Avaliação da cadeia de frio do transporte de vacina: estudo transversal em Minas Gerais, Brasil

Autores

  • Valéria Conceição de Oliveira Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) https://orcid.org/0000-0003-2606-9754
  • Deborah Correia Duarte Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)
  • Suelem Santos Silva Superintendência Regional de Saúde de Divinópolis, Minas Gerais
  • Marco Túlio Corrêa Pessoa Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)
  • Tarcisio Laerte Gontijo Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)
  • Eliete Albano de Azevedo Guimarães Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) https://orcid.org/0000-0001-9236-8643

DOI:

https://doi.org/10.34019/1809-8363.2019.v22.16032

Palavras-chave:

Vacinas, Rede de frio, Enfermagem, Avaliação de serviços de saúde

Resumo

Estudo transversal de abordagem avaliativa do grau de implantação da cadeia de frio durante o transporte de vacina do nível regional para municípios. Avaliamos 53 rotas de transporte de vacina de municípios de Minas Gerais. Para a coleta de dados, utilizamos um questionário estruturado e o monitoramento das temperaturas das caixas de vacina encaminhadas aos municípios através do data logger. O grau de implantação foi definido por meio de um sistema de escores, com pesos diferenciados para indicadores em cada dimensão avaliada. Os escores obtidos a partir da soma dos pontos dos indicadores foram transformados em percentuais, com referência à pontuação máxima possível. A seguir, foram definidas as categorias para o grau de qualidade: “adequado”, “parcialmente adequado” e “não adequado”. Os dados foram digitados no programa Epidata 3,0 e analisados no EPI-INFO 7.0, GraphPad Prism 5 e BioEstat 5.0, Excel. Realizamos análise univariada com cálculo das frequências, medidas de aferição e dispersão. A cadeia de frio durante o transporte de vacina não está adequadamente implantada na maioria dos municípios avaliados. Em vinte e dois municípios as vacinas foram expostas a temperaturas abaixo de +2ºC, sendo que em seis destes a temperatura variou de 0oC a +0,5ºC. O transporte de vacina apresenta falhas que podem comprometer a qualidade dos imunobiológicos.

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Biografia do Autor

Valéria Conceição de Oliveira, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutorado em Enfermagem em Saúde Pública pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) com doutorado sanduíche na Universidad Autonoma de Madrid (UAM). Pós doutorado pelo Programa de Saúde Pública da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-Professora adjunta da Universidade Federal de São João del-Rei.

Deborah Correia Duarte, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Discente de Graduação do curso de Enfermagem.  Universidade Federal de São João del-Rei.

Suelem Santos Silva, Superintendência Regional de Saúde de Divinópolis, Minas Gerais

Enfermeira. Referência de Imunização da Superintendência Regional de Saúde de Divinópolis, Minas Gerais.

Marco Túlio Corrêa Pessoa, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Bioquímico. Mestre em Ciências da Saúde e aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde da Universidade Federal de São João del-Rei.

Tarcisio Laerte Gontijo, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Enfermeiro. Doutor em Ciências da Saúde. Professor  da Universidade Federal de São João del-Rei.

Eliete Albano de Azevedo Guimarães, Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Enfermeira. Doutora em Ciências. Professora da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).

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Publicado

2021-06-01

Edição

Seção

Artigos Originais

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