A Tese da via colonial e a forma de entificação do capitalismo hiper-tardio no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.34019/1981-2140.2025.52564Palabras clave:
José Chasin, trayectoria colonial, capitalismo hiper-tardío, integralismo, crítica de la políticaResumen
Limitándose a un análisis inmanente de la obra de José Chasin, especialmente sus textos sobre la crítica de la política y su tesis doctoral sobre el integralismo de Plínio Salgado, este artículo busca analizar la noción de la trayectoria colonial elaborada por el filósofo y marxista brasileño como categoría explicativa de la especificidad de la entificación del capitalismo en Brasil, demostrando que el capitalismo brasileño constituye una formación hipertardía, marcada por la herencia colonial, la persistencia del latifundio y la subordinación a las economías centrales. En este contexto, el integralismo se entiende no como una simple variante periférica del fascismo europeo, sino como una expresión ideológica regresiva propia de esta formación social, caracterizada por una propuesta antimodernizadora y ruralista. Este trabajo también busca destacar la crítica de Chasin a la politización y la autonomización de lo político, reafirmando la centralidad de la economía política para comprender la totalidad social. Finalmente, se discute la relevancia de la crítica de la política y de la metapolítica como fundamentos teóricos para comprender los límites y posibilidades de una praxis emancipadora en la realidad brasileña.
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