Infoviduality: exploring subjectivations and agentivities in a more-than-human world

  • Cosimo Accoto

Resumo

Quando falamos de tecnologias digitais, sintéticas e artificiais em sociedades em rede emergentes, como podemos supor, a ideia de “subjetividade” (ou melhor, subjetivação) conectada à identidade (quem é o quê), à sensibilidade (quem percebe o que), agência (quem faz o quê) e, naturalmente, a prestação de contas (quem é responsável por quê) é crucial. Objetos inteligentes, botsassistivos, algoritmos codificados, robótica de enxames, softwares antecipatórios, veículos autônomos, corpos quantificados, agentes orientados a dados, mercados automatizados, ecologias sensorizadas, todos exigem de nós, portanto, tratar da questão filosófica do “sujeito” com novas perspectivas. Mas que tipo de subjetividade está emergindo em um mundo mais do que humano? A ideia fundamental que exploramos aqui é a do sujeito considerado como um processo “elementar”, que se transforma e projeta o que comecei a chamar de “infovidualidade”

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Referências

HANSEN, M.Feed-Forward;on the future of twenty-first-century media. Chicago: University of Chicago Press, 2014.

HILDEBRANDT, M. Smart Technologies and the End(s) of Law. Cheltenham and Camberley (UK); Northampton, Massachusetts (USA): Edward Elgar, 2015.
Publicado
2018-12-30
Como Citar
ACCOTO, C. Infoviduality: exploring subjectivations and agentivities in a more-than-human world. Lumina, v. 12, n. 3, p. 8-14, 30 dez. 2018.
Seção
Dossiê: A cidadania digital, o net-ativismo e o protagonismo dos não humanos: a comunidade que vem