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Lista de comprobación para la preparación de envíos

Como parte del proceso de envío, los autores/as están obligados a comprobar que su envío cumpla todos los elementos que se muestran a continuación. Se devolverán a los autores/as aquellos envíos que no cumplan estas directrices.

Directrices para autores/as

As diretrizes para a submissão para a revista Nava sofreram modificações com relação às edições. Estas condições são válidas a partir da submissão para a primeira edição de 2025 - Número 16.

A identificação no sistema de todos os autores e co-autores é obrigatória para a submissão de trabalhos e o acompanhamento do processo editorial. Acesse sua conta ou cadastre-se.

Os autores dos trabalhos apresentados deverão estar cientes e obedecer as diretrizes a seguir:

1. Os trabalhos devem ser inéditos. A publicação de traduções, resenhas e entrevistas são de responsabilidade da equipe editorial e depende do consentimento do(s) autor(es) e/ou entrevistado(s). É necessário que o autor apresente a autorização para a publicação da tradução ou da entrevista após o aceite do artigo

2. Todos os trabalhos serão avaliados por, pelo menos, dois pareceristas no sistema duplo-cego.

3. Os originais devem ser encaminhados após o autor ter feito uma revisão criteriosa. O conteúdo dos trabalhos é de responsabilidade do(s) autor(es).

4. Ao encaminhar o seu trabalho para apreciação, o(s) autor(es) deve(m) estar ciente(s) de que, uma vez aprovado para publicação, o direito de publicação será cedido imediatamente e sem ônus à Revista Nava. Após a publicação, os autores manterão o direito de reprodução de seus trabalhos. Adotamos a licença Creative Commons CC-BY, atribuição 4.0 internacional. Ela permite aos autores manter o direito autoral sobre os textos após a publicação pela revista.

5. Ao submeter um texto para publicação, o autor concorda com as normas aqui divulgadas. Casos de plágio ou quaisquer outras ilegalidades nos trabalhos apresentados são de exclusiva responsabilidade dos autores.

6. Todos os autores devem ser identificados e cadastrados no site da revista Nava. Em caso de coautoria, todos os autores devem ser incluídos no campo 'Lista de Coautores', no momento da submissão do texto.

7. Artigos com mais de um autor devem apresentar a Declaração de Autores, conforme a taxonomia CRediT (https://credit.niso.org), ao final do manuscrito, antes das referências.

8. Os autores são responsáveis por manter seus dados biográficos atualizados no site da Nava. A revista não se responsabiliza pela retificação de informações desatualizadas após a publicação de cada edição.

9. Serão aceitas submissões de mestrandos, mestres e doutorandos, em co-autoria com doutores.

10. Para os trabalhos criados em coautoria, ao menos um dos autores deve ter a titulação de doutor.

11. Para evitar a endogenia e, em consonância aos indexadores, a revista Nava não publica textos de pesquisadores e estudantes ligados ao Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e Linguagens da UFJF.

12. É imprescindível que o autor retire todas as referências a si e aos demais autores do artigo antes da submissão, inclusive a menção a trabalhos anteriores e a instituições de vínculo. As mesmas devem ser substituídas por “xxx” no corpo do texto, em notas de rodapé e nas referências bibliográficas.

13. Os artigos devem conter título, resumo (até 250 palavras) e palavras-chaves (até quatro), em português e em inglês. 

14. Os arquivos submetidos para avaliação devem ser nomeados de acordo com os exemplos abaixo: 

  • ARTIGOS: ART_TITULO_ABREVIADO_MESANO 
  • ENTREVISTA: ENT_TITULO_ABREVIADO_MESANO
  • ENSAIO: ENS_TITULO_ABREVIADO_MESANO
  • DOSSIÊ: DOSSIE_TITULO_ABREVIADO_MESANO
  • FLUXO CONTÍNUO: FCONT_TITULO_ABREVIADO_MESANO

15. O conteúdo dos textos publicados e a veracidade das informações apresentadas são de inteira responsabilidade dos autores e não expressam a opinião da revista Nava e da equipe editorial.

16. Todos os contatos para discutir a submissão devem ser feitos pelo site da revista Nava.

17. Volume do texto: artigos, traduções e entrevistas deverão ter entre 15 mil e 45 mil caracteres com espaços, incluindo as referências, notas, tabelas e imagens. Resenhas e ensaios devem ter de 8 mil a 15 mil caracteres com espaços, incluindo as referências, notas, tabelas e imagens.

