O inefável que se mostra: apontamentos sobre algumas ideias de Wittgenstein à luz da linguagem em Ibn Sina e Ibn Gabirol / The ineffable that shows itself: remarks about some Wittgenstein’s ideas in the light of language in Ibn Sina and Ibn Gabirol
Palabras clave:
Ibn Gabirol, Ibn Sina, linguagem, mística, WittgensteinResumen
Resumo:
Wittgenstein afirma no Tractatus que “sobre aquilo que não se pode falar, deve calar-se”. Dentre estes temas figura a mística, que se situa para além do limite do pensável. Muitos filósofos medievais escreveram textos místicos e visionários.
Este artigo pretende discutir a posição de Wittgenstein à luz dos trabalhos de dois destes filósofos, o muçulmano iraniano Ibn Sina (Avicena) e o judeu espanhol Ibn Gabirol (Avicebron), que, ao lado de seus escritos estritamente filosóficos, deixaram algumas outras em linguagem simbólica e imagética.
Palavras chave: Ibn Gabirol, Ibn Sina, linguagem, mística, Wittgenstein.
Abstract
Wittgenstein asserts in the Tractatus that “whereof one cannot speak, thereof one must be silent”. Mysticism is among these subjects, situated beyond the limits of the thinkable. Several medieval philosophers wrote mystical and visionary works. This article intends to discuss Wittgenstein’s position in the light of the works of two of these philosophers, the Iranian Muslim Ibn Sina (Avicena) and the Spanish Jew Ibn Gabirol (Avicebron), who left, besides their strictly philosophical writings, some others in symbolic and imagetic language.
Keywords: Ibn Gabirol, Ibn Sina, language, mysticism, Wittgenstein.
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