Que Seja Eterno Enquanto Dure, Que Seja Eterno Enquanto Duro:

narrativas para a história e a psicanálise (1900-1950)

  • Valdinar da Silva Oliveira Filho Doutor em História Universidade Federal Fluminense
Palavras-chave: História, Psicanálise, Narrativas Históricas

Resumo

Este texto faz parte da retomada de uma pesquisa iniciada e financiada pelo CNPq entre os anos de 1996 e 2001 na Universidade Federal da Paraíba -UFPB campus II, Campina Grande – atual UFCG -; no entanto, diferentemente daquela época e momento este texto busca estabelecer às relações teóricas e metodológicas possíveis entre as interfaces da História e da Psicanálise. Entre 1996 e 2001, sob orientação do professor doutor Durval Muniz de Albuquerque Júnior1 , desenvolvi pesquisas sobre a invenção histórica do Nordeste e do nordestino, da emergência histórica dos termos “Nordeste” e “nordestino”, da identidade e “cultura nordestina” como uma relação histórica entre o cruzamento de uma identidade regional e uma identidade sexual e a masculinidade, a violência e o gênero como elementos constitutivos do que é ser homem dentro e fora da região.
Publicado
2019-07-05
Como Citar
(1)
da Silva Oliveira Filho, V. Que Seja Eterno Enquanto Dure, Que Seja Eterno Enquanto Duro: . FDC 2019, 4, 178-198.