18. Tamanho e formato do arquivo: o arquivo a ser enviado com o texto deve ser salvo em .docx, .rtf ou similar e não deve ultrapassar 2MB.

19. Formatação do artigo:

Título

- Fonte: Times New Roman

- Corpo: (tamanho): 14

- Negrito

- Entrelinhas (espaço): 1,5

- Alinhamento: à direita

- Recuo de primeira linha: não

- Palavras estrangeiras e neologismos devem estar em itálico

- Título em inglês: imediatamente abaixo 

- Resumo: (até 250 palavras) e palavras-chaves (até quatro, em maiúsculas e minúsculas, separados por ponto e vírgula), em português e em inglês. Incluir o título em inglês antes do resumo, com a mesma formatação: Fonte: Times New Roman. Corpo (tamanho): 10. Entrelinhas: espaçamento simples. Alinhamento justificado.

- Formatação do texto: Fonte: Times New Roman. Corpo (tamanho): 12. Entrelinhas (espaço): 1,5. Alinhamento justificado. Recuo de primeira linha: 12mm. Palavras estrangeiras e neologismos devem estar em itálico. Não usar negrito ou sublinhado nos termos. Use o itálico para realce.

- Formatação de citações: usar “aspas” apenas para citações de até três linhas inteiras dentro do parágrafo. Usar apóstrofos para a citação dentro da citação. Citações longas devem ser destacadas do texto, em parágrafo separado, sendo:

Recuo: 40 mm. Fonte: Times New Roman. Corpo (tamanho): 10. Entrelinhas (espaço): 1. Alinhamento justificado. Não usar negrito ou sublinhado nos termos. Use o itálico para realce e informe se o grifo consta do original ou não, acrescentando, conforme o caso: (Autor, ano, p. x, grifo nosso) ou (Autor, ano, p. y, grifo no original). O trecho deve estar separado do texto por parágrafos adicionais (linha branca), um antes e um depois.

- Formatação das referências: Fonte: Times New Roman. Corpo (tamanho): 10. Entrelinhas (espaço): 1,5. Alinhamento justificado. Parágrafos com recuo especial de 12mm a partir da segunda linha.

- Um template do modelo do formato de artigos está disponível no link https://drive.google.com/drive/folders/1YrXUIYcNJ6koKTH7A9M6ZC5-sjlP9M2a?usp=sharing 

Livros:
Sobrenome, Prenome. Título: subtítulo. Edição. Lugar: Editora, ano.

Exemplo: BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.

Capítulo de livros:
Sobrenome, Prenome. Capítulo de livro. In: Sobrenome, Prenome. Título: subtítulo. Edição. Lugar: Editora, ano. 1a página - última página.

Artigos em periódicos:
Sobrenome, Prenome. Título do artigo. Título do periódico, Cidade, volume, número, ano, página inicial e final da parte referenciada no formato p. x-x, ano.

Citação de internet:
Devem seguir as mesmas regras anteriores para autor e título, sucedida das informações: Disponível em: endereço completo da página acessada (exemplo: <http://www.ufjf.br/portal>). Acessado em: dia, mês e ano (exemplo: 24 jul. 2014).

Dissertações e teses:
Sobrenome, Prenome. Título da obra: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas. Categoria (Grau e área de concentração) – Instituição, Local.

Trabalhos de eventos:
AUTOR. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO, número., ano congresso, Cidade. Nome dos anais ou apenas Anais… Cidade: Editora, ano publicação. página inicial e final da parte referenciada no formato p. x-x.

Notas: todas as notas devem ser inseridas no final da página, em notas de rodapé. Indicar, em nota, se alguma versão do texto já houver sido apresentada em congresso, seminário, simpósio etc.

Referências: devem ser inseridas no sistema autor-data no corpo do texto com o seguinte modelo de formatação: (SOBRENOME, ano de publicação, p. xx).

Imagens: devem ser inseridas no corpo do texto com a devida referência de fonte e legenda em tamanho 10, Times New Roman, espaço simples. Resolução de 300 dpi em extensão TIF, JPG, JPEG ou GIF.

