Ansiedade, angústia e vulnerabilidade em Carl Rogers: pesquisa conceitual
DOI:
https://doi.org/10.34019/1982-1247.2025.v19.44452Palabras clave:
Angústia, Ansiedade, Carl Rogers, Terapia Centrada no Cliente, VulnerabilidadeResumen
Este estudio objetivo analizar las nociones de ansiedad, angustia y vulnerabilidad en Carl Rogers. Emplea el método de investigación conceptual en las versiones original y traducida de tres textos clínicos de Rogers publicados en la década de 1950. Los principales hallazgos son los siguientes: originalmente, el término angustia no existe en Rogers y es un problema de traducción, que puede incurrir en lecturas fenomenológico-existenciales además de Rogers; las nociones analizadas hacen referencia a estados tensionales de desajuste psicológico e incongruencia; hay una evolución teórico-conceptual para explicar estos estados; las nociones se sitúan en un fundamento funcionalista, personalista y gestáltico.
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