Monsenhor Rios em sua antecessão póstuma
sustentabilidade nas articulações folkcomunicacionais dos marginalizados
DOI:
https://doi.org/10.34019/2236-6296.2026.v29.51680Palavras-chave:
Monsenhor Rio; Vassouras - RJ; Inventário; Folkcomunicação.Resumo
Artigo baseado na transcrição do Inventário do Monsenhor Rios com o objetivo de analisar as vivências do religioso e suas ações para uma melhor compreensão folkcomunicacional. A metodologia aplicada é a análise de conteúdo aplicada ao estudo de documentos físicos. Em meio aos mecanismos comunicacionais globalizados e abrangentes de uma massa populacional, as formas rudimentares construídas pelos marginalizados se perfazem eficientes em contextos que estão aquém dos holofotes midiáticos. Esse fato demonstra claramente que a comunicação é moldada de acordo com as mais diversas realidades e sob objetivos distintos, mas claramentesatisfatórios, independentementede sua esfera política ou econômica; ou seja, é adaptada a partir de necessidades e desejos quetangem emissores e receptores e mostra-se em plena harmonia com mecanismos hegemônicos. Deste modo, o método utilizado para a difusão de informação reproduz claramente uma cultura e a partir de constatações científicas, temos então o patrimônio imaterial que se consolidaa cada nova pesquisa. Falar de folkcomunicação é tratar de um processo inclusivo, sustentável e culturalmente enraizado. Concluímos que a trajetória de vida do Monsenhor Rios foi marcada por ações que envolviam tradições, crenças e costumes da época, as quais foram reproduzidas em documento que antecedeu sua morte, sujeitoeobjeto de estudo dessa pesquisa. Anseios, solicitações, corroborações registradas em meio à doença que cessaria uma existência física, mas que pela comunicação popular,a folkcom, perpetua a disseminação da mensagem no decorrer dos séculos enfatizando a característica de um tempo na figura representativa de um ser que soube mesclar práticas cotidianas com espiritualidade e fé cristã.
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Referências
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