Havendo dúvida ou casos ausentes nesta norma, deve-se observar a norma NBR 14724 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Autorização de uso de imagens e sons:
Todas as imagens e sons que não sejam de autoria do proponente do texto necessitam de autorização expressa por escrito do autor para a publicação. O fornecimento dessas autorizações é responsabilidade dos autores e podem ser providenciadas depois do aceite para a publicação. 

Entrevistas
As entrevistas devem ser inéditas e deverão ter entre 15 mil e 45 mil caracteres com espaço, incluindo as referências, notas, tabelas e imagens. A publicação de entrevistas depende do consentimento do(s) entrevistado(s).

Ensaios
Os Ensaios são divididos em Ensaios Visuais e Experimentações Sonoras:

Ensaios Visuais
Os ensaios visuais contemplam pesquisas artísticas. Devem reunir de 6 a 10 imagens, com resolução de 300 dpi, tamanho de 10 por 15 centímetros, em formato jpeg. O ensaio poderá vir, ou não, acompanhado de 1 página de texto, com o máximo de 2500 caracteres, no seguinte formato: Fonte Times New Roman, Tamanho 12, alinhamento justificado, entrelinhas 1,5. Os ensaios visuais podem conter obras que tenham sido anteriormente apresentadas ao público.

Experimentações Sonoras
As experimentações sonoras incluem composições, instalações sonoras e podcasts. É importante que essas possam ser veiculadas através de gravações ou links a serem disponibilizados pela revista. Os autores que assim desejarem podem fornecer uma pequena introdução escrita ou falada sobre as obras, intervenções ou ideias sonoras. Esta deverá ser redigida de acordo com a seguinte formatação de texto:

Fonte: Times New Roman

Corpo (tamanho): 12

Entrelinhas (espaço): 1,5

As experimentações sonoras podem conter obras, ou trechos de obras que tenham sido anteriormente apresentadas ao público.


Política para o Uso de Inteligência Artificial
A Revista NAVA estabelece diretrizes para o uso de ferramentas de Inteligência Artificial Generativa (IAGen), visando promover a integridade científica, a transparência, a responsabilidade autoral e ética no processo editorial, alinhada às recomendações do Committee on Publication Ethics (COPE) e na Política de Integridade do CNPq.

Para os fins destas diretrizes, consideram-se ferramentas de IAGen os sistemas capazes de produzir textos, imagens, códigos, tabelas, gráficos, traduções ou outros conteúdos a partir de comandos fornecidos pelos usuários.

Transparência e Declaração de Uso
A utilização de ferramentas de Inteligência Artificial Generativa é permitido, desde que realizada de forma ética, responsável e transparente. Na utilização de IAGen durante a elaboração de artigos, os autores deverão informar:

  • Justificativa do Uso: Além de declarar a ferramenta utilizada, os autores devem descrever a justificativa e o propósito do uso (exemplo: geração de ideias iniciais, revisão linguística ou gramatical, organização de tabelas e informações ou tradução).
  • Localização Preferencial: A declaração sobre o uso de IAGen deve ser apresentada ao final do artigo, em uma seção específica destinada a declarações ou informações complementares.

Modelo de Declaração: Neste artigo, utilizei/utilizamos a ferramenta de Inteligência Artificial [Nome], versão [XX], para [descrever a finalidade e a justificativa do uso]. Declaro que revisei/revisamos integralmente o conteúdo desenvolvido e tenho/temos total responsabilidade pelas informações, análises, interpretações e conclusões apresentadas neste artigo.

Responsabilidade Autoral e Integridade
A utilização de ferramentas de IAGen não transfere a responsabilidade científica, ética ou legal do artigo. O(s) autor(es) permanecem integralmente responsáveis pela originalidade, veracidade, integridade do trabalho submetido, pela preservação dos direitos autorais, da propriedade intelectual, da confidencialidade, da proteção de dados e quaisquer outras normas legais e éticas aplicáveis. O uso de IAGen deve atender aos seguintes princípios:

  • Vedação de Autoria: ferramentas de Inteligência Artificial não podem ser reconhecidas como autoras ou co-autoras dos artigos, uma vez que não possuem capacidade para assumir responsabilidades éticas, científicas ou legais.
  • Revisão e checagem: é de responsabilidade dos autores verificar a autenticidade, a existência e a exatidão de todas as referências bibliográficas citadas, incluindo dados, informações, referências e citações. Os autores devem assegurar que o manuscrito não contenha informações incorretas, imprecisas, desatualizadas, fabricadas ou inverídicas.

