Os integralistas frente ao Estado Novo: euforia, decepção e subordinação

  • Gilberto Calil

Resumo

Este artigo problematiza a relação estabelecida pelos integralistas - em especial seu “Chefe”, Plínio Salgado – com Getúlio Vargas e o
Estado Novo, discutindo o apoio dos integralistas ao Golpe de 1937, a proibição de funcionamento da AIB, os levantes armados de 1938 e, especialmente, as reiteradas tentativas de reaproximação com Vargas empreendidas por Salgado entre 1939 e 1945, interpretadas como reveladoras de uma postura subordinada.
Publicado
2010-12-13
Como Citar
Calil, G. (2010). Os integralistas frente ao Estado Novo: euforia, decepção e subordinação. Locus - Revista De História, 16(1). Recuperado de https://periodicos.ufjf.br/index.php/locus/article/view/20135