- Cartography as a path companion for understanding the complexity of social work with families in SUAS
DOI:
https://doi.org/10.34019/1982-1247.2025.v19.40956Keywords:
Methodology, Implication analysis, SUAS, CartografyAbstract
This article presents the process of building a cartography that was dedicated to investigating the effects of families' encounters with social assistance policy, discussing aspects of this methodology as an important tool for understanding the complexity of social relations. It problematizes that for researchers who are also operators in their field of study, there are tensions that cross the research and that can be used as imports of analytical devices from the institutions. Addresses obstacles and possibilities of cartographic research in the context of the Covid 19 Pandemic.
Downloads
References
Abrahão, A. L., Merhy, E. E., Gomes, M. P. C., Tallemberg, C., Chagas, M. S., Rocha, M., Santos, N. L. P., Silva, E., & Vianna, L. (2013). O Pesquisador in-mundo e o processo de produção de outras formas de investigação em saúde. Lugar comum, 39, 133–144. https://revistas.ufrj.br/index.php/lc/article/view/50836/27579
Abrahão, A. L., & Merhy, E. E. (2014). Formação em saúde e micropolítica: Sobre conceitos-ferramentas na prática de ensinar. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, 18(49), 313–324. https://doi.org/10.1590/1807-57622013.0166
Barros, R. B., & Passos, E. (2009). Diário de bordo de uma viagem-intervenção. In E. Passos, V. Kastrup, & L. Escóssia (Orgs.), Pistas do Método da Cartografia (pp. 172–200). Editora Sulina de Porto Alegre.
Emenda Constitucional n. 95, de 15 de dezembro de 2016. (2016). Altera o ato das disposições constitucionais transitórias, para instituir o novo regime fiscal, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc95.htm
Cardoso, M. L. M. (2020). Família e Brasis: uma cartografia socioafetiva [Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC Minas. https://bib.pucminas.br/teses/Psicologia_MariaLuizaMarquesCardoso_8822_Textocompleto.pdf
Cardoso, M. L. M., & Romagnoli, R. C. (2019). Contribuições da cartografia para a produção de uma ciência nômade. Polis e Psique. 9(3), 6–25. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2238-152X2019000300002
Coimbra, M. C. B., & Nascimento, M. L. (2008). Análise de implicações: desafiando nossas práticas de saber/poder. In A. R. R. Geisler, A. L. Abrahão, & M. C. B. Coimbra (Orgs.), Subjetividades, violência e direitos humanos: produzindo novos dispositivos em saúde (pp. 143–153). EdUFF. https://philarchive.org/archive/VALPAI
Deleuze, G. (2019). Cursos sobre Spinoza (Vincennes, 1978-1981). EdUece. https://www.uece.br/eduece/wp-content/uploads/sites/88/2023/08/Cursos-sobre-Spinoza-Vincennes-1978-1981-Gilles-deleuze.pdf
Deleuze, G., & Guattari, F. (1995). Introdução: Rizoma. In G. Deleuze & F. Guattari, Mil Platôs: Capitalismo e Esquizofrenia (Vol. 1, pp. 11–37). Editora 34.
Deleuze, G., & Guattari, F. (1996). Micropolítica e segmentaridade. In G. Deleuze & F. Guattari, Mil Platôs: Capitalismo e Esquizofrenia (Vol.3, pp. 83–115). Editora 34.
Fadul, F. M. (2022). As famílias e suas vozes: o que querem as famílias da assistência social [Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC Minas. bib.pucminas.br/teses/Psicologia_FabianaMeijonFadul_29625_Textocompleto.pdf
Foucault, M. (1999). Aula de 17 de março de 1976. In M. Foucault, Em defesa da sociedade: curso no Collège de France (1975-1976) (pp. 285–319). Martins Fontes.