Avaliação por pares e o Processo Editorial
A avaliação científica constitui atividade exclusivamente humana e deve observar os princípios da confidencialidade, imparcialidade e independência.

  • Os editores e revisores devem preservar a confidencialidade e o sigilo dos trabalhos submetidos durante todo o processo editorial.
  • Confidencialidade: Editores e revisores estão proibidos de inserir manuscritos inéditos em ferramentas de IAGen para gerar pareceres, protegendo a confidencialidade científica e os direitos dos autores.

Descumprimento das Diretrizes e Medidas Cabíveis
O descumprimento das diretrizes para o uso de Inteligência Artificial Generativa será avaliado pela equipe editorial da Revista Nava, considerando a natureza, a gravidade e os impactos da ocorrência. A omissão da utilização de ferramentas de IA, bem como o seu uso para a fabricação, falsificação ou a manipulação de dados, imagens, resultados, referências, citações ou qualquer outro conteúdo que comprometa a integridade científica do artigo, poderá caracterizar má conduta científica. Conforme o caso, a Revista NAVA poderá adotar as seguintes medidas:

  • Rejeição imediata do artigo ou retratação de artigos já publicados.
  • Procedimentos editoriais como a solicitação de esclarecimentos, correções antes da publicação ou outras providências cabíveis, de acordo com a gravidade da ocorrência e as normas da Revista NAVA. Quando forem identificados indícios de má conduta científica, a revista poderá comunicar o caso às instituições de vínculo dos autores e aos órgãos competentes, como as agências de fomento, para as providências cabíveis, observadas a legislação e as normas institucionais aplicáveis.


Políticas Anti Plágio
Na revista Nava todas as submissões aceitas passam por análise de plágio a partir do uso do software iThenticate. Essa análise é realizada para garantir que os artigos sejam integralmente originais e atendam aos padrões de qualidade editorial necessários para apoiar a produção científica legítima. Em casos de suspeitas, a equipe editorial agirá para garantir o padrão de rigor científico e ético. A partir da constatação de má conduta por parte dos autores, o artigo será excluído do processo de avaliação. Nos casos de textos já publicados, será realizada a correção ou, até mesmo, a retirada integral do artigo.

Declaração de Direito Autoral
A revista Nava adota a licença Creative Commons CC-BY. Nossa política de direitos autorais garante aos autores a possibilidade de adaptar e partilhar o conteúdo publicado. Os autores se mantêm como detentores do copyright de seus trabalhos após a publicação.

Política de Privacidade
Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

Contato
Questões referentes ao processo de publicação e editorial: editorialrevistanava@gmail.com
Administrativo editorial: revista.nava@ufjf.br

Capa

Informações sobre os artistas responsáveis pela criação da arte da capa da Revista NAVA.

Dossiê: Perspectivas da pesquisa em Música no Brasil

Ementa:

Este dossiê temático propõe um exame abrangente do estado atual da pesquisa em Música no Brasil, com um leque temático que abrange tanto teorias e práticas consolidadas quanto novas perspectivas emergentes no campo, a fim de oferecer um panorama de discussões que reflita a diversidade de abordagens e o dinamismo das investigações musicais contemporâneas.

Serão admitidas submissões que abordem discussões de caráter amplo e aspectos específicos da área, nos moldes expostos a seguir, sem, contudo, se limitar a eles:

  1. Paradigmas, Conceitos e Teorias da Pesquisa em Música:
    Reflexões sobre fundamentos teóricos que sustentaram ou sustentam a pesquisa em Música.
  2. Práticas de Pesquisa na Área de Música:
    Análises de metodologias de pesquisa adotadas na área da Música, considerando a diversidade de abordagens qualitativas, quantitativas e mistas, assim como sua trajetória histórica e seus desafios metodológicos.
  3. História da Pesquisa em Música no Brasil:
    Olhares contextualizados sobre o desenvolvimento da área no Brasil, em seus elementos humanos, institucionais e documentais.
  4. Subáreas da Pesquisa em Música:
    Explorações dedicadas às tradicionais vertentes da área, em suas possibilidades criativas, educacionais e musicológicas, sob termos como Análise musical, Cognição musical, Composição musical, Educação musical, Estudos culturais, Etnomusicologia, Musicologia histórica, Performance (ou Práticas interpretativas), Sonologia, Tecnologia, e Teoria musical.
  5. Pesquisas Não Acadêmicas:
    Debates sobre pesquisas realizadas fora do ambiente acadêmico, incluindo aqui iniciativas de músicos, colecionadores, produtores culturais, pesquisas artísticas e outras práticas que contribuem para a documentação e o estudo da música.
  6. Discussões Transversais às Diversas Subáreas da Música:
    Abordagens que realizam um cruzamento de diferentes subáreas da pesquisa em Música, ou mesmo que desafiem as divisões da área, incluindo iniciativas de música e inclusão, o ensino de práticas musicais no ensino superior, o mundo do trabalho na música, diversidade e improvisação musical.

