ANTICONCEPÇÃO: UM DESAFIO PARA A PRÁTICA EDUCATIVA

  • Maria das Dores de Souza
  • Betânia Maria Fernandes
  • Sabrina de Fátima Oliveira Caetano
  • Maria Antonieta Rubio Tyrrell

Resumo

O objetivo deste estudo foi conhecer a percepção das mulheres acerca das práticas educativas em anticoncepção e analisar estas práticas, relacionando-as ao trabalho educativo oferecido em Unidade de Atenção Primária à Saúde de um município da Zona da Mata Mineira. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 14 mulheres da faixa etária de 20 a 30 anos, cadastradas na unidade de saúde, no ano de 2005. Após análise de conteúdo das informações, constituíram-se as seguintes categorias: 1) Enfermeiros: principais coordenadores das práticas educativas; 2) Temas tratados: Métodos anticonceptivos e doenças relacionadas à sexualidade; 3) Práticas educativas: veículo de informação e conscientização. Os resultados demonstraram que as mulheres reconhecem a importância das práticas educativas, apontando dificuldades a vencer: métodos anticonceptivos indisponíveis, horários de atendimento inflexíveis e reduzida divulgação dos grupos educativos. Torna-se necessário ampliar a reflexão sobre o trabalho educativo em saúde na atenção primária à saúde, visando ampliar divulgação, recursos e a participação de integrantes das equipes.

Publicado
2016-08-17
Como Citar
Souza, M. das D. de, Fernandes, B. M., Caetano, S. de F. O., & Tyrrell, M. A. R. (2016). ANTICONCEPÇÃO: UM DESAFIO PARA A PRÁTICA EDUCATIVA. Revista De Enfermagem Da UFJF, 1(1). Recuperado de https://periodicos.ufjf.br/index.php/enfermagem/article/view/3789
Seção
Artigos Originais