Notícias

  • Prazo Prorrogado - Dossiê Violências, Sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras

    2024-02-01

    Prorrogado o prazo da Chamada para o Dossiê Violências, sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras

    Organizadores: Palloma Menezes, IESP-UERJ; Marcelo Campos, UFJF; Rachel Barros, CIDADES-UERJ

    A revista aceitará contribuições para o Dossiê até o dia 29 de fevereiro de 2024. Não deixe de nos enviar seu manuscrito.

    Saiba mais sobre Prazo Prorrogado - Dossiê Violências, Sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras
  • Lançamento do volume 18, número 2 da Revista Teoria e Cultura

    2023-12-20

    Dossiê "Novos ventos nas artes e na cultura. A constante procura por métodos e contra-métodos nas Ciências Sociais"

    O volume 18, número 2, da Revista Teoria e Cultura apresenta um debate sobre a produção de conhecimento entre as Artes e as Ciências Sociais ao desenvolver temáticas como políticas culturais, relações entre arte e educação, entre arte e saúde, e no interior dos processos de construção de identidades sociais. Tais argumentos se desenrolam tendo como pano de fundo o debate entre arte, linguagem e métodos de pesquisa. Organizada por Paula Guerra (Universidade do Porto) e Henrique Grimaldi (Unicamp) e com contribuições de Luciméa Santos Lima, Maria Zilma Gabino, Elisa Elsie Costa Batista da Silva Beserra, Mariana do Vale Gomes, Maria Angela Pavan, Janaina Bastos dos Santos, Adriana de Souza Medeiros Batista, André Grillo e Teresa Lima, o dossiê Novos ventos nas artes e na cultura. A constante procura por métodos e contra-métodos nas Ciências Sociais oferece excelente oportunidade para refletirmos de maneira qualificada sobre o lugar da produção artística: (1) como forma de reflexão e engajamento político, (2) a partir de experimentações e questionamentos na construção de nossos problemas de pesquisa, bem como (3) contribuindo para reelaborar os termos da aclamada indissociabilidade entre teoria e método. Na seção de fluxo contínuo da revista, três excelentes contribuições compõem esta edição: as autoras convidadas Patricia Pinheiro e Thayonara Santos produzem uma interessante análise das práticas sociais de saúde em uma comunidade Quilombola da Paraíba, através de uma aproximação etnográfica à cosmopolítica de usos e sentidos das plantas medicinais por eles cultivadas. E para encerrar muito bem o número, recomendamos as excelentes resenhas “Abrindo a “caixa preta” das plataformas digitais: a hipótese do colonialismo de dados”, de Thalita Barreto Sarlo, e “Etnografias sobre corpo, saúde e gênero: entre temas clássicos e contemporâneos”, de Alan Camargo Silva e Marília Del Ponte Assis. Desejamos a todes uma excelente leitura e um ótimo final de ano.

    Cristina Dias da Silva

    Editora-Responsável

    Teoria e Cultura

     

     

    Saiba mais sobre Lançamento do volume 18, número 2 da Revista Teoria e Cultura
  • Dossiê "Violências, sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras"

    2023-08-04

    Chamada para Dossiê (2024-1)

    Violências, sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras

    ORGANIZADORES
    Palloma Menezes, IESP-UERJ
    Marcelo Campos, UFJF
    Rachel Barros, CIDADES-UERJ