Objetivos do Dossiê:

  • Fornecer uma visão abrangente das práticas de pesquisa em Música no Brasil.
  • Estimular o debate e a reflexão sobre as teorias e metodologias que orientam a pesquisa musical.
  • Destacar as contribuições das diferentes subáreas da pesquisa em Música e promover o diálogo interdisciplinar.
  • Refletir sobre o papel da pesquisa em música na sociedade contemporânea e suas perspectivas futuras.

Público-Alvo:
Este dossiê é destinado a pesquisadores, educadores, músicos e demais interessados em compreender as múltiplas facetas da pesquisa em Música no Brasil. Serão admitidos trabalhos submetidos por doutores e por doutorandos em coautoria com ao menos um doutor.

Cronograma e Prazos:

  • Submissão de artigos: de 15 de junho de 2025 até 15 de agosto de 2025;
  • Publicação: prevista para o segundo semestre de 2025.

Informações sobre Submissão:
Os artigos devem ser submetidos através do sistema de submissão online do periódico, seguindo as diretrizes de formatação e estilo disponíveis no site do mesmo (https://periodicos.ufjf.br/index.php/nava/about).

Palavras-chave: Metodologia da pesquisa em Música; Pesquisa musical; Pesquisa musicológica. 

 

Referências

BORGES, Renato Pereira Torres. A árvore e a rede: repensando nossa teoria para a área de Música. OPUS, v. 28, p. 1-41, dez. 2022.

BORGES, Renato Pereira Torres. Periódicos acadêmicos brasileiros da área de Música: cronologia continuada (2000-2020). Música Hodie, v. 23, 2023.

BRAGAGNOLO, Bibiana; PELLEGRIM SANCHEZ, Leonardo. Pesquisa artística no Brasil: mapas, caminhos e trajetos. Orfeu, Florianópolis, v. 7, n. 2, p. e0102, 2022. DOI: 10.5965/2525530407022022e0102. Disponível em: https://periodicos.udesc.br/index.php/orfeu/article/view/21148. Acesso em: 25 ago. 2024.

BRIETZKE, Marta Macedo; OLIVEIRA, Mário André Wanderley; PRESGRAVE, Fabio Soren. Tocar é aprender e ensinar, e ensinar e aprender é tocar: reflexões sobre a ideia de Professor Propositor Performer. Revista da ABEM, v. 31, n. 1, p.1-20, 2023.

CERQUEIRA, Daniel Lemos. Pesquisa Artística: um breve panorama. Revista Interdisciplinar em Cultura e Sociedade, p. 28-43, 2021.

CHIMÈNES, Myriam. Musicologia e História. Fronteira ou “terra de ninguém” entre duas disciplinas? Revista de História, n. 157, 2º semestre de 2007, p. 15-29.

DEMORE, Givas; MAGALHÃES-CASTRO, Beatriz. Musicologia e pós-disciplinaridade: da musicologia comparada à etnomusicologia. ICTUS, v. 14, p. 43-64, 2020.

FONSECA, Edilberto José de Macedo. O etno, o folk e o popular: trajetórias conceituais na etnomusicologia brasileira. OPUS, [s.l.], v. 30, p. 1-31, ago. 2024.

IKEDA, Alberto T. Pesquisa em música: algumas questões. Cadernos da Pós-Graduação, Campinas, v.5, n.2, p.43-45, 2001.

LÓPEZ-CANO, R.; SAN CRISTÓBAL OPAZO, U. Investigación artística en música: problemas, métodos, experiencias y modelos. Barcelona: Edição dos Autores, 2014. 

LUCAS, Maria Elizabeth. Sobre o significado da pesquisa em música na Universidade. Porto Arte, Porto Alegre, v. 2, n. 4, 1991. p. 51-55.

