REFORMA PROTESTANTE, VOCAÇÃO PASTORAL E “BLINDAGEM” DO PODER NA ATUALIDADE PENTECOSTAL
DOI:
https://doi.org/10.34019/2236-6296.2017.v20.22086Palavras-chave:
Vocação. Dominação. Blindagem.Resumo
O objeto de estudo do artigo em questão é a analise da ideia de unção no Antigo Testamento (AT) e no Novo Testamento (NT), levando em consideração que este ato na verdade sanciona uma série de atividades religiosas encaradas como “ministérios”, envolvendo assim pontos importantes da chamada História Antiga, ligada especificamente ao povo Judeu e as demais nações hoje situadas na África e na Europa. Contudo é conveniente observarmos que a questão da unção é culturalmente ligada a uma vontade divina direcionada aos homens, por isso, a análise destes elementos necessita de um recorte temporal e de uma análise das sagradas escrituras ligadas ao Judaísmo e ao Cristianismo (Bíblia). O recorrente uso destes textos é parte do nosso método de reconstrução estrutural do conceito de unção e do seu poder simbólico, tendo como inspiração ás análises de Pierre Bourdieu, o que implica numa ideia intrínseca de campo e de suas disposições duráveis de manutenção que são os hábitos. Desta maneira, o que é tecido aqui é uma crítica ao que chamamos de blindagem da dominação carismática efetuada pelos líderes pentecostais na Assembleia de Deus, uma vez que “ungidos pelo senhor”, estariam eclesialmente e socialmente blindados contra qualquer elemento contraditório ou crítica as suas formas de ação eclesial.
Palavras-Chave: Vocação. Dominação. Blindagem.
Downloads
Downloads
Arquivos adicionais
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Direito Autoral e de Exoneração de Responsabilidade Editorial
O envio de artigo implica a cessão dos direitos de publicação à Numen. Ao submeterem o manuscrito, os autores declaram-se titulares dos direitos autorais da obra. Os artigos aprovados são publicados sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY 4.0). Esta licença permite o compartilhamento, cópia e redistribuição do material em qualquer suporte ou formato, bem como sua adaptação para qualquer fim, inclusive comercial, desde que seja atribuído o devido crédito aos autores originais e à Revista NUMEN como veículo de publicação original.
Os artigos publicados em Numen são de total responsabilidade dos respectivos autores e autoras.
O conteúdo científico, opiniões, dados, conceitos e posicionamentos expressos nos artigos publicados são de inteira e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores. Por conseguinte, cumpre esclarecer que:
- A competência da equipe editorial restringe-se à chancela do processo de avaliação positiva.
- A homologação dos pareceres favoráveis vincula a revista estritamente ao ato técnico da publicação.
- A revista exime-se de qualquer responsabilidade civil, penal, autoral ou ideológica sobre o teor das obras. Os artigos publicados na Revista NUMEN são de inteira e exclusiva responsabilidade civil, penal e acadêmica de seus autores. O processo editorial adota o sistema de avaliação cega por pares (double-blind peer review). A competência da revista limita-se a homologar a avaliação positiva dos pareceristas externos e executar o ato técnico da publicação, eximindo-se de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo, opiniões ou dados vertidos na obra.
- Eventuais litígios ou contestações sobre o conteúdo deverão ser direcionados diretamente aos submissores do texto.
Política de Prevenção ao Plágio
Os autores garantem a total originalidade do manuscrito, sendo terminantemente vedados:
- Plágio direto ou parcial: Cópia de textos de terceiros sem a devida identificação e citação bibliográfica.
- Autoplágio: Reutilização massiva de textos próprios já publicados, sem o ineditismo exigido pela revista.
- Fraude científica: Fabricação ou manipulação de dados, gráficos e resultados.
Citações e Conteúdos de Redes Sociais
O uso de dados, imagens, textos ou quaisquer conteúdos extraídos de plataformas de redes sociais (como Instagram, TikTok, X/Twitter, Facebook, LinkedIn, entre outras) deve observar rigorosamente os seguintes critérios jurídicos e técnicos:
- Direito à Privacidade e Anonimização: É obrigação dos autores anonimizar dados pessoais, nomes, fotos e perfis de usuários que não sejam figuras públicas, garantindo o direito à privacidade e a proteção de dados (LGPD).
- Direito de Imagem e Propriedade Intelectual: A reprodução de capturas de tela (prints), fotografias ou obras artísticas publicadas em redes sociais exige a autorização expressa do titular dos direitos ou o enquadramento estrito nas exceções legais de direito de citação para fins de crítica ou estudo.
- Rigor Metodológico: Todo conteúdo digital retirado de redes sociais deve vir acompanhado da respectiva citação técnica, contendo o autor do post, o nome da plataforma, o link direto de acesso (URL) e a data exata do acesso.

