Telessaúde na avaliação do autocuidado em diferentes tipos de fração de ejeção da insuficiência cardíaca

Autores/as

  • Fernanda Ávila da Costa Pereira Universidade Federal Fluminense, Programa Acadêmico de Ciências do Cuidado em Saúde, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8755-1371
  • Dayse Mary da Silva Correia Universidade Federal Fluminense, Programa Acadêmico de Ciências do Cuidado em Saúde, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-6678-1378
  • Arise Garcia de Siqueira Galil Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Medicina, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.
  • Thiago Gonçalves Schroder e Souza Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora/HU Brasil, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.
  • Lidiane Magalhães Pinto Universidade Federal Fluminense, Programa Acadêmico de Ciências do Cuidado em Saúde, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-1593-3909
  • Fátima Helena do Espírito Santo Universidade Federal Fluminense, Programa Acadêmico de Ciências do Cuidado em Saúde, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-4611-5586

Palabras clave:

Insuficiência cardíaca, Autocuidado, Telessaúde, Telemonitoramento, Consulta remota

Resumen

Introdução: A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição crônica de alta prevalência, associada a elevadas taxas de morbimortalidade e reinternações. Nesse contexto, a telessaúde surge como estratégia promissora para monitoramento e promoção de comportamentos saudáveis. Objetivo: Investigar o comportamento de pessoas com insuficiência cardíaca (IC) em relação ao autocuidado, por meio da telessaúde. Material e Métodos: Estudo observacional com abordagem quantitativa e transversal, de pessoas com IC, realizado em hospital universitário da cidade de Juiz de Fora (MG), de outubro de 2022 a julho de 2023, utilizando prontuário eletrônico e aplicação da European Heart Failure Self-care Behaviour Scale, por meio da telessaúde. Os dados coletados foram analisados por estatística descritiva: o teste de Kolmogorov-Smirnov para verificar a normalidade dos dados; o teste t de Student para as variáveis contínuas e o teste do qui-quadrado ou o teste exato de Fisher para as variáveis categóricas considerando-se significativo o valor de p<0,05. Resultados: Avaliados 114 pessoas com IC: 52,6% do sexo feminino, idade média de 62±14,63 anos e 72,9% com baixa escolaridade. Encontrado IC com fração de ejeção reduzida (ICFER) em 43,0% e IC com fração de ejeção preservada (ICFEP) em 57,0% dos participantes. Em relação às variáveis clínicas, o uso de álcool, a doença arterial coronariana (DAC) e a doença renal crônica (DRC) foram significativas nos portadores de ICFER. A avaliação do autocuidado mostrou que 48,2% da população apresentou comportamento inadequado, com escore médio de 29,59±6,22 pontos. Os itens relativos aos cuidados com o peso e as atividades físicas receberam as maiores pontuações, evidenciando negligência no autocuidado. Conclusão: Pessoas com IC apresentam comportamento insatisfatório em relação ao autocuidado, especialmente em relação aos cuidados com o peso e as atividades físicas.

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Citas

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Publicado

2026-08-18

Cómo citar

1.
Pereira F Ávila da C, Correia DM da S, Galil AG de S, Souza TGS e, Pinto LM, Santo FH do E. Telessaúde na avaliação do autocuidado em diferentes tipos de fração de ejeção da insuficiência cardíaca. HU Rev [Internet]. 18 de agosto de 2026 [citado 25 de agosto de 2026];52:1-10. Disponible en: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/52717

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