NOGUEIRA, Ilza. Institucionalização da pesquisa em música no Brasil: o processo de tornar-se. In: CANDUSSO, Flavia (org.). 30+30: Pós-graduação & Música. Série Paralaxe, 5. Salvador: EDUFBA, 2020. p. 65-84.

OLIVEIRA, Jamary. Reflexões críticas sobre a pesquisa em música no Brasil. Em Pauta, ano 4, n. 5, jun. 1992. p. 3-11.

ROCHA, Edite; ZILLE, José Antônio Baêta (org.) Musicologia[s]. Série: Diálogos com o Som, v. 3. Barbacena: UEMG, 2016.

SALGADO, J. A. Questões de método e interlocução em pesquisas com práticas de música. El oído pensante, vol. 2, n°2, 2014.

SANDRONI, Carlos. Apontamentos sobre a história e o perfil institucional da etnomusicologia no Brasil . Revista USP, São Paulo, Brasil, n. 77, p. 66–75, 2008.

Dossiê "Design como Prática Sistêmica: Criatividade, Sociedade e Tecnologia"

Editoras do dossiê:

Professora Dra Lia Paletta Benatti - UFJF

Professora Germannya Garcia Araújo Silva - UFPE

 

Ementa:

Em um cenário global atravessado por crises climáticas, deslocamentos forçados, desinformação em larga escala e desigualdades sociais, o design é convocado a atuar para além da forma — como prática crítica e transdisciplinar. Este dossiê temático propõe uma reflexão sobre o papel do design como catalisador de mudanças sistêmicas, éticas e inclusivas, que combinem criatividade com responsabilidade, tecnologia com empatia, e estética com sociedade

O objetivo é reunir trabalhos teóricos, empíricos e experimentais que explorem abordagens plurais interconectadas, voltadas à reconfiguração dos modos de fazer, pensar e ensinar design. Interessam-nos contribuições que articulem inovação tecnológica e material com práticas pedagógicas, modos de fazer com cuidado de preservar a memória e a cultura local, além de estratégia de pensamento e ferramentas que superem os limites tradicionais do campo.

Esse dossiê propõe um debate transversal que conecta quatro grandes eixos:
1) Circularidade e inovação, 2) Ferramentas de IA e Realidade Virtual no Processo Criativo, 3) Design e Saúde Coletiva, e 4) Decolonialidade no Design. Cada um desses temas, embora específico, se entrelaça com os demais, compondo um ecossistema de práticas e reflexões.

Circularidade e Inovação

  • Design de produtos e sistemas com biomateriais, recicláveis ou de baixo impacto ambiental;
  • Estratégias para reuso, reparo, compartilhamento e combate à obsolescência programada;
  • Design para adaptação e mitigação de desastres socioambientais.

Ferramentas de IA e Realidade Virtual no Processo Criativo

  • Aplicações de inteligência artificial generativa e tecnologias imersivas em design;
  • Questões éticas, autorais e legais em projetos com IA;
  • Reflexões sobre o humano, o algoritmo e a criatividade.

Design e Saúde Coletiva

  • Projetos baseados em biofeedback, acessibilidade e design afetivo;
  • Soluções emergenciais de acolhimento e abrigo;
  • Design inclusivo como ferramenta de cuidado, escuta e/ou reparação.

Decolonialidade no Design

  • Crítica aos paradigmas eurocentrados e valorização de saberes locais e periféricos;
  • Projetos de design e memória, identidade e pertencimento;
  • Representações e estereótipos em branding, mídia e visualidades hegemônicas.

Todos os trabalhos deverão, de forma explícita ou implícita, considerar os aspectos sociais da diferença — raça, gênero, classe, território e deficiência — como elementos constitutivos da análise e não como recortes isolados. Espera-se que a interdisciplinaridade seja uma lente crítica para pensar tanto as desigualdades quanto às possibilidades de transformação no campo do design.


Cronograma e prazos:

  • Submissão de artigos: de 15 de dezembro de 2025 até 15 de fevereiro de 2026;
  • Publicação: prevista para o primeiro semestre de 2025.


Informações sobre submissão:

Os artigos devem ser submetidos através do sistema de submissão online do periódico, seguindo as diretrizes de formatação e estilo disponíveis no site do mesmo (https://periodicos.ufjf.br/index.php/nava/about/submissions).


