Programa de Educação em Saúde e auriculoterapia para a população idosa com dor crônica: tecnologia social na Atenção Primária à Saúde

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34019/1809-8363.2026.v29.47573

Palavras-chave:

Idoso, Dor Crônica, Atenção Primária à Saúde, Educação em Saúde, Auriculoterapia

Resumo

Introdução: O estudo delimita como problemática a falta de resolubilidade dos encaminhamentos à acupuntura de pessoas idosas em uma Assistência Médica Ambulatorial/Unidade Básica de Saúde integrada. Objetivo: Analisar a construção de uma tecnologia social para atendimento à demanda relacionada à falta de resolubilidade dos encaminhamentos à acupuntura de pessoas idosas em uma Assistência Médica Ambulatorial/Unidade Básica de Saúde integrada. Métodos: Trata-se de um estudo de caso desenvolvido por meio da construção de um programa de educação em saúde associado à oferta de auriculoterapia para a população idosa com dor crônica no contexto da Atenção Primária à Saúde. Utilizando abordagem qualitativa, participaram da pesquisa dezoito trabalhadores da saúde de uma Assistência Médica Ambulatorial/Unidade Básica de Saúde integrada na região sudeste da cidade de São Paulo. O referencial metodológico fundamentou-se no Planejamento Participativo, mobilizando Estimativa Rápida Participativa, construção e validação de Fluxograma Analisador e planejamento de ações. Resultados: O produto, desenvolvido coletivamente, foi denominado Programa de Educação em Saúde associado à oferta de auriculoterapia para a população idosa com dor crônica. Trata-se de uma investigação relevante por discutir processos participativos de implementação de estratégias educativas integradas às Práticas Integrativas no contexto de Atenção Primária à Saúde, o que possibilita maior alcance e replicação partindo do caso ora apresentado. Conclusão: O estudo evidencia desafios e potencialidades na implementação de um programa de educação em saúde, ao indicar que a identificação de demandas no cotidiano da Atenção Primária à Saúde e a participação coletiva dos profissionais na construção de tecnologias sociais são elementos centrais para a ampliação do acesso às práticas integrativas.

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Biografia do Autor

Antonia Telma Rodrigues Melo, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Mestra  em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Enfermeira na Prefeitura de São Paulo - SP. CV: http://lattes.cnpq.br/7951157395706896

Átila Santos Matos, Universidade Nove de Julho (UNINOVE)

Graduado em Enfermagem pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE). CV: http://lattes.cnpq.br/0606327212962857

Rosilda Mendes, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP); com Pós-Doutorado pela New Mexico University, Estados Unidos da América. Professora Associada II da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). CV: http://lattes.cnpq.br/3746693286898810

Maria Cristina Mazzaia, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). Professora Associada da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). CV: http://lattes.cnpq.br/6423662828098950

Danielle Alves Rodrigues Salomão, Universidade Nove de Julho (UNINOVE)

Graduanda em Enfermagem na Universidade Nove de Julho (UNINOVE). CV: http://lattes.cnpq.br/8716904600668595

Renata Leme Mis, Centro Universitário Internacional (UNINTER)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE). CV: http://lattes.cnpq.br/5749637304983561

Thiago da Silva Domingos, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Doutor em Enfermagem pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Professor Adjunto da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). CV: http://lattes.cnpq.br/2184168438993433

Arquivos adicionais

Publicado

2026-05-27

Edição

Seção

Artigos Originais