O cuidado paliativo na atenção primária em tempos de covid-19: a vivência dos profissionais de saúde

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34019/1809-8363.2025.v28.42730

Palavras-chave:

Cuidados Paliativos, Cuidados Paliativos na Terminalidade da Vida, Atenção Primária à Saúde., COVID-19, Pandemias

Resumo

A atenção primária é a ordenadora e coordenadora do cuidado paliativo; contudo, a covid-19 trouxe desafios nessa atuação. Desse modo, com o objetivo de compreender a percepção de atuação dos profissionais da atenção primária quanto ao atendimento do paciente paliativo durante os períodos mais   críticos da pandemia, este trabalho trata-se de uma pesquisa qualitativa realizada em 16 unidades de atenção primária de um município do oeste do Paraná, levantando dados obtidos via cálculo amostral e randomização no software R®. Foram entrevistados, de novembro de 2021 a março de 2022, 12 médicos, 16 enfermeiros e 10 assistentes sociais, a maioria dos quais lotados em Unidades de Saúde da Família; brasileiros; sexo feminino, com idade média de 40 anos; e com especialização em saúde da família, tempo médio de formação de 13 anos e 8 exercendo a função atual. Após transcritas, as entrevistas foram organizadas e compreendidas à luz da fenomenologia de Alfred Schütz. A percepção em relação ao atendimento destacou as adversidades, principalmente quanto às visitas domiciliares e ao remanejamento de profissionais, quando a expectativa se voltou à adequação do quantitativo de profissionais e das tecnologias em saúde. Tal estudo possibilitou a compreensão, na perspectiva dos profissionais, do impacto da pandemia no atendimento dos pacientes paliativos vinculados às unidades.

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Biografia do Autor

Bruna Tais Zack, Universidade Paranaense (UNIPAR)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Paranaense (UNIPAR), mestra e doutora em Biociências e Saúde pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Professora da Universidade Paranaense (UNIPAR). CV: http://lattes.cnpq.br/5021369963886648

Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Graduada em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), mestra em Enfermagem Fundamental  e doutora em Enfermagem em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP); com pós-doutorado pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Professora Associada da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). CV: http://lattes.cnpq.br/2141431597703690

Luciana Puchalski Kalinke, Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Graduada em Enfermagem e Obstetrícia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR), mestra em Engenharia Biomédica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e doutora em Ciencias da Saude pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR); com pós-doutorado pela Università degli Studi di Milano (UNIMI), Itália. Professora Associada da Universidade Federal do Paraná (UFPR). CV: http://lattes.cnpq.br/5678749615109042

Gicelle Galvan Machineski, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Graduada em Enfermagem e mestra em Letras pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE); doutora em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); com pós-doutorado pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professora Associada da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). CV: http://lattes.cnpq.br/7267047092491530

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Publicado

2026-01-08

Edição

Seção

Artigos Originais