EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ATENÇÃO BÁSICA: UMA ANÁLISE DAS AÇÕES COM HIPERTENSOS

  • Maristela Inês Osawa Vasconcelos Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA
  • Quitéria Larissa Teodoro Farias Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA
  • Florência Gamileira Nascimento Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA
  • Ana Suelen Pedroza Cavalcante Universidade Federal do Ceará- UFC
  • Quitéria Lívia Muniz Mira Universidade Federal do Ceará- UFC
  • Maria Veracy Oliveira Queiroz Universidade Estadual do Ceará- UECE
Palavras-chave: Hipertensão. Educação em Saúde. Atenção Primária a Saúde

Resumo

A educação em saúde é um dos principais dispositivos para viabilizar a promoção da saúde na atenção básica no Brasil e constitui-se como uma estratégia no cuidado à clientela hipertensa, atuando na prevenção e redução dos agravos decorrentes da doença. Considerando o exposto, este artigo objetiva analisar a produção científica sobre educação em saúde voltada à clientela hipertensa no cenário da mudança de Programa Saúde da Família para Estratégia Saúde da Família. A busca foi realizada nas bases de dados LILACS, SCIELO e BDENF, utilizando-se os descritores Hipertensão, Educação em Saúde e Atenção Primária a Saúde.  Após leitura minuciosa e aplicados os critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 18 manuscritos pertinentes ao tema proposto. Os achados evidenciaram que a mudança do modelo assistencial da Atenção básica, de PSF para ESF, impulsionou o aumento de pesquisas referentes à temática, sendo a Enfermagem a categoria profissional mais atuante nesta vertente. As ações educativas constituem-se, em sua maioria, por oficinas e rodas de conversas, com destaque para palestras, o que denota a representação antiga de educação em saúde, pautada no simples repasse de informações. No entanto, em alguns estudos as metodologias ativas se sobressaíram em relação às metodologias tradicionais, observando-se resultados positivos no enfrentamento da hipertensão. Conclui-se que o desenvolvimento de ações educativas voltadas à clientela hipertensa tem contribuindo na qualificação do fazer profissional e no aprimoramento dos serviços de saúde, contudo são necessárias novas estratégias educativas que sejam condizentes com a realidade dos usuários hipertensos, favorecendo a promoção da saúde e a qualidade de vida.

Biografia do Autor

Maristela Inês Osawa Vasconcelos, Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA
Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da UVA. Pró-Reitora de Extensão e Cultura da UVA. Orientadora da Pesquisa. Sobral, Ceará, Brasil. Membro do Laboratório de Pesquisa Social, Educação Transformadora e Saúde Coletiva- LABSUS/UVA.
Quitéria Larissa Teodoro Farias, Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA
Acadêmica de Enfermagem da Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA. Membro do Laboratório de Pesquisa Social, Educação Transformadora e Saúde Coletiva- LABSUS/UVA.
Florência Gamileira Nascimento, Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA
Acadêmica de Enfermagem da Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA. Membro do Laboratório de Pesquisa Social, Educação Transformadora e Saúde Coletiva- LABSUS/UVA.
Ana Suelen Pedroza Cavalcante, Universidade Federal do Ceará- UFC
Mestranda em Saúde da Família do programa de Pós- Graduação da Universidade Federal do Ceará. Enfermeira. Membro do Laboratório de Pesquisa Social, Educação Transformadora e Saúde Coletiva- LABSUS/UVA.
Quitéria Lívia Muniz Mira, Universidade Federal do Ceará- UFC
Mestranda em Saúde da Família do programa de Pós- Graduação da Universidade Federal do Ceará. Enfermeira. Membro do Laboratório de Pesquisa Social, Educação Transformadora e Saúde Coletiva- LABSUS/UVA.
Maria Veracy Oliveira Queiroz, Universidade Estadual do Ceará- UECE
Doutora em Enfermagem. Docente da Universidade Estadual do Ceará- UECE.
Publicado
2018-01-25
Seção
Artigos de Revisão