A REPRESENTAÇÃO DA MULHER EM O CONTO DA AIA E EM OS TESTAMENTOS: DISTOPIAS DO PRESENTE

Autores

  • Marisa Aparecida Loures de Araújo Barros
  • Marcos Paulo de Araújo Barros
  • Alexandre Graça Faria

DOI:

https://doi.org/10.34019/1982-0836.2020.v24.33086

Resumo

O objetivo desse artigo é refletir sobre a representação da mulher nos livros O conto da Aia e Os testamentos, de Margaret Atwood. O trabalho segue uma linha que mostra a ficção da escritora canadense como uma distopia que retrata não um futuro possível, mas, sim, uma realidade presente conservadora que vem se espalhando pelo mundo todo nos últimos anos. Uma realidade em que a mulher é vista, por muitos, como um sujeito subalterno.

Palavras-chave: Distopia. Mulher. Subalternidade. O conto da aia. Os testamentos.

Biografia do Autor

Marisa Aparecida Loures de Araújo Barros

Mestranda do curso de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Especialista em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, pela Universidade Candido Mendes. Graduada em Letras, pela UFJF, e em Comunicação Social, pela Universidade Salgado de Oliveira.

Marcos Paulo de Araújo Barros

Doutorando do curso de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários, da UFJF. Mestre em Comunicação e Identidades, pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da UFJF. Especialista em Arte, Cultura e Educação, pela UFJF. Graduado em Comunicação Social, pela UFJF.

Alexandre Graça Faria

Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Mestre em Letras pela PUC-Rio, graduado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Professor associado da UFJF. Ensaísta, poeta e ficcionista; autor dos livros oourodooutro (poesia, 2018), Venta não (poesia, 2013), Anacrônicas (ficção, 2005), Literatura de subtração (ensaio, 2009); dos livros-objeto Olhos livres (2016), I (2015) e Urânia (cartão-postal, site e curta-metragem, 2009).

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Publicado

2020-12-22

Edição

Seção

Literaturas de Língua Inglesa