Kastrup, V. (2009). O Funcionamento da atenção no trabalho do cartógrafo. Psicologia & Sociedade, 19(1), 32–51. https://doi.org/10.1590/S0102-71822007000100003
Kastrup, V., & Passos, E. (2013). Cartografar é traçar um plano comum. Fractal: Revista de Psicologia, 25(2), 263–280. https://doi.org/10.1590/S1984-02922013000200004
Lemos, A. H. C., Barbosa, A. O., & Monzato, P. P. (2021). Mulheres em home office durante a Pandemia da Covid-19 e as configurações do conflito trabalho-família. Revista de Administração de Empresas, 60(6), 388–399. https://doi.org/10.1590/S0034-759020200603
Liberman, F., & Lima, E. M. F. A. (2015). Um corpo de cartógrafo. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, 19(52), 183–194. https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0284
Lourau, R. (2004). Objeto e método da análise institucional. In S. Altoé (Org.), René Lourau: Analista Institucional em Tempo Integral (pp. 66–86). Hucitec.
Merhy, E. E., Gomes, M. P. C., Silva, E., Santos, M. F. L., Cruz, K. T., & Franco, T. B. (2017). Redes vivas: Multiplicidades girando as existências, sinais da rua. Implicações para a produção do cuidado e a produção do conhecimento em saúde. In E. E. Merhy, R. S. Baudy, C. T. Seixas, D. E. S. Almeida, & H. Slomp Júnior (Orgs.), Avaliação Compartilhada do Cuidado em Saúde: Surpreendendo o Instituído nas Redes (Vol. 1, pp. 31-42). Hexis. https://editora.redeunida.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Livro-Politicas-e-Cuidados-em-Saude-Livro-1-%E2%80%93-Avaliacao-Compartilhada-do-Cuidado-em-Saude-Surpreendendo-o-Instituido-nas-Redes.pdf
Minayo, M. C. S. (2014). O desafio do conhecimento-pesquisa qualitativa em saúde (14. Ed.). Hucitec.
Moreira, L. E., Alves, J. S. Oliveira R. G., & Natividade, C. (2020). Mulheres em tempos de pandemia: Um ensaio teórico-político sobre a casa e a guerra. Psicologia & Sociedade, 32, 1–19. https://doi.org/10.1590/1807-0310/2020v32240246
Penido, C. M. F. (2015). A Análise da implicação como dispositivo de transformação do processo de trabalho. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 8(2), 248–257. https://doi.org/10.1590/1518-8345.3114.3189
Penido, C. M. F. (2020). Trabalhador-pesquisador: Análise da implicação como resistência ao distanciamento do objeto. Psicologia em Revista, 26(1), 380–396. https://doi.org/10.5752/P.1678-9563.2020v26n1p369-385
Prado, K. Fo., & Teti, M. M. (2013). A Cartografia como método para as ciências humanas e sociais. Barbarói, 38, 45–49. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-65782013000100004
Rolnik, S. (2006). Geopolítica da cafetinagem. Ide: Psicanálise e Cultura, 29(43), 123–129. https://www.bivipsi.org/wp-content/uploads/2006-sbpsp-ide-v29-n43-17.pdf
Romagnoli, R. C. (2009). A cartografia e a relação pesquisa e vida. Psicologia & Sociedade, 21(2), 166–173. https://doi.org/10.1590/S0102-71822009000200003
Romagnoli, R. C. (2014). O conceito de implicação e a pesquisa-intervenção institucionalista. Psicologia & Sociedade, 26(1), 44–52. https://doi.org/10.1590/S0102-71822014000100006
Romagnoli R. C. (2019). Sobre a (im) possibilidade de dar voz aos usuários das políticas públicas: reflexões a partir da prática intersetorial. Educação em Perspectiva, 10, e0190002. 10.22294/eduper/ppge/ufv.v10i0.7130
Santos, A. P. (2019). “O Inimigo sempre volta”: Reflexões sobre a construção da implicação dos trabalhadores com a política de assistência social [Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais]. https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7651605
Souza, D. O. (2020). As dimensões da precarização do trabalho em face da pandemia de Covid-19. Trabalho, Educação & Saúde, 19, 1–15. https://doi.org/10.1590/1981-7746-sol00311










