Mestre em Latim, teólogo e jesuíta expulso da Companhia

expressões de um clero transatlântico na trajetória do capelão Agostinho de Mattos — Vila Rica, século XVIII

Autores

  • Gyovana Machado UFJF

DOI:

https://doi.org/10.34019/2237-6151.2026.v23.50144

Palavras-chave:

Catolicismo Colonial, Clero transatlântico, Vila Rica, Capelães

Resumo

O presente artigo busca explorar a trajetória do padre Agostinho de Mattos, jesuíta expulso da Companhia que chegou às Minhas Gerais no século XVIII. A partir de um olhar da História Social, bem como da micro-história italiana, busca-se averiguar a relação e dupla influência entre a formação do padre capelão e o exercício das atividades que realizava em Vila Rica mediante a sua trajetória transatlântica, entre Portugal e Brasil. Convém destacar a leitura do status de um eclesiástico no período colonial, os redimensionamentos do catolicismo no Império Português e a caracterização de um contexto de atuação cuja capelania deu-se em uma capela erguida e administrada por um centro de governabilidade, a Câmara de Vila Rica. Argumenta-se, portanto, que o status adquirido na Companhia o muniu de ferramentas possíveis para notabilidade no clero diocesano e provisão nos ofícios relativos a ele, destacando a percepção transatlântica enquanto uma justaposição entre a formação do sacerdote, o sentido disso para o seu tempo, as assimilações da política local e a produção das novas formas de sociabilidade.

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Publicado

2026-08-26

Como Citar

MACHADO, G. Mestre em Latim, teólogo e jesuíta expulso da Companhia: expressões de um clero transatlântico na trajetória do capelão Agostinho de Mattos — Vila Rica, século XVIII. Sacrilegens , [S. l.], v. 23, n. 1, p. 396–416, 2026. DOI: 10.34019/2237-6151.2026.v23.50144. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/sacrilegens/article/view/50144. Acesso em: 31 ago. 2026.