Políticas públicas de fitoterápicos e plantas medicinais na Atenção Primária à Saúde: uma proposta de avaliação através do Framework 3I+E
DOI:
https://doi.org/10.34019/1809-8363.2026.v29.47886Palabras clave:
Fitoterapia, Atenção Primária à Saúde, Políticas Públicas, FrameworksResumen
Introdução: A implementação da fitoterapia no SUS representa a consolidação de uma prática milenar no sistema público de saúde, com a oferta de mais uma possibilidade terapêutica que traz benefícios como a prevenção e a atenuação de agravos, além da promoção e da recuperação da saúde. O Brasil apresenta problemas na consolidação da fitoterapia no SUS e na estruturação e no funcionamento adequado das farmácias vivas, apesar de possuir políticas públicas para essas práticas. Objetivos: Este estudo teve o objetivo de aplicar a ferramenta (3I+E) para avaliação das políticas públicas voltadas à fitoterapia e às plantas medicinais na Atenção Primária à Saúde no Brasil. Métodos: Foi analisado as instituições relevantes, os interesses, as ideias e os fatores externos por meio do framework 3I+E. Resultados: Constatou-se que as políticas na área da fitoterapia e das plantas medicinais no SUS mostram um cenário promissor, com avanços significativos na implementação e na aceitação dessas práticas. No entanto, desafios importantes permanecem, especialmente em relação à regulação, à capacitação contínua e à ampliação das evidências científicas. Conclusão: A continuidade dos esforços de monitoramento e avaliação é crucial para garantir que essas políticas sejam efetivas e seguras, contribuindo para a melhoria da saúde e do bem-estar da população.




