetória histórica e seus desafios metodológicos. - História da Pesquisa em Música no Brasil:
Olhares contextualizados sobre o desenvolvimento da área no Brasil, em seus elementos humanos, institucionais e documentais. - Subáreas da Pesquisa em Música:
Explorações dedicadas às tradicionais vertentes da área, em suas possibilidades criativas, educacionais e musicológicas, sob termos como Análise musical, Cognição musical, Composição musical, Educação musical, Estudos culturais, Etnomusicologia, Musicologia histórica, Performance (ou Práticas interpretativas), Sonologia, Tecnologia, e Teoria musical. - Pesquisas Não Acadêmicas:
Debates sobre pesquisas realizadas fora do ambiente acadêmico, incluindo aqui iniciativas de músicos, colecionadores, produtores culturais, pesquisas artísticas e outras práticas que contribuem para a documentação e o estudo da música. - Discussões Transversais às Diversas Subáreas da Música:
Abordagens que realizam um cruzamento de diferentes subáreas da pesquisa em Música, ou mesmo que desafiem as divisões da área, incluindo iniciativas de música e inclusão, o ensino de práticas musicais no ensino superior, o mundo do trabalho na música, diversidade e improvisação musical.
Objetivos do Dossiê:
- Fornecer uma visão abrangente das práticas de pesquisa em Música no Brasil.
- Estimular o debate e a reflexão sobre as teorias e metodologias que orientam a pesquisa musical.
- Destacar as contribuições das diferentes subáreas da pesquisa em Música e promover o diálogo interdisciplinar.
- Refletir sobre o papel da pesquisa em música na sociedade contemporânea e suas perspectivas futuras.
Público-Alvo:
Este dossiê é destinado a pesquisadores, educadores, músicos e demais interessados em compreender as múltiplas facetas da pesquisa em Música no Brasil. Serão admitidos trabalhos submetidos por doutores e por doutorandos em coautoria com ao menos um doutor.
Cronograma e Prazos:
- Submissão de artigos: de 15 de junho de 2025 até 15 de agosto de 2025;
- Publicação: prevista para o segundo semestre de 2025.
Informações sobre Submissão:
Os artigos devem ser submetidos através do sistema de submissão online do periódico, seguindo as diretrizes de formatação e estilo disponíveis no site do mesmo (https://periodicos.ufjf.br/index.php/nava/about).
Palavras-chave: Metodologia da pesquisa em Música; Pesquisa musical; Pesquisa musicológica.
Referências
BORGES, Renato Pereira Torres. A árvore e a rede: repensando nossa teoria para a área de Música. OPUS, v. 28, p. 1-41, dez. 2022.
BORGES, Renato Pereira Torres. Periódicos acadêmicos brasileiros da área de Música: cronologia continuada (2000-2020). Música Hodie, v. 23, 2023.
BRAGAGNOLO, Bibiana; PELLEGRIM SANCHEZ, Leonardo. Pesquisa artística no Brasil: mapas, caminhos e trajetos. Orfeu, Florianópolis, v. 7, n. 2, p. e0102, 2022. DOI: 10.5965/2525530407022022e0102. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/orfeu/article/view/21148. Acesso em: 25 ago. 2024.
BRIETZKE, Marta Macedo; OLIVEIRA, Mário André Wanderley; PRESGRAVE, Fabio Soren. Tocar é aprender e ensinar, e ensinar e aprender é tocar: reflexões sobre a ideia de Professor Propositor Performer. Revista da ABEM, v. 31, n. 1, p.1-20, 2023.
CERQUEIRA, Daniel Lemos. Pesquisa Artística: um breve panorama. Revista Interdisciplinar em Cultura e Sociedade, p. 28-43, 2021.
CHIMÈNES, Myriam. Musicologia e História. Fronteira ou “terra de ninguém” entre duas disciplinas? Revista de História, n. 157, 2º semestre de 2007, p. 15-29.
DEMORE, Givas; MAGALHÃES-CASTRO, Beatriz. Musicologia e pós-disciplinaridade: da musicologia comparada à etnomusicologia. ICTUS, v. 14, p. 43-64, 2020.
FONSECA, Edilberto José de Macedo. O etno, o folk e o popular: trajetórias conceituais na etnomusicologia brasileira. OPUS, [s.l.], v. 30, p. 1-31, ago. 2024.
IKEDA, Alberto T. Pesquisa em música: algumas questões. Cadernos da Pós-Graduação, Campinas, v.5, n.2, p.43-45, 2001.
LÓPEZ-CANO, R.; SAN CRISTÓBAL OPAZO, U. Investigación artística en música: problemas, métodos, experiencias y modelos. Barcelona: Edição dos Autores, 2014.
LUCAS, Maria Elizabeth. Sobre o significado da pesquisa em música na Universidade. Porto Arte, Porto Alegre, v. 2, n. 4, 1991. p. 51-55.
NOGUEIRA, Ilza. Institucionalização da pesquisa em música no Brasil: o processo de tornar-se. In: CANDUSSO, Flavia (org.). 30+30: Pós-graduação & Música. Série Paralaxe, 5. Salvador: EDUFBA, 2020. p. 65-84.
OLIVEIRA, Jamary. Reflexões críticas sobre a pesquisa em música no Brasil. Em Pauta, ano 4, n. 5, jun. 1992. p. 3-11.
ROCHA, Edite; ZILLE, José Antônio Baêta (org.) Musicologia[s]. Série: Diálogos com o Som, v. 3. Barbacena: UEMG, 2016.
SALGADO, J. A. Questões de método e interlocução em pesquisas com práticas de música. El oído pensante, vol. 2, n°2, 2014.