    O presente dossiê debaterá as violências, socialidades e resistências que marcam a vida urbana brasileira, com foco especial nas (des)continuidades ocorridas ao longo das últimas décadas. Os textos reunidos no dossiê discutirão como as violências, seus impactos na sociabilidade e rotina, assim como as resistências relacionadas aos conflitos urbanos multiplicaram-se e diversificaram-se em todo o país nos últimos anos. A proposta parte, por um lado, da ideia de Machado da Silva (2008) de que a violência urbana é uma representação coletiva que confere sentido às experiências vividas nas cidades e que orienta instrumental e moralmente o curso da ação de seus moradores. E, por outro, toma como ponto de partida o pressuposto de que para compreender a violência urbana é necessário considerar a sua dimensão territorial, uma vez que experiências de violência variam radicalmente de acordo com o lugar em que os moradores e moradoras da cidade habitam e ocupam. Especialmente as favelas e periferias têm seu cotidiano marcado por múltiplas formas de violência e, por isso, frequentemente constituem lutas em defesa dos direitos à vida, à cidadania e à cidade. Entendidas como a transmutação dos quilombos, favelas e seus moradores são representadas no debate público como uma ameaça no século XXI, assim como os quilombos no Império (Campos, 2005). Nesse sentido, é fundamental apreendermos esses territórios a partir de marcadores de raça, gênero, etc. para compreendermos as diferentes dinâmicas de violências e suas resistências nas margens da cidade (Das e Poole, 2004) quebrando a ideia de uma identidade nacional homogênea (Bhabha, 1998). Nas últimas décadas, a sensação de intensificação da violência urbana especialmente em favelas e periferias brasileiras se expressou nas diferentes formas de atuação de grupos criminais (Barbosa, 1998; Misse, 2008; Sá, 2011; Beato e Zili, 2012; Birman, Fernandes e Pierobon, 2014; Zilli, 2015; Hirata e Grillo, 2017; Melo e Paiva, 2021; Feltran, Motta, 2021; Hirata, Couto, 2022); nas próprias dinâmicas de atuação estatal (Medeiros e Eilbaum, 2018; Menezes, 2018; Barros, 2019; Leite, Rocha, Farias e Carvalho, 2018; Miagusko, Jardim e Cortes, 2018; Farias; 2020; Magalhães, 2022); no crescimento das chacinas (Hirata, Grillo, Lyra e Dirk; 2022); na expansão das milícias (Alves, 2003; Cano e Duarte, 2012; Werneck,
    2015; Manso, 2020); na ocorrência de desaparecimentos forçados (Araújo, 2014); no aumento do encarceramento em massa (Adorno e Salla, 2007; Lourenço, Alvarez, 2018; Campos, 2019; Godoi, Araújo e Mallart, 2019); etc. Além disso, a sensação de aumento da insegurança também parece estar relacionada com as dinâmicas e linhas de fuga da vida cotidiana desses territórios (Machado da Silva, 2008); as transformações das relações entre violência e religião (Teixeira, 2011; Machado, 2014; Vital da Cunha, 2015, Corrêa, 2020); a intensificação do racismo contra religiões de matriz africana (Deus, 2019); ou ainda a precarização de equipamentos de saúde, educação e de infraestrutura de saneamento e água que deixou diversas favelas e periferias ainda mais vulneráveis, especialmente, durante a pandemia da Covid-19 (Lima e Campos, 2021; Oliveira, 2020). Para se contrapor a este quadro, as favelas e periferias empreenderam formas variadas de resistências (Telles, 2017) nas últimas décadas. Os anos 2000 representam um momento especial nessa trajetória, pois favoreceu a constituição do favelado como sujeito político e de conhecimento: aliada à uma conjuntura de maior mobilidade social, sobretudo a partir dos efeitos de políticas públicas redistributivas, proliferaram coletivos (especialmente culturais) reivindicando inserção na arena política enquanto forma de organização social (Aderaldo, 2013). Nota-se aqui que a organização e reivindicação coletiva (e individual) dos sujeitos e movimentos sociais, nesta esfera de ação e reivindicação, é ao mesmo tempo influenciada e influenciável pela disseminação (teórica e prática) da perspectiva pós-colonial (especialmente de Fanon) que trazem no bojo à questão racial para o debate sobre a violência, as margens e as resistências das peles negras e indígenas (Fanon, 2008 e 2010; Scherer-Warren, 2010;
    Guimarães, 2008). Neste contexto, os anos 2000 são marcados tanto pela intensificação das pesquisas sobre segurança pública, violência e sociabilidades e prisões (Campos e Alvarez, 2017), bem como pela emergência de "sujeitos periféricos" conectados em rede com movimentos sociais, usando tecnologias de informação para problematizar questões de identidade racial, classe e gênero, e reforçar sua representatividade política institucional via participação em partidos e pleitos eleitorais, inaugurando novas formas de representação, como as mandatas e mandatos coletivos. Mais recentemente, a pandemia da Covid-19 criou um ponto de inflexão no longo histórico de mobilização dos(as) moradores(as) de favelas e periferias brasileiras. Entre 2020 e 2021, ações coletivas, articulações em redes e produção própria de dados e informações - o chamado “nós por nós” - fortaleceram-se intensamente (Fleury e Menezes, 2020; Menezes, Magalhães e Silva, 2021).

    O presente dossiê pretende criar um espaço de interlocução reunindo pesquisadoras/es que se dedicam a refletir sobre iniciativas como essas citadas acima, analisando a multiplicidade das violências e a diversidade das resistências no espaço urbano brasileiro. Serão bem-vindas propostas que: 1) problematizam mudanças nas dinâmicas da violência urbana levando em consideração suas dimensões territorial, criminal, étnico-racial estatal, infraestrutural, interseccional, geracional, religiosa ou outras; 2) mapeiam os impactos dessas mudanças na sociabilidade e na rotina das favelas e periferias brasileiras; 3) analisem experiências de resistências cotidianas, associativismos e movimentos sociais, redes de produção de conhecimento, memória e comunicação comunitária, formas de ativismos jurídico e de representação/inserção político-institucional, ou mesmo iniciativas que acionam a arte e a cultura como formas de resistência à violência urbana.

