Sobre la espalda de la ballena
DOI:
https://doi.org/10.34019/2236-6296.2025.v28.48331Palavras-chave:
Leviatán ballena dragón abismo cetáceo trinidad JonásResumo
Mark Sneed se pregunta si la figura de Leviatán es hoy solo una reliquia olvidada de tiempos pretéritos o es acaso una presencia que perturba nuestros imaginarios contemporáneos. Teniendo en cuenta esta interrogación nos interesará detenernos en el monstruo marino como elemento fundacional, al mismo que sostén eterno y descentrado del cosmos. De este modo analizaremos las particularidades de la imagen de la ballena (ketus) en su asociación simbólica trinitaria con el dragón bíblico llamado Leviatán y con el océano (yam). Señalaremos algunas trayectorias del Leviatán, su aparición pre- bíblica en Medio Oriente y su recepción desdoblada como cetáceo y dragón en el texto hebreo masorético y en el retorno de estas figuras en diferentes relatos de la expansión cristiana. En especial nos centraremos en su representación trinitaria como ballena-dragón- océano y su relación con el gran pez de Jonas, para luego analizar su recepción en el siglo XIX.
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