El uso de los motion graphics en los videoclips como componente estético y narrativo
DOI:
https://doi.org/10.34019/1981-4070.2026.v20.50291Palabras clave:
comunicação, motion graphics, videoclipe, estética visual, narrativa audiovisual.Resumen
Este artículo investiga el papel de los motion graphics en los videoclips contemporáneos, comprendiéndolos como un lenguaje estético y comunicacional capaz de estructurar narrativas propias. A diferencia de los usos meramente decorativos, los motion graphics articulan tipografía, formas gráficas y recursos animados en diálogo directo con la banda sonora, instaurando atmósferas visuales que amplían la experiencia sensorial del espectador. Para evidenciar este potencial, el estudio analiza tres producciones brasileñas: Ficha Suja
(MV Bill), Pode acreditar (Marcelo D2 y Seu Jorge) y Bang (Anitta). En cada caso, se identifican funciones específicas: la condensación simbólica de íconos políticos y sociales; la organización narrativa mediante el collage urbano; y la estética performativa, centrada en la expresividad pop y la inmersión rítmica. El análisis demuestra que los motion graphics no solo acompañan la música, sino que la reconfiguran en capas visuales, simbólicas e identitarias, ampliando su alcance estético y comunicacional. Además, se discuten los desafíos contemporáneos impuestos por la saturación de imágenes y por la influencia algorítmica de las plataformas digitales, que simultáneamente estandarizan y estimulan nuevas formas de experimentación. Se concluye que, en un escenario audiovisual marcado por la velocidad y la diversidad, los motion graphics se consolidan como un lenguaje autónomo, crítico y versátil, ocupando un lugar central en la producción cultural y académica actual.
Descargas
Citas
ANITTA – Bang. (Official Music Video). Publicado pelo canal Anitta. 1 vídeo (4 min.), [s. l.], 9 out. 2015. Disponível em: https://youtu.be/UGov-KH7hkM] Acesso em: 22 jun. 2026.
AUMONT, J. A imagem. Campinas: Papirus, 1995.
BAUMGARTEN, A. Estética: a lógica da arte e do poema. Petrópolis: Vozes, 1993.
CHION, M. A Audiovisão: Som e Imagem no Cinema. Lisboa: Texto & Grafia, 2011.
CHONG, A. Digital Animation. Lausanne, Switzerland: AVA Publishing, 2007.
COUCHOT, E. A tecnologia na arte: da fotografia a realidade virtual. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2003.
CRAFTON, D. Before Mickey: the animated film, 1898–1928. Cambridge: The MIT Press, 1993.
DONDIS, A. D. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
FRITH, S; GOODWIN, A; GROSSBERG, L. Sound and Vision: the music video reader. 2. ed. London: Routledge, 1993.
FROTA, H. L. S. A mediação algorítmica na Netflix: da plataformização à metapublicitarização do consumo audiovisual. CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 48. In: Anais [...]. 2025.
GRAÇA, M. E. Entre o olhar e o gesto: elementos para uma poética da imagem animada. São Paulo: Editora Senac. São Paulo, 2006.
HALLINAN, B; STRIPHAS, T. Recommended for you: the Netflix prize and the production of algorithmic culture. New Media & Society, v. 18, n. 1, p. 117-137, 2016.
JOLY, M. Introdução à análise da imagem. 7. ed. São Paulo: Papirus Editora, 2004.
KORSGAARD, M. B. Music video after MTV: audiovisual studies, new media, and popular music. Milton Park, Abingdon, Oxon; New York, NY: Routledge, 2017. Series: Routledge research in music: Routledge, 2017.
MACHADO, A. A televisão levada a sério. São Paulo: Senac, 2000.
MANOVICH, L. The Language of New Media. Cambridge: MIT Press, 2001.
Marcelo D2/Seu Jorge - Pode Acreditar (Meu Laiá Laiá). Publicado pelo canal Marcelo D2, [s. l.], 3 set. 2009. 1 vídeo (4 min.). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=v0UHvoLy85o Acesso em: 22 jun. 2026.
MV Bill – Ficha suja (Vídeo oficial). Publicado pelo canal MV Bill, [s. l.], 28 set. 2017. 1 vídeo (3min. 45seg.). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=H6E6IPinD-w Acesso em: 22 jun. 2026.
SHAVIRO, S. The Rhythm Image: music videos and new audiovisual forms. New York: Bloomsbury Academic, 2023.
SHAW, A. Design for Motion. Fundamentals and Techniques of Motion Design. Second Edition. New York: Routledge, 2020.
SOARES, T. A estética do videoclipe. João Pessoa: Editora da UFPB, 2013.
STAM, R. Introdução à teoria do cinema. Campinas, SP: Papirus, 2003.GODINHO, T. Vida organizada: como definir prioridades e transformar seus sonhos em objetivos. São Paulo: Gente, 2014. E-book.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Raphael Sagatio

Esta obra está bajo una licencia Creative Commons Reconocimiento 3.0 Unported.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).


