La banda sonora como modulación emocional en el cine de animación de Disney
DOI:
https://doi.org/10.34019/1981-4070.2026.v20.53475Palabras clave:
Banda sonora, Cine de animación, Modulación emocional, InterioridadResumen
Este artículo examina la banda sonora como dispositivo de modulación emocional en el cine de animación contemporáneo de Disney, argumentando que el sonido no solo intensifica acciones visibles, sino que configura un campo acústico de anticipación que vuelve compartibles impasses psíquicos aún no verbalizados. El análisis se sitúa en producciones en las que el conflicto narrativo se desplaza del antagonismo externo hacia tensiones identitarias y generacionales inscritas en la interioridad de los personajes, con un corpus compuesto por Encanto (2021) y Turning Red (2022), seleccionadas por abordar traumas familiares y procesos de reconocimiento subjetivo. La investigación articula dos ejes teórico-metodológicos. En el plano cognitivo-perceptivo, se moviliza el Modelo de Congruencia-Asociación (Congruence-Association Model) de Annabel J. Cohen y la teoría de la expectativa musical de David Huron. En el plano interpretativo, se recurre a la tradición psicoanalítica para examinar el sonido como instancia simbólica implicada en la constitución de la interioridad. La metodología consiste en un análisis fílmico comparativo de escenas en las que procedimientos sonoros organizan la experiencia afectiva antes de la explicitación verbal del conflicto. Se concluye que la modulación emocional constituye una categoría analítica operativa para comprender la centralidad del sonido en la organización estética de estas narrativas.
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