    Prazo para o envio das contribuções: 31/01/2024.

    Acesse o link para realizar a submissão*: https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/about/submissions

    *verifique as normas para a apresentação de colaborações disponíveis no link.

    Saiba mais sobre Dossiê "Violências, sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras"
  • Lançamento do volume 18, número 1 da Revista Teoria e Cultura

    2023-07-01

    O volume 18, número 1, da Revista Teoria e Cultura aborda o tema instigante da produção imagética e sua contribuição para o processo de formação das cidades. A coletânea apresenta elementos para uma reflexão original e ampliada sobre o espaço urbano. Organizado por Caterine Reginensi (UENF), Mariana Cunha Pereira (UFRR) e Rubia-Mar Nunes Pinto (UFG) o dossiê As Cidades e as diverCidades – experiências com imagens nos espaços urbanos na história e na contemporaneidade se constitui como uma oportunidade ímpar para compreender aspectos antropológicos e sociológicos da relação entre espaço, cidade, artes, memória e cultura. Na seção Artigos, do fluxo contínuo da revista, quatro excelentes contribuições compõem esta edição: um artigo sobre a relação entre ontologias e esquerda na Antropologia, um debate sobre o fazer etnográfico durante a pandemia, uma análise etnográfica sobre a construção de subjetividades nas redes sociais e, por fim, uma discussão sobre o conceito de realismo capitalista na obra de Mark Fisher. Contamos também com uma ótima resenha da obra de John Dryzek e Jonathan Pickering, The politics of the Anthropocene. Aproveito para dar muito boas-vindas a nosso assistente editorial Juliano Dias Guimarães. Desejamos a todes uma excelente leitura.

     

    Cristina Dias da Silva

    Editora da Revista Teoria e Cultura

    https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura

    Saiba mais sobre Lançamento do volume 18, número 1 da Revista Teoria e Cultura
  • Chamada de Artigos/Dossiê “Novos ventos nas artes e na cultura. A constante procura por métodos e contra-métodos de pesquisa em ciências sociais"

    2023-05-04

    Chamada de Artigos – Revista Teoria e Cultura

    Dossiê “Novos ventos nas artes e na cultura. A constante procura por métodos e contra-métodos de pesquisa em ciências sociais”

    Organizadores:

    Paula Guerra[1] (Universidade do Porto, Portugal)

    Henrique Grimaldi Figueredo[2] (UNICAMP, Brasil)

    O sociólogo francês Bruno Péquignot (2005) em seu texto “La sociologie de l’art et de la culture en France: un état des lieux” nos brinda com um estado da arte da disciplina, um tipo de diagnóstico cujo resultado é o desvelo das potencialidades e das limitações empíricas e metodológicas que atravessam esse campo de investigação. Argumentando que fazer sociologia depois de Pierre Bourdieu, Jean-Claude Chamboredon e Jean-Claude Passeron, é também tomar com seriedade a questão sobre o objeto científico como objeto construído, Péquignot lança luz a um problema cuja solução passa pela produção de uma definição exterior à obra que não a reduza a um objeto ou evento isolado, mas que a integre ao conjunto do que a produziu e os efeitos que ela provocou nesta definição. Ponto amplamente desenvolvido em Le métier de sociologue (1968 [2007]), no qual a referência a Bachelard e Canguilhem é onipresente sobre este tema, a pesquisa de Péquignot ressalta na realidade os contínuos desafios envolvidos no tratamento dos fenômenos culturais transformados em objetos de investigação.

    Tributária dos escritos de Pierre Francastel, Norbert Elias, Jean Duvignaud, Lucien Goldmann, Roger Bastide, Nathalie Heinich, Raymonde Moulin, Alain Bowness, Antoine Hennion, Paul DiMaggio e muitos outros, a sociologia da arte e da cultura se constituiu num “campo no qual se manifestam os valores contra os quais se configurou a própria sociologia – o individual em oposição ao coletivo, a interioridade em oposição à exterioridade” (Heinich, 1998: 7, tradução nossa), de maneira que desconhecer essa condição de fratura equivale a ignorar as adversidades de sua formulação científica.

    Dito isso, esta proposta de dossiê temático busca reunir artigos e ensaios que venham a colaborar para o refinamento (e amplificação) dos métodos de investigação sobre as artes e a cultura, seja através do aprofundamento de ferramentas já correntes, seja a partir da revisão e da atualização de seus pressupostos; ou ainda, por meio da proposição de contra-métodos inovadores e/ou alternativos que permitam com que a disciplina evolua na medida em que também se sofisticam os fenômenos sociais. Em diálogos possíveis – e incentivados – com a antropologia, a história social da arte, a sociologia das imagens, a sociologia da mediação e da recepção, a história das exposições, as etnografias visuais, a sociologia urbana, a sociologia do imaginário, e os estudos em produção e consumo cultural, encorajamos os autores não só a se debruçar sobre os métodos aplicados aos seus respectivos objetos mas também a descrever os ganhos empíricos e/ou conceituais advindos desse processo.

