A UNIVERSIDADE PÚBLICA ITALIANA

50 ANOS DE HISTÓRIA DE SEU DESMANTELAMENTO NEOLIBERAL

Autores

Resumo

Este artigo reconstrói o impacto das políticas neoliberais internacionais do mundo na vida social e cultural italiana e, em particular, no sistema de ensino superior e pesquisa, que desempenham um papel central na sociedade contemporânea. Dois elementos são levados em conta: a crise do sistema capitalista e a necessidade de expansão dos mercados, mercantilizando o que antes eram considerados direitos, como a educação, cujos custos foram repassados aos trabalhadores desde os anos 1990; a substituição do modelo franco-alemão de universidades pelo anglo-saxão mais ligado a interesses empresariais e privados. Na Itália, essas diretrizes políticas têm sido aplicadas ao longo de décadas através de cortes na educação em todos os níveis, a redução de pessoal estruturado e professores, a falta de investimento em instalações, a redução do nível de preparação dos alunos e a diminuição de seu número. O resultado dessas políticas, aplicadas mais rigorosamente na era da pandemia, tem sido transformar instituições de ensino em agências para a preparação dos trabalhadores para o mercado de trabalho, levando em conta exclusivamente as necessidades do aparato produtivo e não a alta formação do futuro cidadão.

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Biografia do Autor

Alessandra Ciattini, Sapienza – Università di Roma

Alessandra Ciattini ha studiato le manifestazioni della religiosità popolare, privilegiando negli ultimi anni l‘America Latina e il Caribe. Ha anche ricostruito la storia della riflessione antropologica e filosofica sulla religione, approfondendo il contributo dato a questo tema dagli antropologi intellettualisti dell‘Ottocento. E‘ membro dell‘Associazione latinoamericana per lo studio delle religioni e ha contribuito alla nuova edizione della Encyclopedia of Religion (2005). Ha partecipato a numeri convegni internazionali ed ha impartito corsi e conferenze in Italia e all‘estero. Ha svolto attività di ricerca sulla religiosità popolare nell’Italia meridionale, in Messico e a Cuba. E’ responsabile di accordi di collaborazione scientifica e culturale con alcuni centri di ricerca latino-americani. Ha pubblicato per “L’Harmattan” “L’animismo di E. Burnett Tylor” (1995), per Carocci “Antropologia delle religioni” (1997), con J. Ramirez Calzadilla ha scritto e pubblicato “Religioni, politica e cultura a Cuba” (Bulzoni, Roma 2002). I temi di carattere metodologico sono documentati anche dal saggio “L’inconscio nelle scienze sociali. Un problema teorico, sociale ed etico-politico”, Rivista di “Studi Junghiani” (2005).

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Publicado

2022-01-07