Avaliação do tempo e do número de sessões de tratamento em pacientes com Desordem Temporomandibular

Autores

  • Evane Gonçalves Toledo Júnior Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Hélio Machado Siqueira Júnior Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Tuélita Marques Galdino Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Juliane Alvarez Toledo Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Maria das Graças Afonso Miranda Chaves Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Ivone Oliveira Salgado Universidade Federal de Juiz de Fora

Palavras-chave:

Dor Facial, Placas Oclusais, Articulação Temporomandibular

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar a duração do tratamento e o número de sessões de controle necessárias para a remissão da dor miofacial em pacientes com Desordem Temporomandibular que fizeram uso da placa neuromiorrelaxante. Foram avaliados 300 prontuários de pacientes voluntários sem distinção de raça e gênero, com idades entre 18 e 60 anos tratados na clínica do Serviço ATM da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora. Estes pacientes foram diagnósticados com desordem temporomandibular baseado no eixo I do protocolo de Critérios de Diagnóstico para pesquisa das Disfunções Temporomandibulares (RDC/TMD). O exame clínico e as mensurações presentes nos prontuários foram realizados por três examinadores previamente calibrados (índice kappa = 0.71). Para análise dos resultados, utilizou-se o teste t de Student, com nível de significância de 0,05% (p-valor < 0,05). Encontrou-se que o número mínimo de sessões necessárias para a remissão da sintomatologia dolorosa foi 02 sessões, e que o número máximo foi de 13 sessões. Mais da metade dos pacientes avaliados (56%) apresentaram remissão da sintomatologia dolorosa em 05 a 07 sessões de tratamento. Já quanto ao tempo de tratamento, o tempo mínimo necessário para remissão da sintomatologia dolorosa foi de 01 mês e o tempo máximo foi de 24 meses. Cerca de 60% dos pacientes apresentaram remissão completa da sintomatologia dolorosa em 07 meses de tratamento. Concluiu-se que ocorreu uma grande variação no período de tratamento e no número de sessões para uma efetiva redução da dor miofacial nos pacientes portadores de DTM avaliados, o que impossibilitou o estabelecimento de um número exato de sessões e de meses de tratamento ideais.

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Biografia do Autor

Evane Gonçalves Toledo Júnior, Universidade Federal de Juiz de Fora

Graduado em Odontologia pela UFJF

Especializando em Ortodontia pela Faculdade Estácio de Sá - JF

Mestrando em Clínica Odontológica pela UFJF

Hélio Machado Siqueira Júnior, Universidade Federal de Juiz de Fora

Especialista em Periodontia

Mestre em clínica Odontológica pela UFJF

Tuélita Marques Galdino, Universidade Federal de Juiz de Fora

Graduada em Odontologia pela UFJF

Mestranda em clínica odontológica pela UFJF

Juliane Alvarez Toledo, Universidade Federal de Juiz de Fora

Acadêmica do curso de Fisioterapia da UFJF

Maria das Graças Afonso Miranda Chaves, Universidade Federal de Juiz de Fora

Doutora

Professora da Faculdade de Odontologia da UFJF

Ivone Oliveira Salgado, Universidade Federal de Juiz de Fora

Doutora

Professora Titular do departamento ORE da Faculdade de Odontologia da UFJF

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Publicado

2012-08-30

Como Citar

1.
Toledo Júnior EG, Siqueira Júnior HM, Galdino TM, Toledo JA, Chaves M das GAM, Salgado IO. Avaliação do tempo e do número de sessões de tratamento em pacientes com Desordem Temporomandibular. hu rev [Internet]. 30º de agosto de 2012 [citado 28º de novembro de 2022];37(4). Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/1622

Edição

Seção

Artigos Originais

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