    Se, como estabelece Bastide (1977: 190), “somos parte de uma sociologia que busca o social na arte e chegamos a uma sociologia que caminha em sentido contrário, do conhecimento da arte ao conhecimento do social”, as contribuições teóricas-metodológicas desse dossiê são, ademais, uma forma de re-imaginar a escrita da cultura como prática social; isto é, um modo legítimo de incorporar no fazer científico colaborativo questões pungentes para as ciências humanas e sociais hoje como os artivismos (Guerra, 2019), a pedagogia crítica (Guerra, 2022) e a arte em sua expressão urbana e social (Guerra & Figueredo, 2020).

    Sobre os objetos de análise

    Encorajamos os autores a proporem contribuições sobre os mais distintos objetos abrigados sob a sociologia, a antropologia, a geografia da arte e da cultura, a saber, o cinema, o vídeo, as redes sociais, as artes visuais, as artes performativas, a música, o teatro, a moda, a literatura, as mudanças na produção e consumo material e visual, os cruzamentos e instalações multidisciplinares, etc.

    Referências bibliográficas

    Bastide, Roger. (1977). Art et Société. Paris: Payot.

    Bourdieu, Pierre; Chamboredon, Jean-Claude; Passeron, Jean-Claude. (2007 [1968]). Ofício de sociólogo: metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis: Vozes.

    Guerra, Paula. (2019). “Nothing is forever: um ensaio sobre as artes urbanas de Miguel Januário”. Horizontes Antropológicos, 55, pp. 19-49.

    Guerra, Paula; Figueredo, Henrique Grimaldi. (2020). “Prosopografias clubbers em São Paulo e Londres: moda, estilo, estética e cenas musicais contemporâneas”. Revista TOMO, 37, pp. 215-252.

    Guerra, Paula. (2022). “Barulho! Vamos deixar cantar o fado bicha. Cidadania, resistência e política na música popular contemporânea”. Revista de Antropologia da USP, 65(2), pp. 1-26.

    Heinich, Nathalie. (1998). Ce que l’art fait à la sociologie. Paris: Minuit.

    Péquignot, Bruno. (2005). “La sociologie de l’art et de la culture en France: un état des lieux” — Sociedade e Estado, Brasília,  20(2), pp. 303-335.

    [1] Professora do Departamento de Sociologia da Universidade do Porto – Faculdade de Letras. Investigadora Integrada do Instituto Sociologia Universidade do Porto (IS-UP), Adjunct Associate Professor do Griffith Centre for Cultural Research (GCCR). Investigadora Colaboradora do Centro de Estudos de Geografia e do Ordenamento do Território (CEGOT) e do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória». E-mail: pguerra@letras.up.pt. ORCID: http://orcid.org/0000-0003-2377-8045

    [2] Doutorando em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (IFCH/UNICAMP) com estágio de doutoramento pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS). Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), é membro do GEBU/UNICAMP, do IASPM-Portugal e Editor Executivo do periódico Todas as Artes, sediado no Instituto de Sociologia da Universidade do Porto (UPorto). E-mail: henriquegrimaldifigueredo@outlook.com. ORCID: http://orcid.org/0000-0002-6324-4876.

    **PRAZO para o envio de contribuições: 01 de setembro de 2023. Os artigos devem ser submetidos pelo site e atender às normas de publicação da Revista Teoria e Cultura, disponíveis em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/index

     

    Saiba mais sobre Chamada de Artigos/Dossiê “Novos ventos nas artes e na cultura. A constante procura por métodos e contra-métodos de pesquisa em ciências sociais"
  • Prazo prorrogado! Dossiê "As Cidades e as diverCidades''

    2023-02-09

    Conforme anunciado em nossas redes sociais, o prazo para envio de contribuiöes para o Dossiê "As Cidades e as diverCidadesexperiências com imagens nos espaços urbanos na história e na contemporaneidade." (Orgs. Caterine Reginensi, Mariana Cunha Pereira e Rubia-Mar Nunes Pinto) foi PRORROGADO ATÉ O DIA 17 DE FEVEREIRO.

    As contribuições devem ser enviadas pelo sistema de submissões da revista Teoria e Cultura, disponível em nosso site.

