MAPEAMENTO DE ELEMENTOS CLIMÁTICOS DA REGIÃO DAS MATAS DE MINAS – MG DURANTE O CICLO FENOLÓGICO DO CAFÉ ARÁBICA

Resumo

O Brasil é o maior exportador de café do mundo, sendo Minas Gerais, o Estado com maior participação na produção de café. Nesse contexto, o mapeamento dos elementos climáticos permite avaliar espacialmente as condições ambientais que influenciam na produção. O objetivo deste trabalho foi investigar a melhor forma de representar espacialmente o padrão de precipitação e temperatura do ar na região das Matas de Minas - MG, nas fases vegetativa e reprodutiva do ciclo fenológico do café arábica, e verificar a correlação entre dados das estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET e do Banco de Dados Climáticos Globais – WorldClim, e expressar espacialmente, por meio de mapas, as diferenças entre as informações dos distintos bancos de dados. Notou-se que os modelos gerados a partir dos dados das estações meteorológicas foram generalistas, e não captaram as nuances das variações térmicas e pluviométricas, identificou-se diferenças entre as representações dos mapas gerados a partir das duas bases de dados, considerando o tamanho da área e a disponibilidade de dados. 

Biografia do Autor

Thalyta Varejão Miranda, Universidade Federal de Viçosa
Graduanda em Geografia pela Universidade Federal de Viçosa. Bolsista de Iniciação científica Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - EPAMIG.
Williams Pinto Marques Ferreira, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA
Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal do Pará (1993), mestrado em Agronomia (Meteorologia Agrícola) pela Universidade Federal de Viçosa (1997) e doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa (2004). Trabalhou com ensino universitário no curso de Geografia. Atualmente é pesquisador "A" da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Café, e pesquisador colaborador cedido a EPAMIG URZM - Viçosa (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Unidade Regional Zona da Mata Mineira) e da UFV (Universidade Federal de Viçosa) onde atua como co-orientador de mestrado e doutorado nos programas de pós-graduação em Agrometeorologia e Engenharia Agrícola. Tem experiência na área de Agrometeorologia e Geociências, com ênfase em Micrometeorologia, Geografia Física, Climatologia Urbana e Rural, Biogeografia e Geografia Agrária. Os temas principais em que está envolvido atualmente são: Cafeicultura, mudanças climáticas, aquecimento global, efeito estufa, impacto ambiental, emissão de CO2.
Guilherme de Castro Oliveira, Universidade Federal de Viçosa - UFV

ngenheiro Florestal pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2010). M. Sc. em Solos e Nutrição de Plantas - UFV (2015), com ênfase em Geoprocessamento. Doutorando em Solos e Nutrição de Planas - UFV Possui experiência em mapeamentos, política florestal e Código Florestal, modelagem e automação de processos em SIG. Entre 2010 e 2013 trabalhou no projeto Mudar Gerais. No mestrado, trabalhou com mapeamento de APPs em Topos de Morros, onde desenvolveu ferramenta para mapeamento automatizado das mesmas. Trabalhou como Analista de Geoprocessamento no Laboratório de Estudos e Projetos em Manejo Florestal (LEMAF), na Universidade Federal de Lavras (UFLA) no ano de 2015, no projeto CAR. Atualmente, estudante de doutorado pelo programa de pós-graduação em Solos e Nutrição de Plantas (UFV), na linha de pesquisa gênese, classificação e pedometria.

 
Marcos Antônio Vanderlei Silva, Universidade do Estado da Bahia - UNEB
Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da Paraíba (1990), mestrado (1994) e Doutorado (2009) em Agronomia (Meteorologia Agrícola) pela Universidade Federal de Viçosa. Foi Coordenador do NUPE - Núcleo de Pesquisa e Extensão (2001-2002) do Campus IX, Vice-Diretor do DCH (Campus IX - 2014-2016) e Coordenador do Colegiado do Curso de Engenharia Agronômica do Campus IX (2003-2005 e 2010-2017). Atualmente é professor adjunto e tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agrometeorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: sustentabilidade, agroclimatologia, cerrado baiano, balanço hídrico, sensoriamento remoto e evapotranspiração.
Publicado
2018-11-29
Seção
Artigos