“É uma questão de geração, eu não uso meu corpo assim”: diferenças geracionais e diferentes feminismos a partir da Marcha das Vadias de Goiânia/GO

  • Paula Nogueira Pires Batista Universidade Federal de Goiás

Resumo

O presente artigo busca apresentar e debater brevemente questões relacionadas a diferenças geracionais e a diferentes feminismos a partir de pesquisa etnográfica realizada durante os anos de 2014, 2015 e 2016 na Marcha das Vadias de Goiânia/GO. A partir dos dados de campo, há a busca por reflexões acerca de aspectos relacionados aos diferentes modos de conceber o corpo em protesto na Marcha das Vadias e os usos performáticos e políticos da nudez, interseccionados a marcadores sociais da diferença, a exemplo de gênero, sexualidade e idade/geração. Ademais, o artigo busca também pensar tanto rupturas e conflitos quanto as possibilidades de coalizão no campo feminista intergeracional.

 

Biografia do Autor

Paula Nogueira Pires Batista, Universidade Federal de Goiás
Mestra em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás (PPGAS/UFG). Pesquisadora vinculada ao Ser-Tão - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade da UFG.
Publicado
2018-07-23