Estrangeiros no Maranhão:

transição do regime de trabalho, a imigração e a tentativa de construção de uma sociedade eugênica em meados do XIX

Autores

  • Amanda Porto Ribeiro Mestranda em História pela UniversidadeFederal de Goiás (UFG) e graduada em História pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

DOI:

https://doi.org/10.34019/2359-4489.2018.v4.27079

Palavras-chave:

Imigração, Século XIX, Maranhão, Escravo

Resumo

O presente artigo surge da necessidade de uma resposta crítica ao modelo historiográfico produzido, até então, acerca da imigração, a substituição de mão de obra escrava e a “linha de cor” empregada pelo modelo filosófico moderno-colonial. O sentimento inquietante que essa reflexão impõe faz buscar, em meio ao baú dos silêncios sentenciado pelo colonizador, um novo olhar e perspectiva, onde o colonizado aparece como sujeito ativo no processo de colonização em meados do XIX. O objetivo deste artigo, portanto, é compreender, através de outro ângulo, como se desenvolveu, na esfera nacional e mais especificamente no Maranhão, a entrada   de imigrantes estrangeiros e a substituição do trabalho escravo pelo livre dentro do discurso elitista dominante da época, que enxergava na imigração a solução para a alegada “inaptidão” do nacional ao trabalho livre.

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Publicado

2019-06-18

Como Citar

(1)
Porto Ribeiro, A. Estrangeiros No Maranhão: : Transição Do Regime De Trabalho, a imigração E a Tentativa De construção De Uma Sociedade Eugênica Em Meados Do XIX. FDC 2019, 4, 86-104.