Política de permanência de uma universidade pública na perspectiva dos beneficiados
DOI:
https://doi.org/10.34019/1980-8518.2026.v26.50669Palavras-chave:
Assistência estudantil, Universidade pública, Beneficiados, COVID-19Resumo
O artigo analisa as percepções dos estudantes beneficiados pelos programas de Assistência Estudantil da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) durante a pandemia de COVID-19, com foco em sua contribuição para a permanência acadêmica. Utilizamos a pesquisa documental, questionário estruturado e abordagem quantitativa com 84 discentes de 11 cursos do campus de Floriano. Os auxílios mais acessados foram alimentação (31%) e pecuniário para equipamentos (29%), considerados muito importantes por 62% dos participantes. Contudo, apenas 4% os avaliaram como totalmente satisfatórios, apontando limitações quanto à cobertura, valores e adequação. Observamos ausência de ações em cultura, lazer e transporte, além de dificuldades de acesso por divulgação insuficiente. As sugestões destacam restaurante universitário, moradia estudantil e transporte escolar. Concluímos que a política contribuiu para a permanência, mas exige aprimoramento e maior abrangência.
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