    Saiba mais sobre Prazo prorrogado! Dossiê "As Cidades e as diverCidades''
  • Chamada aberta para Dossiês

    2023-01-26

    A Revista Teoria e Cultura está com chamada aberta para propostas de Dossiês a serem publicados em 2023/2, 2024/1 e 2024/2.
    Instruções para o envio de propostas:
    1. Dois a três organizadores por proposta, que devem pertencer a distintas instituições.
    2. A proposta deve conter justificativa teórica e apontar um perfil temático para recepção das contribuições.
    3. Os organizadores deverão,  em prazos a serem estabelecidos junto à editora: fazer a triagem das contribuições recebidas, indicar pareceristas (4 por artigo), escrever a apresentação do dossiê em formato de artigo (entre 8 e 20 páginas, com discussão teórica inclusa).
    4. Os organizadores não podem escrever artigos para o próprio dossiê.
    5. O Email para o envio das propostas é teoriaecultura@gmail.com
    6. O prazo para o envio de proprostas é 30 de abril de 2023.

    Saiba mais sobre Chamada aberta para Dossiês
  • Dossiê "As Cidades e as diverCidades: experiências com imagens nos espaços urbanos na história e na contemporaneidade"

    2022-11-09

    Chama de artigos - Revista Teoria e Cultura

    Dossiê "As Cidades e as diverCidades: experiências com imagens nos espaços urbanos na história e na contemporaneidade."

    Organizadoras: Caterine Reginensi (UENF), Mariana Cunha Pereira (UFRR) e Rubia-Mar Nunes Pinto (UFG)

    Em um diálogo possível entre a Antropologia urbana e Visual, a Sociologia das Imagens, a História das Cidades e a História da Educação, esta proposta de dossiê temático pressupõe ser possível reunir artigos e, pelo menos, um ensaio fotográfico que traduzam reflexões sobre as várias linguagens que constituem o cenário da cidade na sua diversidade. Entre estas linguagens que traduzem a espacialidade urbana estão o grafite, a ilustração, a pixação e as pinturas publicitárias que interferem na paisagem das cidades expondo o que pensam e o modo de viver e sentir dos sujeitos sociais que as constituem. Se a cidade é movimento, como sugere Michel Agier, há que se pensar nos encontros e desencontros que fomentam as desigualdades e diferentes formas de viver estes espaços. 

    As consequências que se mostram no espaço urbano por meio das distintas formas de expressão precisam ser interpretadas. Aqueles que vivem nas ruas ou que vivem as ruas, os espaços de uso público, perenes de intervenções, para eles são seus cadernos de desenhos, suas pranchetas de arquitetura, talvez um mural. Pode ser, por isso, que muitas destas expressões artísticas redefinem o que foi planejado e instituído de um tal modo a desconhecer outras formas de sociabilidade que ali existem. É com este olhar sobre a cidade e sobre as formas de expressão e de experiências na cidade que aguardamos artigos de pesquisas realizadas e em andamento ensaios teóricos-metodológicos para compor este número da Revista Teoria e Cultura. Serão bem-vindos textos que abordem a cidade a partir do cotidiano de personagens urbanos muito diversos: grafiteiros, pichadores, mas, também trabalhadores e moradores das ruas, vendedores, flanelinhas, artistas no sinal de trânsito, entre outros. 

    Para mais informações, acesse o link: Dossiê As Cidades e as diverCidades

    Prazo para o envio de contribuições: 31 de janeiro de 2023.

    Saiba mais sobre Dossiê "As Cidades e as diverCidades: experiências com imagens nos espaços urbanos na história e na contemporaneidade"
  • Volume 17 número 2 Dossiê "Ação coletiva, movimentos sociais e organização: trabalhos selecionados do fórum ISA 2021 e além"

    2022-11-08

    Nesta edição de Teoria e Cultura (volume 17, número 2) temos a enorme satisfação de apresentar ao público o Dossiê Ação coletiva, movimentos sociais e organização: Trabalhos Selecionados do Fórum ISA 2021 e além. Uma iniciativa conduzida e organizada pelos Professores Thiago Duarte Pimentel, do Departamento de Turismo da Universidade Federal e Juiz de Fora (UFJF) e Michael Grothe-Hammer, do Departamento de Sociologia e Ciência Política, da Norwegian University of Science and Technology (NTNU). Destaca-se a contribuição teórica do presente volume, em especial aquela relativa às intersecções entre teorias organizacionais, os movimentos sociais e as sociologias da ação coletiva, produzindo um debate de amplo interesse para os estudiosos e pesquisadores das Ciências Sociais. Nesta edição também contamos com os excelentes artigos de Amurabi Oliveira, sobre “Os encontros e desencontros entre o ensino de ciências sociais e a pós-graduação”, de Henrique Moreira, que realizou um pertinente balanço sobre os “Dez anos do estatuto da igualdade racial: dados socioeconômicos dos municípios cadastrados no sistema nacional de promoção da igualdade racial” e, por fim, Rhuann Fernandes nos apresenta uma interessante releitura de autores clássicos em “O imperativo da moralidade e a socialização dos afetos: proposições a partir de Émile Durkheim”. Boas leituras!

