A vivência do enfermeiro diante da privação materna em unidade de terapia intensiva neonatal

  • Fabiana Nascimento Lopes UFJF
  • Flávia Andrade Fialho Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Iêda Maria Ávila Vargas Dias Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Mariana Braga de Almeida Universidade Federal de Juiz de Fora
Palavras-chave: Papel do Profissional de Enfermagem, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Relações Mãe-Filho

Resumo

As interações entre mãe e filho levam a formação do apego, vinculo afetivo estabelecido entre ambos, que possibilita a criação de uma auto-imagem saudável. O distanciamento precoce e prolongado entre mãe e recém-nascido, denominado de privação materna, dificulta o relacionamento afetivo, repercutindo de forma negativa na saúde mental do individuo. Frente a isso foi elaborado um estudo com o objetivo de discutir a vivência do enfermeiro diante da privação materna em unidade de terapia intensiva neonatal; identificar a compreensão dos enfermeiros sobre o apego materno filial e descrever medidas que favoreçam o estabelecimento deste vínculo. Pesquisa de abordagem qualitativa, que utilizou para obtenção dos dados a entrevista semi-estruturada, aplicada à enfermeiros que atuam em unidade de terapia intensiva neonatal, discentes de um curso de especialização neopediátrica. A análise dos dados permitiu a elaboração de três categorias: privação e a permanência dos pais na unidade de terapia intensiva neonatal; vínculo materno filial na compreensão dos enfermeiros; e cotidiano no trabalho em unidade de terapia intensiva neonatal. Na conclusão é evidenciado que a efetiva atenção ao recém-nascido e sua família, demanda a atuação de profissionais sensibilizados e envolvidos que consolidem uma assistência integral de qualidade.

Biografia do Autor

Fabiana Nascimento Lopes, UFJF

Enfermeira e Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Saúde Materno Infantil e Saúde Coletiva- FACENF – UFJF – Juiz de Fora - MG.

Flávia Andrade Fialho, Universidade Federal de Juiz de Fora
Mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF-MG) Brasil. Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Saúde Materno Infantil e Saúde Coletiva- FACENF – UFJF.
Iêda Maria Ávila Vargas Dias, Universidade Federal de Juiz de Fora

Profª Drª da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora –FACENF - UFJF - Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Saúde Materno Infantil e Saúde Coletiva- FACENF – UFJF. 

Mariana Braga de Almeida, Universidade Federal de Juiz de Fora
Enfermeira e Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Saúde Materno Infantil e Saúde Coletiva- FACENF – UFJF – Juiz de Fora - MG.
Publicado
2011-09-21
Como Citar
1.
Lopes FN, Fialho FA, Dias IM Ávila V, Almeida MB de. A vivência do enfermeiro diante da privação materna em unidade de terapia intensiva neonatal. hu rev [Internet]. 21º de setembro de 2011 [citado 15º de agosto de 2020];37(1). Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/1341
Seção
Artigos Originais

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