SANDRONI, Carlos. Apontamentos sobre a história e o perfil institucional da etnomusicologia no Brasil . Revista USP, São Paulo, Brasil, n. 77, p. 66–75, 2008.
Dossiê "Design como Prática Sistêmica: Criatividade, Sociedade e Tecnologia"
Editoras do dossiê:
Professora Dra Lia Paletta Benatti - UFJF
Professora Germannya Garcia Araújo Silva - UFPE
Ementa:
Em um cenário global atravessado por crises climáticas, deslocamentos forçados, desinformação em larga escala e desigualdades sociais, o design é convocado a atuar para além da forma — como prática crítica e transdisciplinar. Este dossiê temático propõe uma reflexão sobre o papel do design como catalisador de mudanças sistêmicas, éticas e inclusivas, que combinem criatividade com responsabilidade, tecnologia com empatia, e estética com sociedade
O objetivo é reunir trabalhos teóricos, empíricos e experimentais que explorem abordagens plurais interconectadas, voltadas à reconfiguração dos modos de fazer, pensar e ensinar design. Interessam-nos contribuições que articulem inovação tecnológica e material com práticas pedagógicas, modos de fazer com cuidado de preservar a memória e a cultura local, além de estratégia de pensamento e ferramentas que superem os limites tradicionais do campo.
Esse dossiê propõe um debate transversal que conecta quatro grandes eixos:
1) Circularidade e inovação, 2) Ferramentas de IA e Realidade Virtual no Processo Criativo, 3) Design e Saúde Coletiva, e 4) Decolonialidade no Design. Cada um desses temas, embora específico, se entrelaça com os demais, compondo um ecossistema de práticas e reflexões.
Circularidade e Inovação
- Design de produtos e sistemas com biomateriais, recicláveis ou de baixo impacto ambiental;
- Estratégias para reuso, reparo, compartilhamento e combate à obsolescência programada;
- Design para adaptação e mitigação de desastres socioambientais.
Ferramentas de IA e Realidade Virtual no Processo Criativo
- Aplicações de inteligência artificial generativa e tecnologias imersivas em design;
- Questões éticas, autorais e legais em projetos com IA;
- Reflexões sobre o humano, o algoritmo e a criatividade.
Design e Saúde Coletiva
- Projetos baseados em biofeedback, acessibilidade e design afetivo;
- Soluções emergenciais de acolhimento e abrigo;
- Design inclusivo como ferramenta de cuidado, escuta e/ou reparação.
Decolonialidade no Design
- Crítica aos paradigmas eurocentrados e valorização de saberes locais e periféricos;
- Projetos de design e memória, identidade e pertencimento;
- Representações e estereótipos em branding, mídia e visualidades hegemônicas.
Todos os trabalhos deverão, de forma explícita ou implícita, considerar os aspectos sociais da diferença — raça, gênero, classe, território e deficiência — como elementos constitutivos da análise e não como recortes isolados. Espera-se que a interdisciplinaridade seja uma lente crítica para pensar tanto as desigualdades quanto às possibilidades de transformação no campo do design.
Cronograma e prazos:
- Submissão de artigos: de 15 de dezembro de 2025 até 15 de fevereiro de 2026;
- Publicação: prevista para o primeiro semestre de 2025.
Informações sobre submissão:
Os artigos devem ser submetidos através do sistema de submissão online do periódico, seguindo as diretrizes de formatação e estilo disponíveis no site do mesmo (https://periodicos.ufjf.br/index.php/nava/about/submissions).
Palavras-chave: Design Circular; Design Generativo; Design e Representação Social; Design e Saúde; Design e Tecnologias emergentes;
Referências:
MANZINI, E.; VEZZOLI, C. O desenvolvimento de produtos sustentáveis: os requisitos ambientais dos produtos industriais. Edusp, 2011.
SANTAELLA, L. Inteligência artificial e cultura: oportunidades e desafios para o sul global. UNESCO, 2021.
PRADO, G. Arte telemática: dos intercâmbios pontuais aos ambientes virtuais multiusuário. Itaú Cultural, São Paulo, 2003.
NOBLE, S. U; DAMORIM, F. Algoritmos da Opressão: Como o Google fomenta e lucra com o racismo. Editora Rua do Sabão, 2021.
ROSA, C. S.; MERINO, G. S. A. D.; MERINO, E. A. D. Design e Saúde: um panorama de estudos relacionados ao desenvolvimento de projetos de Design em ambientes hospitalares no cenário brasileiro. In: Anais do 14º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. São Paulo: Blucher, 2022.
ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/ped2022-4839528
GONZALES, L.; FAKHOURY, R.; HENRIQUES, F.; YAGUACHE, J.; ALTAMIRANO, V. (org). Design inclusivo e persuasivo. Ria Editorial, 2022.
BONSIEPE, G. Design, Cultura e Sociedade. Edgard Blücher, 2011.
BATISTA, S.; CARVALHO, R. A. P. Design e decolonialidade: fundamentos, debates e rupturas. Arcos Design, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 6–25, 2022. DOI: 10.12957/arcosdesign.2020.69742.
SOUZA, N. F. Design como ferramenta de comunicação de retomada da identidade do negro brasileiro à diáspora afrinaca. In: Anais do Simpósio de Pós-graduação em Design da Esdi. Anais...Rio de Janeiro(RJ) ESDI / UERJ, 2019.
FLUSSER, V. O Mundo Codificado: Por uma Filosofia do Design e da Comunicação. Ubu Editora, 2017.
ONO MISUKO, M. Design, Cultura e Identidade, no contexto da globalização. Revista Design em Foco, vol. I, núm. 1, julho-dezembro, 2004, pp. 53-66 Universidade do Estado da Bahia.
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