     

    Cristina Dias da Silva

    Editora-Responsável

    Revista Teoria e Cultura

    Saiba mais sobre Volume 17 número 2 Dossiê "Ação coletiva, movimentos sociais e organização: trabalhos selecionados do fórum ISA 2021 e além"
  • Volume 17 número 1 Dossiê Olhar o sol e a morte: reflexões das Ciências Sociais sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil.

    2022-05-31

    O volume 17, número 1, da Revista Teoria e Cultura nos aspresenta as recentes pesquisas desenvolvidas sobre a pandemia de Covid-19, contribuindo para uma reflexão que se faz necessária, com destaque para a pluralidade de abordagens e métodos selecionados com esmero. Organizado por Marta Mendes (UFJF), Leonardo Soares (UFPA) e Lilian Chaves (UFRR), o dossiê “Olhar o sol e a morte: contribuições das Ciências Sociais sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil” reflete nosso empenho pela atualidade de temas e reflexões que nos permitem lançar luz sobre o cenário nacional, marcado por uma crise político-sanitária cuja extensão e impacto urge investigar. Nesta edição contamos ainda com quatro artigos do fluxo contínuo, duas resenhas e um ensaio fotográfico! Boa leitura!

    Saiba mais sobre Volume 17 número 1 Dossiê Olhar o sol e a morte: reflexões das Ciências Sociais sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil.
  • Dossiê Autoetnografias: (In)visibilidades, reflexividades e interações entre “Eus” e “Outros”

    2022-01-18

    Chamada para o Dossiê

    Autoetnografias: (In)visibilidades, reflexividades e interações entre “Eus” e “Outros”

     

    Organizadores:

    Dr. Carlos P. Reyna (UFJF) e Dr. Silvio Matheus A. Santos (UNICAMP)

     

    Envio de artigos: até 30 de maio de 2022

    (Marque a opção “dossiê” no processo de submissão)

     

    Resumo:

    Existem muitos trabalhos nas Ciências Sociais que derivam, em grande medida, do próprio compromisso biográfico do autor com um dado mundo social. Alguns autores têm demonstrado que o empreendimento etnográfico é sempre, em algum grau, autoetnográfico, onde o “eu” do etnógrafo está sempre imbricado no processo de investigação. A autoetnografia advoga o relevo dos microprocessos (individuais) para o entendimento dos processos macrossociais, por exemplo, as desigualdades, as discriminações, dentre outras questões que interessam o campo das Ciências Sociais e outros campos interdisciplinares. Este método se mostra como uma abordagem que reconhece e envolve a subjetividade, memória, a emotividade e a perspectiva do(a) pesquisador(a) sobre a investigação. Além disso, ajuda a ampliar o entendimento das principais questões investigadas (questão racial e estudos de gênero, por exemplo) evitando as definições rígidas, e tornando, dessa forma, a pesquisa mais significativa e útil. É a partir das interações desses indivíduos, inclusive com os sujeitos pesquisadores, que poderemos estar mais próximos de captar o sentido das representações sociais e das estratégias individuais, permitindo um grau de análise social mais apurado. Logo, trata-se de um método que tem ganhado muita força na contemporaneidade e que advoga não apenas o reconhecimento da subjetividade e experiências como fatores importantes no processo de construção de conhecimento, mas também está associado à ideia de propostas (auto)etnográficas de variadas perspectivas: por exemplo, decoloniais, das relações raciais, de gênero, queer, feministas e feministas negras. Deste modo, percebe-se a existência de inúmeras possibilidades de (re)pensarmos tanto a função do sujeito/objeto como também outros modos de se fazer pesquisa na atualidade. Assim, este dossiê almeja receber trabalhos que visem repensar as dicotomias, indivíduo/coletividade, sujeito/objeto produtor de conhecimento, como também, artigos que potencializem reflexões e discussões sobre diferentes jornadas epistemológicas e metodológicas onde o sentido do “eu”, “outros” e do “nós” autoetnográficos sejam resultados de explorações, análises e estudos nas Ciências Sociais e áreas afins.

    Nesse sentido, também serão muito bem vindos artigos ou trabalhos frutos de pesquisas que: a) utilizem a experiência pessoal de um pesquisador para descrever e criticar as crenças culturais, práticas e experiências; b) reconhecem e valorizam as relações de um(a) pesquisador(a) com os “outros” (sujeitos da pesquisa) e c) visem uma profunda e cuidadosa autorreflexão (entendida aqui como reflexividade) para aludir e interrogar as interseções entre o macro e micro, o sujeito e o social, o pessoal e o político; d) tratem de contextos de repressão estatal e possibilidades de resistência inerentes às diferentes histórias de vida e de autoetnografia; e) memórias e histórias de vida, diferentes formas de identidades; f) abordem diferentes “vozes”, autorrepresentações, gênero e interseccionalidade; g) apresentem narrativas de produções audiovisuais em primeira pessoa a partir da autoetnografia; h) discorram ou discutam sobre formas de desterritorialização de pesquisa, onde, contemporaneamente, a subjetivação do “atual” se atualiza no “virtual”; e, por fim, i) trabalhos que discutam as recentes formas de (re)interpretação/(res)significação das diferentes subjetividades no ciberespaço.

