CONFIGURAÇÃO DO SERVIÇO DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE RIO DAS OSTRAS FRENTE AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE CARDIOPATIA CONGÊNITA

  • Aline Cerqueira Santana da Silva
  • Thais de Paula Souza Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminese (UFF).
  • Érick Igor dos Santos Enfermeiro(a). Doutor(a) em Enfermagem. Professor(a) da Universidade Federal Fluminense (UFF).
  • Virginia Maria de Azevedo Oliveira Knupp

Resumo

Objetivo: analisar a configuração do serviço público de saúde no município de Rio das Ostras frente às crianças portadoras de cardiopatia congênita. Método: estudo de caso do tipo único, com análise descritiva exploratória de abordagem quanti-qualitativa. A coleta ocorreu de junho a dezembro de 2016 por meio de técnicas confluentes com o método, análise documental e a entrevista em profundidade. Utilizou-se do comportamento e análise de fenômenos para a criação de temas e argumentos finais. Sendo desenvolvido nos serviços públicos de saúde do município de Rio das Ostras. Incluem-se profissionais de saúde que prestam assistência à criança portadora de cardiopatia congênita. Resultados esperados: espera-se que ao compreender a organização dos serviços de saúde no atendimento às crianças portadoras de cardiopatia congênita, será possível identificar prováveis lacunas na prestação da assistência, e assim, ações que poderão ser delineadas e aperfeiçoadas para à prestação de um serviço equitativo, resolutivo e integrativo.

Biografia do Autor

Thais de Paula Souza, Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminese (UFF).
Enfermeira. Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminese (UFF).
Érick Igor dos Santos, Enfermeiro(a). Doutor(a) em Enfermagem. Professor(a) da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Enfermeiro(a). Doutor(a) em Enfermagem. Professor(a) da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Referências

1. Bertoletti J, Marx GC, Hattge JSP, Pellanda LC. Qualidade de vida e cardiopatia congênita na infância e adolescência. Arq. Bras. Cardiol 2013; 102 (2): 192-198. 2. Aragão JA, Mendonça MP, Silva NS, Moreira NA, Sant’Anna MEC, Reis FP. O perfil epidemiológico dos pacientes com cardiopatias congênitas submetidos à cirurgia no Hospital do Coração. R brasci Saúde 2013; 17(3): 263-8.
3. Caneo LF, Jatene MB, Yatsuda N, Gomes WJ. Uma reflexão sobre o desempenho da cirurgia cardíaca pediátrica no Estado de São Paulo. RevBrasCirCardiovasc 2012; 27(3):457-62.
4. Bastos LF, et al. Perfil clinico e epidemiológico de crianças com cardiopatias congênitas submetidas à cirurgia cardíaca. RevEnferm UFPE 2013; 7 (8):5298-5304.
5. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Brasil). Sistema Único de Saúde. Brasília, CONASS, 2011. 224p.
6. Júnior VCP, Oliveira FMN, Freitas SM. Análise das portarias que regulamenta a política nacional de atenção cardiovascular de alta complexidade. RevBrasCirCardiovasc 2012; 27 (3): 463-467.
7. Luquetti DV, Koifman RJ. Qualidade da notificação de anomalias congênitas pelo
Sistema Sistema de informação sobre Nascidos Vivos (SINASC): estudo comparativo nos anos 2004 e 2007. Cad Saúde Pública 2010; 26, (9): 1756-1765.
Publicado
2018-04-12
Como Citar
Silva, A. C. S. da, Souza, T. de P., Santos, Érick I. dos, & Knupp, V. M. de A. O. (2018). CONFIGURAÇÃO DO SERVIÇO DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE RIO DAS OSTRAS FRENTE AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE CARDIOPATIA CONGÊNITA. Revista De Enfermagem Da UFJF, 2(2). Recuperado de https://periodicos.ufjf.br/index.php/enfermagem/article/view/3873
Seção
Artigos Originais