Lameiros, lance y croas:
: Experiencias contracartográficas en la comunidad Vazanteira de Barrinha.
DOI:
https://doi.org/10.34019/2359-4489.2026.v13.50230Palabras clave:
Territorialidad, Vazanteiros, ContracartográfiaResumen
Este artículo busca analizar las dinámicas concernientes a la territorialidade de Barrinha, una comunidad vazanteira ubicada en el norte de Minas Gerais, Brasil. A partir de talleres de cartografía social y calendarios agroecológicos, así como de caminatas guiadas, conversaciones y entrevistas semiestructuradas, se discuten categorías locales de espacio y tiempo, la relación de los habitantes con el río São Francisco y los impactos de la expropiación territorial.
Descargas
Citas
Acypreste, Izadora. 2021. “Os pés da memória: uma etnografia sobre as plantas, o gado e o tempo nas margens do rio
São Francisco”. Revista Ñanduty 9 (13): 19–44. https://doi.org/10.30612/nty.v9i13.15535.
Almeida, Alfredo Wagner Berno de. 2004. “Terras tradicionalmente ocupadas: processos de territorialização e movimentos sociais”. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais 6 (1): 9. https://doi.org/10.22296/2317-1529.2004v6n1p9.
Anaya, Felisa Cançado. 2012. “De encurralados pelos parques a vazanteiros em movimento: as reivindicações territoriais das comunidades vazanteiras de Pau Preto, Pau de Légua e Quilombo da Lapinha no campo ambiental”. Tese de doutorado, Universidade Federal de Minas Gerais.
Anaya, Felisa Cançado. 2014. “‘Vazanteiros em movimento’: o processo de ambientalização de suas lutas territoriais no contexto das políticas de modernização ecológica”. Ciência & Saúde Coletiva 19 (10): 4041–50. https://doi.org/10.1590/1413-812320141910.09242014.
Cardoso, T. M. 2013. “Malhas cartográficas: técnicas, conhecimentos e cosmopolítica do ato de mapear territórios indígenas.” Conferência apresentada na Reunião de Antropologia da Ciência e Tecnologia (ReACT), Campinas, SP, setembro. 24–26.
Certeau, Michel de. 1994. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes.
Clifford, James e George Marcus. 1986. Writing culture: the poetics and politics of ethnography. Berkeley: University of California Press.
Costa, João Batista de Almeida. 2020. “conflitos ambientais no sertão roseano: a atualização do carrancismo contra veredeiros e quilombolas em Minas Gerais”. Anuário Antropológico 45 (3):287-303. https://doi.org/10.4000/aa.6688.
Dayrell, Carlos Alberto. 2019. “De nativos a caboclos: reconfiguração do poder de representação de comunidades que lutam pelo lugar”. Tese de doutorado, Universidade Estadual de Montes Claros.
Douglas, Mary. 1976 [1966]. Pureza e perigo. São Paulo: Perspectiva.
Evans-Pritchard, E. E. 2002 [1940]. Os Nuer: uma descrição do modo de subsistência e das instituições políticas de um povo nilota. São Paulo: Perspectiva.
Favret-Saada, Jeanne. 2005. “Ser afetado". Traduzido por Paula Siqueira. Cadernos De Campo (São Paulo - 1991) 13 (13): 155–61. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v13i13p155-161.
Foucault, Michel. 1987. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes.
Foucault, Michel. 2007. A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
Gallois, D. 2004. “Terras ocupadas? território? territorialidade?” In Terras indígenas e unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições territoriais, editado por Fany Ricardo. São Paulo: Instituto Socioambiental.
Geertz, Clifford. 1989. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC.
Haesbaert, R. 2023. “Território.” GEOgraphia 25 (55).
Harley, J. B. 1989. “Deconstructing the map.” Cartographica 26 (2): 1–20.
Ingold, Tim. 1993. “The Temporality of the Landscape.” World Archaeology 25 (2): 152–74.
http://www.jstor.org/stable/124811.
Lévy-Bruhl, Lucien. 2008 [1922]. A mentalidade primitiva. São Paulo: Paulus.
Lévi-Strauss, Claude. 1989 [1962]. “A ciência do concreto.” In O pensamento selvagem, 15-50. Campinas: Papirus.
Leite, V. 2018 “Os Trabalhadores do Norte de Minas Gerais: entre o "desenvolvimento" e o ‘progresso’”. 2018. Revista História & Perspectivas 57. https://doi.org/10.14393/HeP-v30n57-2017-4.
Little, Paul E. 2018. “Territórios Sociais E Povos Tradicionais No Brasil: Por Uma Antropologia Da Territorialidade”. Anuário Antropológico 28 (1):251-90.
https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/view/6871.
Oliveira, Cláudia Luz de. 2005. “Vazanteiros do Rio São Francisco: um estudo sobre populações tradicionais e territorialidade no Norte de Minas Gerais”. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Minas Gerais.
Strathern, Marilyn. 2014. O efeito etnográfico e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify.
Mauss, Marcel. 2003 [1925]. "Ensaio sobre a dádiva", In Sociologia e Antropologia, 185-314. São Paulo: Cosac Naify.
Ravena Cañete, Thales Maximiliano. 2023. “‘Populações tradicionais’: origens, definições e usos dentro da antropologia brasileira”. Vivência: Revista De Antropologia 1 (61). https://doi.org/10.21680/2238-6009.2023v1n61ID28044.
Ribeiro, Eduardo Magalhães. 2010. Histórias dos Gerais. Belo Horizonte: Editora UFMG.
Santos, Rafael Pereira, e Roberta Alves da Silva. 2019. “Des-envolvimento estatal e populações tradicionais do rio São Francisco no Norte de Minas: ‘O Rio Faz E Desfaz E a Gente Acompanha Na Pesca E Na vazante’.” Brazilian Applied Science Review 3 (2): 1083–1107. https://doi.org/10.34115/basr.v3i2.1120.
Silva, Queite Marrone Soares da, e Rumi Regina Kubo. 2018. “Conflitos ambientais no Norte De Minas Gerais: a resistência dos vazanteiros”. Revista De Extensão E Estudos Rurais 7 (2): 16989. https://doi.org/10.36363/rever722018169-189.
Wagner, Roy. 2012. A invenção da cultura. São Paulo: Cosac Naify.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Alice Ferreira dos Santos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.