     

    Para maiores informações, veja a chamada completa.

    Saiba mais sobre Dossiê Autoetnografias: (In)visibilidades, reflexividades e interações entre “Eus” e “Outros”
  • Volume 16 número 2 - Dossiê Ressocialização penal: um debate teórico nas Ciências Sociais

    2021-09-23
    É com satisfação imensa que anunciamos a mais nova edição da revista Teoria e Cultura. Neste número imperdível contamos com a colaboração dos professores Rogéria Martins (UFJF) e Elionaldo Julião (UFF) organizando o Dossiê Ressocialização penal: um debate teórico nas Ciências Sociais. Além dos artigos selecionados do fluxo contínuo. Agradecemos ainda ao Prof. Rafael Fonseca (UFRJ) pela maravilhosa ilustração da capa. Aproveitem! Segue o link: https://periodicos.ufjf.br/.../TeoriaeCultura/issue/current Saiba mais sobre Volume 16 número 2 - Dossiê Ressocialização penal: um debate teórico nas Ciências Sociais
  • Chamadas para ensaios, resenhas e verbetes

    2021-08-04

    Divulgamos chamada para ensaios, resenhas e verbetes!

    A Revista Teoria e Cultura convida a todos os interessados a nos enviarem seus ensaios (teóricos ou fotográficos), bem como resenhas de livros (recentemente publicados ou traduzidos) e, ainda, verbetes. Daremos preferência a ensaios, resenhas e/ou verbetes que tratem dos temas relacionados aos nossos próximos dossiês. Vale lembrar que o recebimento destas submissões é de fluxo contínuo. Portanto, todas as contribuições são bem-vindas.

    Submeta seu ensaio, resenha ou verbete AQUI.

    Atenciosamente,

    Teoria e Cultura.

    Saiba mais sobre Chamadas para ensaios, resenhas e verbetes
  • Chamadas para ensaios, resenhas e verbetes

    2021-08-04

    Divulgamos chamada para ensaios, resenhas e verbetes!

    A Revista Teoria e Cultura convida a todos os interessados a nos enviarem seus ensaios (teóricos ou fotográficos), bem como resenhas de livros (recentemente publicados ou traduzidos) e, ainda, verbetes. Daremos preferência a ensaios, resenhas e/ou verbetes que tratem dos temas relacionados aos nossos próximos dossiês. Vale lembrar que o recebimento destas submissões é de fluxo contínuo. Portanto, todas as contribuições são bem-vindas.

    Submeta seu ensaio, resenha ou verbete AQUI.

    Atenciosamente,

    Teoria e Cultura.

    Saiba mais sobre Chamadas para ensaios, resenhas e verbetes
  • Ação coletiva, movimentos sociais e organização: Trabalhos Selecionados do Fórum ISA 2021

    2021-07-06

    CHAMADA DE ARTIGOS/CALL FOR PAPERS

    DOSSIÊ/SPECIAL ISSUE

    “Ação coletiva, movimentos sociais e organização: Trabalhos Selecionados do Fórum ISA 2021”

    Revista Teoria e Cultura (ISSN 2318-101X)

    https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/issue/view/1512

    published by the Universidade Federal de Juiz de Fora

    listed in the DOAJ

     

    Submission deadline: até 31 de Agosto de 2021 (abstracts)
    Manuscript languages: Portuguese, English, French or Spanish

     

    Editora Chefe

    Cristina Dias da Silva

    Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF, Brasil

    Editores Convidados

    Thiago Pimentel

    Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF, Brasil

     thiago.pimentel@ich.ufjf.br 

     

    Michael Grothe-Hammer

    Department of Sociology and Political Science (ISS), Norwegian University of Science and Technology (NTNU) in Trondheim, Norway

     michael.grothe-hammer@ntnu.no

     

