Completude do esquema vacinal contra a hepatite B segundo registros de imunização

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34019/1809-8363.2020.v23.31505

Palavras-chave:

Vacinas contra Hepatite B. Sistemas de Informação em saúde. Imunização. Adulto.

Resumo

Objetivo: Analisar a completude do esquema vacinal contra hepatite B (recombinante) de adultos em município de Minas Gerais, segundo registros de imunização no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI). Métodos: Estudo transversal, descritivo e analítico realizado à partir da base de dados do SIPNI, em 2019. Foram analisados 654 registros de pessoas vacinadas contra a hepatite B (recombinante). Resultados: Identificou-se que apenas 10,55% dos vacinados completaram o esquema vacinal contra hepatite B (recombinante). Indivíduos do sexo feminino apresentaram 3,23 vezes mais chances de ter esquema vacinal completo se comparado com o sexo masculino e aqueles com 50 anos e mais têm 2,77 vezes mais chances de ter esquema completo se comparados com indivíduos de 25 a 49 anos. O tempo médio para fechamento do esquema vacinal foi de 244 dias. Conclusão: O presente estudo apontou para uma baixa completude no esquema vacinal contra hepatite B.

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Biografia do Autor

Rhillary Lorrayne de Souza, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Centro- Oeste Dona Lindu, Divinópolis- MG.

Helenice Rita de Jesus Carvalho, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Graduada em Enfermagem pela a Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Centro - Oeste, Divinópolis - MG.

Meriele Sabrina de Souza, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Centro-Oeste Dona LIndu.

Valéria Conceição de Oliveira, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutorado em Enfermagem em Saúde Pública pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP),  com doutorado sanduíche na Universidad Autonoma de Madrid (UAM). Pós-doutorado pelo Programa de Saúde Pública da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de São João del-Rei .

Eliete Albano de Azevedo Guimarães, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Professor Associado da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Possui mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), doutorado em Ciências da Saúde (Fiocruz Minas); pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (Fiocruz Minas), com estágio de pós-doutoramento no Instituto de Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (IHMT-UNL). Atualmente é Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Enfermagem (PGENF-UFSJ), Coordenadora do Laboratório de Saúde Coletiva (LABSCO-UFSJ), Líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Avaliação e Gestão de Serviços de Saúde (NEPAG-UFSJ) e membro do Grupo de Pesquisa Organização de Serviço e avaliação em saúde (Fiocruz Minas). Sua linha de pesquisa é Gestão de serviços de saúde e enfermagem. Temáticas de interesse na pesquisa: Avaliação de serviços de saúde; Sistema de Informação em saúde; Programas de imunização; Enfermagem.

Jéssica Pereira Lopes, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Mestra pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UFMG).

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Publicado

2021-06-23

Edição

Seção

Artigos Originais