Nesta edição filosófica quer-se afirmar: pensar, mais do que plausível, é preciso. O mundo das ideias, desde Platão, se nos impõe e se articula, na modernidade, com a filosofia transcendental de Kant, a partir da qual, enfrenta, crítica e exaustivamente, as investidas históricas de sua desconstrução. Em nossa era, a da linguística e do analitismo filosófico, o “a priori”, do pensamento tem sido colocado em xeque; propugna-se o advento do fim da metafísica. Diante do dogmatismo do falar sobre o pensar um novo criticismo em prol de uma nova síntese, não se faria necessário?
Publicado: 2018-08-21