Angina ao repouso provocada por espasmo coronariano: mito ou realidade?

Autores

  • Wilson Coelho Pereira Filho Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Glauco Resende Bonato Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Márcio Bastos Silveira Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Felipe Possani Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora
  • Fabiana Oliveira Bastos Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Fábio Simplício Maia Universidade Federal de Juiz de Fora

Palavras-chave:

Angina Pectoris Variante, Vasoespasmo Coronário

Resumo

Homem, 58 anos, tabagista, previamente livre de sintomas coronarianos, foi admitido com dor retroesternal aguda. O eletrocardiograma mostrou elevação transitória do segmento ST nas derivações V1 a V3, que retornou à linha de base após cessar a dor. O nível sérico das enzimas cardíacas estava normal. O ecocardiograma não apresentou alterações segmentares da contratilidade do ventrículo esquerdo e a coronariografia demonstrou obstrução severa no terço proximal da artéria descendente anterior e na artéria diagonal. Foi tratado com nitrato, diltiazem e angioplastia com stent e não apresentou novos sintomas. Foi confirmado o diagnóstico de espasmo coronariano.

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Publicado

2008-02-07

Como Citar

1.
Pereira Filho WC, Bonato GR, Silveira MB, Possani F, Bastos FO, Maia FS. Angina ao repouso provocada por espasmo coronariano: mito ou realidade?. hu rev [Internet]. 7º de fevereiro de 2008 [citado 28º de novembro de 2022];34(1):65-8. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/31

Edição

Seção

Relato de Caso