Palavras-chave
: Design Circular; Design Generativo; Design e Representação Social; Design e Saúde; Design e Tecnologias emergentes;

 

Referências:

MANZINI, E.; VEZZOLI, C. O desenvolvimento de produtos sustentáveis: os requisitos ambientais dos produtos industriais. Edusp, 2011.

SANTAELLA, L. Inteligência artificial e cultura: oportunidades e desafios para o sul global. UNESCO, 2021.

PRADO, G. Arte telemática: dos intercâmbios pontuais aos ambientes virtuais multiusuário. Itaú Cultural, São Paulo, 2003.

NOBLE, S. U; DAMORIM, F. Algoritmos da Opressão: Como o Google fomenta e lucra com o racismo. Editora Rua do Sabão, 2021.

ROSA, C. S.; MERINO, G. S. A. D.; MERINO, E. A. D. Design e Saúde: um panorama de estudos relacionados ao desenvolvimento de projetos de Design em ambientes hospitalares no cenário brasileiro. In: Anais do 14º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. São Paulo: Blucher, 2022.

ISSN 2318-6968, DOI 10.5151/ped2022-4839528

GONZALES, L.; FAKHOURY, R.; HENRIQUES, F.; YAGUACHE, J.; ALTAMIRANO, V. (org). Design inclusivo e persuasivo. Ria Editorial, 2022.

BONSIEPE, G. Design, Cultura e Sociedade. Edgard Blücher, 2011. 

BATISTA, S.; CARVALHO, R. A. P. Design e decolonialidade: fundamentos, debates e rupturas. Arcos Design, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 6–25, 2022. DOI: 10.12957/arcosdesign.2020.69742.

SOUZA, N. F. Design como ferramenta de comunicação de retomada da identidade do negro brasileiro à diáspora afrinaca. In: Anais do Simpósio de Pós-graduação em Design da Esdi. Anais...Rio de Janeiro(RJ) ESDI / UERJ, 2019.

FLUSSER, V. O Mundo Codificado: Por uma Filosofia do Design e da Comunicação. Ubu Editora, 2017.

ONO MISUKO, M. Design, Cultura e Identidade, no contexto da globalização. Revista Design em Foco, vol. I, núm. 1, julho-dezembro, 2004, pp. 53-66 Universidade do Estado da Bahia.

Dossiê 2026.2 -Geopolíticas institucionais: redes artísticas e intelectuais no p

Editoras do dossiê:

Profa. Dra. Maria de Fátima Morethy Couto (UNICAMP)

Profa. Dra. Renata Cristina de Oliveira Maia Zago (UFJF)

 

Ementa:

Este dossiê temático propõe reunir reflexões e análises sobre exposições internacionais de artes visuais que circularam pelo Brasil e por outros países da América do Sul a partir do pós-guerra, ou que aqui foram organizadas. O foco recai sobre as obras apresentadas, as premiações e polêmicas ocorridas e as conexões institucionais, diplomáticas e estético-políticas envolvidas na organização e circulação dessas mostras, compreendidas como dispositivos privilegiados para se pensar as articulações entre arte, poder e geopolítica. Interessa-nos explorar como redes locais, nacionais e transnacionais de agentes, obras e instituições se conformaram por meio dessas exposições, revelando estratégias discursivas, afinidades estéticas e tensionamentos entre representação simbólica, visibilidade cultural e diplomacia internacional. Quais associações, choques e disputas resultaram dessas mostras, nas quais interesses diversos se justapõem? Qual o papel do mecenato privado e de organizações governamentais neste ecossistema? De que modo o estudo dessas mostras pode auxiliar na compreensão das mudanças na estrutura de poder do mundo da arte e em como as artes e a cultura funcionam como espaços privilegiados para a construção de imagens positivas e assertivas das nações?

Convidamos pesquisadoras e pesquisadores que atuam nos campos da história da arte, da crítica de exposições, da diplomacia cultural e das relações internacionais da arte a contribuírem com artigos que discutam as múltiplas dimensões desses eventos: seus impactos estéticos, suas condições de produção e circulação, seus efeitos sobre a crítica, a historiografia e o cânone, bem como os modos como projetam ou questionam imaginários nacionais no cenário global.