    Propósito da edição temática

    Esta edição procura explorar a convergência entre as teorias organizacionais, os movimentos sociais e as sociologias da ação coletiva, a fim de produzir um diálogo e promover avanços em direção a uma estrutura teórica mais geral e comum. Normalmente, pode-se identificar uma divisão de debates a este respeito. Por um lado, os pesquisadores organizacionais tendem a se concentrar no estudo das organizações formais como atores coletivos bastante estáveis - negligenciando assim, muitas vezes, formas organizadas de ação coletiva e movimentos sociais que não vêm na forma de entidades formalizadas (Ahrne, Brunsson & Seidl 2016). Por outro lado, os cientistas sociais que estudam os movimentos sociais e a ação coletiva frequentemente colocam uma lente mais fluida e diversificada em seus objetos empíricos, que muitas vezes aparece bastante dissociada dos debates de pesquisa organizacional. No entanto, como apontado por Erhard Friedberg (1993) e outros, no que se convencionou chamar de Ação Coletiva Organizada (Action Colective Organiseé), estas teorias e objetos empíricos podem ser vistos como pontos diferentes no mesmo continuum de ação coletiva, segundo seus diferentes graus de organização. Seguindo esta lógica, Pimentel (2012) fez sua própria interpretação, de forma realista e crítica, entregando um modelo atualizado de Ação Coletiva Organizada. Da mesma forma, mas fundamentado em uma abordagem construtivista, Dobusch e Schoeneborn (2015) assim como Grothe-Hammer (2019) se engajaram na teorização de diferentes graus de "organicidade" dos coletivos, reconhecendo e sistematizando que a ação coletiva organizada não implica necessariamente atores coletivos estáveis.

    Neste contexto, a Edição Especial visa coletar contribuições daqueles que estão trabalhando em algum tipo de fusão, diálogo ou modelos comparativos que lidam com movimentos sociais e teoria organizacional como dois lados diferentes de um mesmo objeto: a ação coletiva. Esperamos fomentar e produzir um debate aproximando essas diferentes escolas e seus interesses específicos, a fim de gerar um quadro mais amplo, visando construir modelos teóricos mais profundos e suas aplicações.

    Teoria e Cultura é uma revista de Acesso Livre sem taxas de publicação, listada no DOAJ e publicada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Além disso, é classificada B2 pelo sistema de classificação da revista Qualis (http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ ).

     

    Saiba mais sobre Ação coletiva, movimentos sociais e organização: Trabalhos Selecionados do Fórum ISA 2021
  • Revista Teoria e Cultura, volume 16, número 1

    2021-07-01
    Amigos, É com enorme satisfação que anuncio a publicação do Volume 16, número 1, da Revista Teoria e Cultura. Nesta edição, contamos com o incrível dossiê Gênero, reprodução, sexualidade, raça e direitos sexuais e reprodutivos, organizados por Camila Fernandes, Marianna Holanda e Cínthia Marques. Boas leituras!   Cristina Dias da Silva Editora-responsável da Revista Teoria e Cultura. Saiba mais sobre Revista Teoria e Cultura, volume 16, número 1
  • Prorrogado - Dossiê “Olhar o sol e a morte: reflexões das Ciências Sociais sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil”

    2021-06-15

    Prazo prorrogado! O Dossiê Olhar o sol e a morte: reflexões das Ciências Sociais sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil, organizado pelos professores Marta Mendes (UFJF), Leonardo Soares (UFPA) e Lilian Chaves (UFRR), teve seu prazo para submissão de artigos prorrogado até 05 de julho.

    Ajude-nos a divulgar!

    Chamada completa: http://tinyurl.com/a5akmdvv

    Submissões e instruções para autores: http://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/about/submissions

    Saiba mais sobre Prorrogado - Dossiê “Olhar o sol e a morte: reflexões das Ciências Sociais sobre a pandemia de Covid-19 no Brasil”
  • RESULTADO BOLSA TPA 2021 - TEORIA E CULTURA

    2021-05-26

    O resultado da seleção de um bolsista para o projeto Editoração e revisão da revista Teoria e Cultura está disponível em Resultado Final seleção TPA 2021. As notas de cada etapa podem ser consultadas em Notas seleção TPA 2021.

    Gostaríamos de agradecer a todas as pessoas que participaram e destacar a qualidade dos candidatos. Muito obrigada a todes!

    O termo de com´promisso para o bolsista selecionado deve ser preenchido e enviado para o email da revista o mais rápido possível. Caso a primeira pessoa colocada não possa/queira assumir, favor enviar o termo de desistência preenchido.

    atenciosamente,

    Saiba mais sobre RESULTADO BOLSA TPA 2021 - TEORIA E CULTURA
  • Edital bolsa TPA - projeto Editoração e revisão da revista Teoria e Cultura

    2021-05-20

    Atenção discentes da graduação!

    Estão abertas as inscrições para uma bolsa de Treinamento Profissional Acadêmico (TPA) para o projeto "Editoração e revisão da revista Teoria e Cultura"  Inscrições até 25 de maio de 2021.

    Informações completas no edital. Acesse o link: Edital TPA TeC 2021 - RETIFICADO atenciosamente, Equipe Teoria e Cultura. Saiba mais sobre Edital bolsa TPA - projeto Editoração e revisão da revista Teoria e Cultura