Evolución de las interfaces: contaminación visual digital
DOI:
https://doi.org/10.34019/1981-4070.2026.v20.48460Palabras clave:
poluição visual, interface, veículos digitais, jornada do usuário, publicidade.Resumen
Este artículo busca exponer los diferentes tipos de contaminación visual presentes en las interfaces de vehículos digitales, como portales, blogs y aplicaciones, que comprometen la cognición, la usabilidad del usuario y, en consecuencia, su experiencia de usuario (UX). En el mundo real, ya existen regulaciones que abordan la contaminación visual, como en el caso de las calles urbanas, pero no en el mundo digital. Por el contrario, este medio se ha tratado como un territorio libre y sin ley, donde sus desarrolladores no siempre actúan con sentido común ni siguiendo las mejores prácticas respecto a qué presentar a su audiencia, como la cantidad de publicidad integrada, banners, aspectos de legibilidad, estímulos visuales, advertencias, notificaciones, elementos en pantalla, volumen y arquitectura de la información. Se utilizó un cuestionario en línea en abril de 2025 para llevar a cabo esta investigación multidisciplinaria, exploratoria e inferencial, involucrando las áreas de Comunicación y Diseño, con el fin de resaltar los impactos actuales de la contaminación visual en las interfaces y sus consecuencias en la experiencia del usuario, proponiendo un nuevo enfoque y ofreciendo caminos y soluciones para la adaptación y evolución de las interfaces. El estudio aporta información para el debate sobre la regulación de las mejores prácticas, que buscan frenar las perturbaciones identificadas y complementar, con esta agenda, la actual Carta de Derechos de Internet de Brasil y la Ley General de Protección de Datos (LGPD).
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