Assim, este dossiê se interessa pelos seguintes temas:

  • Diplomacia cultural e exposições internacionais: agentes, estratégias e símbolos nacionais;
  • História e crítica das exposições e suas articulações locais, nacionais e/ou transnacionais;
  • Exposições como estratégias discursivas e políticas de representação;
  • Formação e circulação de redes de artistas, curadores, críticos e instituições culturais;
  • Ecos e desdobramentos de exposições itinerantes no mundo da arte: crítica, historiografia e práticas artísticas;
  • As novas fronteiras desenhadas pela circulação de mostras e objetos artísticos no pós-guerra;
  • O esgotamento e a reinvenção de formatos expositivos universais, bienais e sazonais;
  • Representações e estereótipos nacionais nas mostras internacionais de arte e cultura;
  • O papel das exposições na consolidação e contestação do cânone artístico;
  • Recortes interseccionais de gênero, classe e raça nas exposições de arte e cultura;
  • Conexões entre valores estéticos e questões geopolíticas nos circuitos internacionais da arte.

Objetivos do dossiê:

  • Cartografar exposições internacionais de artes visuais que circularam pelo Brasil e pela América do Sul a partir do pós-guerra, identificando suas articulações institucionais e redes de produção;
  • Estimular o debate interdisciplinar sobre exposições como dispositivos de mediação cultural, diplomática e política;
  • Fomentar a circulação de pesquisas que se dedicam à história das exposições, à crítica institucional e à diplomacia cultural como chaves interpretativas das artes visuais;
  • Visibilizar estudos que revelem como essas mostras e as obras ali expostas interferem na constituição do cânone, na circulação simbólica e na construção de imaginários nacionais e internacionais;
  • Contribuir para o avanço teórico-metodológico das pesquisas em arte ao abordar mostras históricas ou esquecidas por meio de enfoques geopolíticos e interseccionais.

Público-alvo:

Este dossiê é voltado a pesquisadores doutores ou doutorandos (em coautoria com doutores) das áreas de Artes, História da Arte, História das Exposições, Museologia, Estudos Culturais e Relações Internacionais da Arte, que abordem as exposições como fenômenos estético-políticos e como espaços de circulação simbólica, construção de redes e negociação de valores culturais.

Cronograma e prazos:

  • Submissão de artigos: de 15 de junho de 2026 até 15 de agosto de 2026;
  • Publicação: prevista para o segundo semestre de 2026.


Informações sobre submissão:

Os artigos devem ser submetidos através do sistema de submissão online do periódico, seguindo as diretrizes de formatação e estilo disponíveis no site do mesmo (https://periodicos.ufjf.br/index.php/nava/about/submissions).


Referências bibliográficas:

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ZAGO, Renata (org.). História(s) de exposições: perspectivas e trajetórias. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2021.

Edição Especial: “Dossiê Investigações empíricas sobre distinção no Brasil”

Publicada em 1979 tendo a França como espaço de investigação, A Distinção, de Pierre Bourdieu, se tornou referência obrigatória para os estudos sobre desigualdade e cultura, sendo considerada uma das principais obras sociológicas do século XX (https://www.isa-sociology.org/en/about-isa/history-of-isa/books-of-the-xx-century). Ao mesmo tempo, foi objeto de escrutínio e, especialmente a partir da década de 1990, vários estudos internacionais indagaram se os resultados a que Bourdieu chegou na França se encontrariam  em outros lugares e outros tempos, mais recentes. O capital cultural teria a relevância proposta por Bourdieu em sociedades mais desiguais, como o Brasil? A cultura legitimada seria uma fonte de recursos para classes superiores que hoje parecem adotar um gosto mais “eclético”? Outras práticas não estariam emergindo como novas formas de capital? E as classes populares não produziriam, elas próprias, formas de distinção não previstas por Bourdieu? Haveria uma correspondência entre os espaços social e dos estilos de vida em um suposto processo de individualização do gosto e das práticas? Perguntas como essa foram exploradas pela primeira vez de forma sistemática no Brasil na pesquisa Para Além D´A Distinção, um projeto temático FAPESP realizado na cidade de São Paulo entre 2019 e 2025 (conheça aqui https://csc.ifch.unicamp.br/grupo/15). Com base no seminário de encerramento desta pesquisa, realizado na UNICAMP em novembro de 2025, a equipe brasileira do projeto apresenta, neste dossiê, parte de seus achados e de suas reflexões. 

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